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	<title>História de Itajubá - Wiki - Contribuições do usuário [pt-br]</title>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Ferrovias&amp;diff=298</id>
		<title>Ferrovias</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: /* Impacto no Desenvolvimento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Ferrovia em Itajubá&#039;&#039;&#039; foi o principal motor de desenvolvimento econômico e integração regional do município entre o final do século XIX e os meados do século XX. Sua chegada permitiu a rapidez na comunicação com centros como Rio de Janeiro e São Paulo, além de possibilitar o escoamento da produção industrial e agrícola local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História e Inauguração =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As primeiras aspirações por uma via férrea em Itajubá datam da década de 1870, motivadas pela necessidade de superar o transporte penoso por tropas de burros. A construção foi finalmente aprovada graças aos esforços do deputado [[Silvestre Ferraz]].&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Início das Obras:&#039;&#039;&#039; A construção da estrada de ferro que passaria por Itajubá teve início festivo na estação de Soledade de Minas em 23 de fevereiro de 1889&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Primeira Locomotiva:&#039;&#039;&#039; Em 6 de setembro de 1891, a primeira locomotiva, batizada de &amp;quot;Cristina&amp;quot; em homenagem a Silvestre Ferraz, chegou à cidade&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Inauguração Oficial:&#039;&#039;&#039; O tráfego ferroviário em Itajubá foi inaugurado oficialmente em 25 de setembro de 1891 pela Viação Férrea Sapucahy, com a presença do então Governador de Minas Gerais, Cesário Alvim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Estações =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Estação Provisória: Inicialmente, devido a um grande aterro necessário para chegar ao centro, foi construída uma estação de tábuas nas proximidades da atual Vila Rubens.&lt;br /&gt;
# Estação Permanente: A estação definitiva, localizada na Praça Pereira dos Santos, foi inaugurada em 22 de janeiro de 1893. Após a desativação da ferrovia, o prédio foi restaurado na década de 1980 e transformado no Museu Municipal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Evolução e Companhias =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A malha ferroviária que atendia Itajubá passou por diversas mudanças administrativas ao longo das décadas:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Viação Férrea Sapucahy:&#039;&#039;&#039; Empresa original que inaugurou a linha&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Rede Sul Mineira (RSM):&#039;&#039;&#039; Criada em 1910 pela fusão das vias férreas Sapucahy, Muzambinho e Minas and Rio. A fusão oficial definitiva sob esta denominação ocorreu em 6 de abril de 1922&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Rede Mineira de Viação (RMV):&#039;&#039;&#039; Denominação posterior da rede, que foi eventualmente encampada pela RFFSA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ramais e Conexões =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferrovia ligava Itajubá a diversos municípios sul-mineiros e aos estados vizinhos&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ramal de Delfim Moreira (Itajubá Velho):&#039;&#039;&#039; Construído com auxílio do 4º Batalhão de Engenharia, ligava Itajubá à localidade serrana de Delfim Moreira. O último trem deste ramal correu em 28 de março de 1957&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ramal de Paraisópolis:&#039;&#039;&#039; Partia de uma bifurcação em Piranguinho. O tráfego neste trecho foi suprimido em 28 de maio de 1963&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Impacto no Desenvolvimento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferrovia foi essencial para a industrialização de Itajubá:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Indústria Têxtil:&#039;&#039;&#039; A Fábrica de Tecidos Codorna possuía um desvio nos trilhos que chegava próximo à sua entrada lateral para facilitar carga e descarga&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Apoio Militar:&#039;&#039;&#039; O trem suburbano, conhecido como &amp;quot;Trenzinho do Pacatito&amp;quot;, levava operários e militares da estação central até a Fábrica de Armas (IMBEL) e ao quartel do 4º Batalhão de Engenharia de Combate. Correu pela última vez em 17 de abril de 1968&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Cultura e Sociedade:&#039;&#039;&#039; A estação era o ponto de recepção de grandes figuras políticas e intelectuais, como Israel Pinheiro em 1937 e Teodomiro Santiago em 1933&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Incidentes Históricos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Desastre de 1926: Em 25 de março de 1926, ocorreu o maior desastre ferroviário do Sul de Minas, quando um trem caiu em um vale ao descer a serra de São João, resultando em mortes e feridos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Revolução de 1932: Durante o conflito, comboios com tropas do Exército passavam frequentemente por Itajubá com destino às frentes de combate em Passa-Quatro. Um canhão do couraçado &amp;quot;Minas Gerais&amp;quot; chegou a ser transportado por trilhos pela cidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Desativação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a expansão das rodovias asfaltadas e do transporte por ônibus (como a Pássaro Marron a partir de 1949), a ferrovia tornou-se deficitária. Os trilhos começaram a ser retirados de forma sistemática a partir de 1959, marcando o fim da era ferroviária ativa no perímetro urbano&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Ferrovias</title>
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		<updated>2026-03-13T18:59:22Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Ferrovia em Itajubá&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi o principal motor de desenvolvimento econômico e integração regional do município entre o final do século XIX e os meados do século XX. Sua chegada permitiu a rapidez na comunicação com centros como Rio de Janeiro e São Paulo, além de possibilitar o escoamento da produção industrial e agrícola local  = História e Inauguração =  As primeiras aspirações por uma via férrea em Itajubá datam da década de 1870, motivadas pe...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Ferrovia em Itajubá&#039;&#039;&#039; foi o principal motor de desenvolvimento econômico e integração regional do município entre o final do século XIX e os meados do século XX. Sua chegada permitiu a rapidez na comunicação com centros como Rio de Janeiro e São Paulo, além de possibilitar o escoamento da produção industrial e agrícola local&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História e Inauguração =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As primeiras aspirações por uma via férrea em Itajubá datam da década de 1870, motivadas pela necessidade de superar o transporte penoso por tropas de burros. A construção foi finalmente aprovada graças aos esforços do deputado [[Silvestre Ferraz]].&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Início das Obras:&#039;&#039;&#039; A construção da estrada de ferro que passaria por Itajubá teve início festivo na estação de Soledade de Minas em 23 de fevereiro de 1889&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Primeira Locomotiva:&#039;&#039;&#039; Em 6 de setembro de 1891, a primeira locomotiva, batizada de &amp;quot;Cristina&amp;quot; em homenagem a Silvestre Ferraz, chegou à cidade&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Inauguração Oficial:&#039;&#039;&#039; O tráfego ferroviário em Itajubá foi inaugurado oficialmente em 25 de setembro de 1891 pela Viação Férrea Sapucahy, com a presença do então Governador de Minas Gerais, Cesário Alvim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Estações =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
# Estação Provisória: Inicialmente, devido a um grande aterro necessário para chegar ao centro, foi construída uma estação de tábuas nas proximidades da atual Vila Rubens.&lt;br /&gt;
# Estação Permanente: A estação definitiva, localizada na Praça Pereira dos Santos, foi inaugurada em 22 de janeiro de 1893. Após a desativação da ferrovia, o prédio foi restaurado na década de 1980 e transformado no Museu Municipal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Evolução e Companhias =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A malha ferroviária que atendia Itajubá passou por diversas mudanças administrativas ao longo das décadas:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Viação Férrea Sapucahy:&#039;&#039;&#039; Empresa original que inaugurou a linha&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Rede Sul Mineira (RSM):&#039;&#039;&#039; Criada em 1910 pela fusão das vias férreas Sapucahy, Muzambinho e Minas and Rio. A fusão oficial definitiva sob esta denominação ocorreu em 6 de abril de 1922&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Rede Mineira de Viação (RMV):&#039;&#039;&#039; Denominação posterior da rede, que foi eventualmente encampada pela RFFSA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Ramais e Conexões =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferrovia ligava Itajubá a diversos municípios sul-mineiros e aos estados vizinhos&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ramal de Delfim Moreira (Itajubá Velho):&#039;&#039;&#039; Construído com auxílio do 4º Batalhão de Engenharia, ligava Itajubá à localidade serrana de Delfim Moreira. O último trem deste ramal correu em 28 de março de 1957&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ramal de Paraisópolis:&#039;&#039;&#039; Partia de uma bifurcação em Piranguinho. O tráfego neste trecho foi suprimido em 28 de maio de 1963&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Impacto no Desenvolvimento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ferrovia foi essencial para a industrialização de Itajubá:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Indústria Têxtil:&#039;&#039;&#039; A Fábrica de Tecidos Codorna possuía um desvio nos trilhos que chegava próximo à sua entrada lateral para facilitar carga e descarga&lt;br /&gt;
* Apoio Militar: O trem suburbano, conhecido como &amp;quot;Trenzinho do Pacatito&amp;quot;, levava operários e militares da estação central até a Fábrica de Armas (IMBEL) e ao quartel do 4º BE Cmb. Correu pela última vez em 17 de abril de 1968&lt;br /&gt;
* Cultura e Sociedade: A estação era o ponto de recepção de grandes figuras políticas e intelectuais, como Israel Pinheiro em 1937 e Teodomiro Santiago em 1933&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Incidentes Históricos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Desastre de 1926: Em 25 de março de 1926, ocorreu o maior desastre ferroviário do Sul de Minas, quando um trem caiu em um vale ao descer a serra de São João, resultando em mortes e feridos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Revolução de 1932: Durante o conflito, comboios com tropas do Exército passavam frequentemente por Itajubá com destino às frentes de combate em Passa-Quatro. Um canhão do couraçado &amp;quot;Minas Gerais&amp;quot; chegou a ser transportado por trilhos pela cidade&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Desativação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a expansão das rodovias asfaltadas e do transporte por ônibus (como a Pássaro Marron a partir de 1949), a ferrovia tornou-se deficitária. Os trilhos começaram a ser retirados de forma sistemática a partir de 1959, marcando o fim da era ferroviária ativa no perímetro urbano&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<updated>2026-03-13T18:59:02Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Bem-vindo à Wiki da História de Itajubá! =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Teatro Santa Cecilia 1897.jpg|miniaturadaimagem|Teatro Santa Cecília e igreja matriz, foto de 1897]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a enciclopédia colaborativa dedicada à preservação e divulgação da rica história da cidade de &#039;&#039;&#039;Itajubá&#039;&#039;&#039;, no sul de Minas Gerais.  &lt;br /&gt;
Aqui você encontrará informações organizadas sobre os acontecimentos, personagens, tradições, marcos culturais e transformações que moldaram a identidade itajubense desde sua fundação, em &#039;&#039;&#039;1819&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Páginas em destaque ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cinemas]]: Conheça a rica história dos cinemas de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Explore os principais temas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[História Geral de Itajubá]]: Um resumo conciso da trajetória histórica da cidade, desde suas origens até os tempos mais recentes.&lt;br /&gt;
** [[Cronologia]]: Uma linha do tempo com datas e eventos significativos da história de Itajubá.&lt;br /&gt;
** [[Historiografia e Fontes]]: Discussão sobre os principais autores e materiais utilizados para estudar a história local, como livros, jornais, atas da Câmara Municipal, documentos de órgãos públicos, associações, livros de tombo de igrejas e documentos de famílias tradicionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Origens e Povoamento]]&lt;br /&gt;
** [[Geografia da Região]]: Descrição geográfica da área, incluindo o Rio Sapucaí e a Serra da Mantiqueira.&lt;br /&gt;
** [[Primeiros Habitantes]]: Informações sobre os índios Puri-coroados e outros vestígios de civilizações remotas.&lt;br /&gt;
** [[A Itajubá Primitiva]] (Delfim Moreira): A história da Nossa Senhora da Soledade de Itagybá, fundada em 1703 por Miguel Garcia Velho, e a confusão histórica com a Itajubá atual.&lt;br /&gt;
** [[Etimologia de Itajubá]]: Explicação do significado da palavra Itajubá (originalmente Itagybá) como &amp;quot;água que, do alto, cai sobre a pedra&amp;quot; ou &amp;quot;cachoeira&amp;quot;, refutando o equívoco de &amp;quot;pedra amarela&amp;quot;.&lt;br /&gt;
** [[Padre Lourenço da Costa Moreira]]: A figura do sacerdote considerado o fundador da nova Itajubá, seu papel no povoamento e a lenda do &amp;quot;Padre Fundador&amp;quot;.&lt;br /&gt;
** [[Fundação da Nova Itajubá]]: Os eventos que levaram à fundação do povoado na Boa Vista em 19 de março de 1819.&lt;br /&gt;
** [[Quilombo da Berta]]: Informações sobre este mocambo (comunidade de escravos fugidos) na região.&lt;br /&gt;
** [[A Vida no Arraial Nascente]]: Descrição do início do povoado, incluindo navegação fluvial, a influência do Padre Lourenço nas decisões e as primeiras construções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Evolução Político-Administrativa]]:&lt;br /&gt;
** [[Do Arraial à Freguesia e Vila]]: O processo de organização administrativa e eclesiástica que levou à criação da Freguesia e, posteriormente, da Vila em 1848/1849.&lt;br /&gt;
** [[Elevação à Categoria de Cidade]] (1862): A data e o processo pelo qual Itajubá se tornou cidade.&lt;br /&gt;
** [[Criação e História da Comarca]] (1872): A criação da Comarca de Itajubá, seus primeiros juízes, sua jurisdição original e a história do funcionamento do Judiciário local, incluindo a construção dos edifícios do Fórum.&lt;br /&gt;
** [[O Poder Legislativo]]: A história da Câmara Municipal de Itajubá desde sua instituição.&lt;br /&gt;
** [[O Poder Executivo]]: Informações sobre os agentes executivos e prefeitos notáveis.&lt;br /&gt;
** [[Divisões Territoriais]]: A abrangência do município ao longo do tempo e a criação de novos municípios a partir de seu território.&lt;br /&gt;
** [[Movimentos Políticos]]: Aspectos do regime republicano e outros movimentos políticos locais.&lt;br /&gt;
** [[Personalidades Políticas]]: Biografias de figuras políticas importantes ligadas a Itajubá, como [[Wenceslau Braz Pereira Gomes]] e [[Euclides Pereira Cintra]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Sociedade e Cultura]]:&lt;br /&gt;
** [[Abolição da Escravatura]]: A história da abolição dos escravos em Itajubá antes da Lei Áurea e a origem do epíteto &amp;quot;Cidade Luz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
** [[Famílias Tradicionais e Imigrantes]]: Informações sobre as famílias pioneiras e a chegada de diferentes grupos de imigrantes (portugueses, italianos, alemães, espanhóis, levantinos, japoneses e chineses) que contribuíram para a formação social da cidade.&lt;br /&gt;
** [[Vida Religiosa]]: História das igrejas (Matriz, Capela dos Remédios, etc.), irmandades (Nossa Senhora do Rosário, São Benedito) e devoções.&lt;br /&gt;
** [[Filantropia e Obras Sociais]]: Exemplos de gestos altruístas e a fundação de instituições como a Santa Casa de Misericórdia e casas de caridade.&lt;br /&gt;
** [[Folclore e Tradições Populares]]: O estudo das tradições populares locais.&lt;br /&gt;
** [[Artes e Esportes]]: História e desenvolvimento dos [[Teatros]], [[Cinemas]], música ([[Banda Concórdia Itajubense]], [[Fructuoso Vianna]]), pintura ([[Luís Teixeira]]) e [[Futebol]].&lt;br /&gt;
** [[Imprensa e Publicações]]: A história do periodismo em Itajubá, desde o primeiro jornal [[O Itajubá]] em 1872 e o desenvolvimento das tipografias.&lt;br /&gt;
** [[Bibliotecas e Museus]]: A criação e história das bibliotecas públicas ([[Machado de Assis]], Clube Itajubense) e tentativas de organização de museus.&lt;br /&gt;
** [[Educação]]: A história das escolas e instituições de ensino na cidade, desde o ensino secundário até o ensino superior (Instituto Eletrotécnico Mecânico/[[UNIFEI]], [[Faculdade de Medicina]], etc.).&lt;br /&gt;
** [[Academias e Institutos]]: O papel de instituições como a [[Academia Itajubense de Letras]], [[Academia de História de Itajubá]] e o [[Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais]] no estudo e preservação da história local.&lt;br /&gt;
** [[Cultura]]: O conceito de cultura em Itajubá como processo de criação de todos e direito de todos, e a reflexão sobre o que preservar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Economia e Indústria]]:&lt;br /&gt;
** [[Agricultura e Pecuária]]: O desenvolvimento dessas atividades na região.&lt;br /&gt;
** [[Comércio]]: A história do comércio e instituições como a [[Associação Comercial]].&lt;br /&gt;
** [[Indústrias]]: Visão geral do desenvolvimento industrial.&lt;br /&gt;
*** [[Fábrica Codorna]]: História, importância como marco da arquitetura industrial e dos conflitos em torno de seu tombamento.&lt;br /&gt;
*** [[IMBEL]] (Fábrica de Armas): A história desta importante fábrica.&lt;br /&gt;
*** Outras Indústrias: Outras fábricas notáveis como [[Cabelte]], [[Cabelauto]], [[Mahle]] e [[Helibras]].&lt;br /&gt;
*** [[Indústria Canavieira]]: A importância histórica da cana-de-açúcar e o projeto do Engenho Central.&lt;br /&gt;
** [[Projetos de Desenvolvimento]]: Iniciativas como o projeto Itajubá Tecnópolis e a busca pela inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura]]:&lt;br /&gt;
** [[Urbanização e Planejamento]]: O processo de formação do espaço urbano de Itajubá.&lt;br /&gt;
** [[Ruas, Bairros e Lugares Notáveis]]: Descrição e história de áreas específicas da cidade, incluindo o antigo bairro operário Boa Vista.&lt;br /&gt;
** [[Transportes]]: História das estradas, [[Ferrovias]] e navegação fluvial no [[Rio Sapucaí]].&lt;br /&gt;
** [[Pontes]]: A construção de pontes importantes para a cidade.&lt;br /&gt;
** [[Arquitetura Histórica]]: Destaque para edifícios notáveis e seus estilos arquitetônicos.&lt;br /&gt;
** [[Iluminação Pública]]: A chegada da energia elétrica e a história da iluminação em Itajubá.&lt;br /&gt;
** [[Saneamento Básico]]: O desenvolvimento do abastecimento de água.&lt;br /&gt;
** [[Preservação do Patrimônio]]: O [[Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Artístico]], os processos de tombamento e a importância da conservação de bens históricos e artísticos.&lt;br /&gt;
** [[Monumentos]]: Descrição de monumentos importantes, como o do [[Expedicionário Itajubense]].&lt;br /&gt;
** [[Cemitérios]]: A história dos cemitérios locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Personalidades]]: Uma seção com biografias de itajubenses notáveis, organizada por área de atuação (Políticos, Historiadores, Artistas, Educadores, etc.) como [[Armelim Guimarães]], [[Pedro Bernardo Guimarães]], [[Padre Lourenço]], [[Wenceslau Braz]], [[Adolpho Augusto Olyntho]] e [[Geraldino Campista]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Eventos Históricos Relevantes]]: Página dedicadas a eventos marcantes, com detalhes e contexto histórico.&lt;br /&gt;
** [[Abolição da Escravatura em Itajubá]] em 11 de março de 1888.&lt;br /&gt;
** A [[Visita da Princesa Isabel]] em 1868.&lt;br /&gt;
** A [[Posse de Wenceslau Braz na Presidência]] em 1914.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar e revisar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Desenvolvimento Político e Urbano]]: Descubra como Itajubá se tornou freguesia, vila e cidade, e conheça seus primeiros prefeitos e líderes.&lt;br /&gt;
* [[Economia e Indústria]]: Entenda o papel da agricultura, da indústria têxtil, da fábrica de armas e da Helibrás na economia local.&lt;br /&gt;
* [[Sociedade e Cultura]]: Conheça as tradições populares, a história das escolas, da imprensa, da música e das festas itajubenses.&lt;br /&gt;
* [[Efemérides e Curiosidades]]: Uma linha do tempo completa com eventos, celebrações e fatos curiosos da cidade.&lt;br /&gt;
* [[Personagens Históricos]]: Biografias de figuras que marcaram a trajetória política, cultural e social de Itajubá.&lt;br /&gt;
* [[Patrimônio e Memória]]: Fotografias, mapas, documentos e locais históricos preservados (ou já desaparecidos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nossos objetivos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Manter viva a memória de Itajubá para as futuras gerações.&lt;br /&gt;
* Reunir, organizar e divulgar informações confiáveis e documentadas.&lt;br /&gt;
* Incentivar o interesse pelo passado da cidade e seu patrimônio cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Colabore com a Wiki! ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você tem informações históricas, fotos antigas, curiosidades ou documentos sobre Itajubá, você pode colaborar!  &lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&amp;gt; &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Conhecer a história de uma cidade é entender as raízes de quem somos.&amp;quot;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Acesso às Obras Digitais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confira as obras principais sobre a história de Itajubá disponíveis para leitura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/efemerides-itajubenses-1972-pdf &#039;&#039;Efemérides Itajubenses (1972)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/efemerides-itajubenses-1988-pdf &#039;&#039;Efemérides Itajubenses (1988)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/historia-de-itajuba-1987-pdf &#039;&#039;História de Itajubá (1987)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/resumo-didatico-da-historia-de-itajuba-2000-pdf/ &#039;&#039;Resumo Didático da História de Itajubá (2000)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/itajuba-e-sua-historia-1998-pdf/ &#039;&#039;Itajubá e Sua História (1998)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/itajuba-e-sua-historia-2o-volume-1999-pdf/ &#039;&#039;Itajubá e Sua História - 2º Volume (1999)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/historia-de-itajuba-1819-1969-pdf/ &#039;&#039;História de Itajubá: 1819-1969&#039;&#039; - Dermeval José Pimenta]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/sinopse-da-historia-de-itajuba-1966-pdf/ &#039;&#039;Sinopse da História de Itajubá (1966)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://link-para-comarca-itajuba-1872-2022.pdf &#039;&#039;Comarca de Itajubá: 1872-2022&#039;&#039; - Marcos Antônio de Olivas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Importante&#039;&#039;: Todos os livros são disponibilizados para fins educativos e preservação da memória cultural da cidade.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Academia_Itajubense_de_Hist%C3%B3ria&amp;diff=295</id>
		<title>Academia Itajubense de História</title>
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		<updated>2026-02-23T15:56:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Academia Itajubense de História (AIH)&#039;&#039;&#039; é uma importante instituição cultural sediada no município de Itajubá. Sua principal missão é a pesquisa, preservação, valorização e divulgação da rica história local e regional, bem como a reverência aos vultos eminentes que ajudaram a construir a identidade e o progresso da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História e Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As raízes da Academia remontam a &#039;&#039;&#039;1981&#039;&#039;&#039;, quando foi idealizada pelo historiador militar [[Coronel Cláudio Moreira Bento]]. Inicialmente, a instituição surgiu como uma continuação da Delegacia Pedro Bernardo Guimarães da Academia Brasileira de História, que havia sido criada em Itajubá pelo próprio Coronel Bento. Oficialmente, enquanto pessoa jurídica, seu registro de fundação data de 15 de setembro de 1987.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos e Atividades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição tem como missão a preservação da memória histórica de Itajubá e seus vultos eminentes, promovendo estudos, divulgando fatos relevantes do passado do município, promovendo palestras, proferidas pelos membros da instituição, com panegíricos (discursos de louvor) de personalidades importantes e fatos históricos de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale destacar que a AIH é uma entidade distinta da [[Academia Itajubense de Letras]] (fundada em 1964), embora ao longo das décadas ambas as instituições tenham compartilhado intelectuais, escritores e historiadores ilustres em seus quadros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Objetivos e Atividades =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A AIH tem como propósito fundamental o resgate e a preservação da memória de Itajubá. Para isso, a instituição:&lt;br /&gt;
* Promove estudos e pesquisas sobre fatos relevantes do passado do município.&lt;br /&gt;
* Organiza palestras, eventos culturais e sessões solenes com &amp;quot;panegíricos&amp;quot; (discursos de louvor) dedicados a personalidades históricas e ex-membros.&lt;br /&gt;
* Atua em parceria com outras instituições centenárias, como a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), na promoção de resgates históricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Jornal Ibitira =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia Itajubense de História editava um jornal próprio chamado &amp;quot;Ibitira&amp;quot;. O nome da publicação é um belo resgate da história local: ele faz alusão ao &#039;&#039;&#039;Morro Ibitira&#039;&#039;&#039;, o local exato para onde o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]] marchou com seus fiéis e vislumbrou as terras onde celebraria a primeira missa e fundaria a &amp;quot;nova Itajubá&amp;quot;, em 19 de março de 1819.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Sede =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sede atual da Academia Itajubense de História está localizada no emblemático &#039;&#039;&#039;prédio da antiga Estação Ferroviária de Itajubá&#039;&#039;&#039;. Desativada desde a década de 1960, a edificação foi posteriormente restaurada e revitalizada para abrigar o [[Museu Municipal de Itajubá]]. As salas adjacentes do museu foram cedidas para se tornarem a sede definitiva da Academia, unindo o acervo histórico material ao trabalho intelectual da AIH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Membros, Presidentes e Estrutura Recente =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia é formada por Cadeiras, cada uma apadrinhada por um patrono histórico, e é guiada por figuras de destaque na sociedade sul-mineira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Fundador:&#039;&#039;&#039; [[Coronel Cláudio Moreira Bento]]. Além de impulsionar a AIH, ele também foi o responsável por fundar o [[Museu Marechal Juarez Távora]] no [[4º Batalhão de Engenharia de Combate de Itajubá]].&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Presidentes Históricos e Recentes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** [[Capitão José Sâmia]]: Um dos primeiros delegados e veterano da 2ª Guerra Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** [[Coronel João Otero Diniz]]: Presidiu a AIH por muitos anos, sendo uma grande referência na história da cidade (foi o principal porta-voz histórico durante as comemorações do bicentenário de Itajubá, em 2019).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
** [[Marcos Antônio de Olivas]]: Presidente atual/recente (gestões a partir de 2023 até 2025), ocupante da Cadeira 40.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Diretoria Atual/Recente:&#039;&#039;&#039; Além do presidente [[Marcos Antônio de Olivas]], a mesa diretora conta com o Vice-Presidente [[Paulo Roberto Tavares Pereira]] (escritor e autor local) e a Secretária [[Ana Cley Marques Pizarro]] (professora que tem atuação ativa na preservação da memória, inclusive da UNIFEI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Membros Efetivos e Correspondentes de Destaque ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Armelim Guimarães|José Armelim Bernardo Guimarães]]: Ingressou em 1982 e é considerado por muitos acadêmicos como um dos maiores e mais fabulosos historiadores que a cidade já teve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Dr. Fábio Pereira (Cadeira 17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Alice Beatriz Bittencourt de Fernández: Empossada em 2025 na Cadeira nº 32, cuja patrona é a Professora Isaura Pereira dos Santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Vitória Cristina Rennó de Azevedo e Dina Mara Paiva Lopes, também empossadas como membros efetivos em anos recentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Outros Associados Históricos: José Ferreira de Siqueira (1981), Eurípedes de Oliveira Pamplona, o Tabelião Abílio Ottoni Guedes Sarmento (homenageado em 2016) e Fernando Antonio Xavier Brandão (Sócio Correspondente em 2012).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Dr._Domiciano_da_Costa_Moreira&amp;diff=294</id>
		<title>Dr. Domiciano da Costa Moreira</title>
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		<updated>2026-02-22T22:43:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;O Dr. Domiciano da Costa Moreira (1814–1881) foi um médico, político e proprietário de terras fundamental na história de Itajubá, Minas Gerais. Ele é reconhecido como o segundo médico a clinicar no município e um dos principais impulsionadores do desenvolvimento econômico e social da região no século XIX.  = Biografia e Formação =  Domiciano nasceu em 31 de dezembro de 1814, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo. Era filho do Padre Lourenço da Costa M...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Dr. Domiciano da Costa Moreira (1814–1881) foi um médico, político e proprietário de terras fundamental na história de Itajubá, Minas Gerais. Ele é reconhecido como o segundo médico a clinicar no município e um dos principais impulsionadores do desenvolvimento econômico e social da região no século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Biografia e Formação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Domiciano nasceu em 31 de dezembro de 1814, na cidade de Guaratinguetá, São Paulo. Era filho do [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], o fundador de Itajubá, e de [[D. Inês de Castro Silva]].&lt;br /&gt;
Realizou seus estudos preparatórios em Congonhas, Minas Gerais, e graduou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 20 de dezembro de 1839. Em 1840, transferiu-se para Itajubá, onde iniciou sua carreira profissional e casou-se com [[D. Maria Domiciana de Magalhães]], pertencente a uma tradicional família local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Contribuição à Agricultura =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na história econômica de Itajubá, o Dr. Domiciano é creditado como o responsável pela introdução do plantio de café no município. Como um fazendeiro progressista, transformou a cafeicultura na base principal da economia local durante o período imperial, elevando o padrão de produtividade da região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Carreira Política =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Domiciano foi uma das figuras públicas mais influentes de sua época, exercendo os seguintes cargos:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Juiz de Paz:&#039;&#039;&#039; Atuou no distrito em 1853.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Liderança Partidária:&#039;&#039;&#039; Foi chefe político e líder do Partido Liberal em Itajubá.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Agente Executivo Municipal:&#039;&#039;&#039; Exerceu o cargo de Presidente da Câmara e Agente Executivo (equivalente ao cargo de Prefeito) no ano de 1862.&lt;br /&gt;
Durante sua atuação na Câmara Municipal, foi um defensor ativo de melhoramentos urbanos, como a construção de chafarizes públicos para o abastecimento de água potável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Legado e a Santa Casa de Misericórdia =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior legado social do Dr. Domiciano foi a idealização de um nosocômio para a cidade. Em seu testamento, ele deixou uma verba destinada à criação de uma casa de caridade para socorrer pobres e enfermos.&lt;br /&gt;
Embora não tenha visto a obra concluída em vida, seu legado financeiro foi a base para que, anos mais tarde, a [[Sociedade Beneficente Itajubense]] fosse reorganizada e transformada na [[Santa Casa de Misericórdia|Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]]. Por esse gesto, ele é considerado o &amp;quot;berço da ideia&amp;quot; da principal instituição hospitalar do município.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Família =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Domiciano constituiu uma descendência de destaque na sociedade mineira:&lt;br /&gt;
* [[Dr. Aureliano Moreira de Magalhães]]: Filho; advogado e fundador da imprensa em Itajubá.&lt;br /&gt;
* [[Amélia Moreira Magalhães]]: Filha; casada com o [[Cel. Evaristo da Silva Campista]].&lt;br /&gt;
* [[Dr. Domiciano da Costa Moreira Filho]]: Filho; também médico.&lt;br /&gt;
* [[Maria Moreira de Magalhães]]: Filha; casada com [[João Guilherme Ferreira de Castro]].&lt;br /&gt;
* [[Olímpio Augusto de Magalhães]]: Filho; importante proprietário rural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Morte =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faleceu em Itajubá no dia 13 de novembro de 1881, aos 66 anos. Foi um dos primeiros grandes vultos a ser lembrado como &amp;quot;construtor&amp;quot; da cidade devido à sua multifacetada atuação profissional e política.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Santa_Casa_de_Miseric%C3%B3rdia_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=293</id>
		<title>Santa Casa de Misericórdia de Itajubá</title>
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		<updated>2026-02-22T22:38:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para Santa Casa de Misericórdia&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Santa Casa de Misericórdia]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=D._Am%C3%A9lia_Braga&amp;diff=292</id>
		<title>D. Amélia Braga</title>
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		<updated>2026-02-22T22:35:56Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: /* Envolvimento Cívico e Social */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Amélia Braga 01.jpg|miniaturadaimagem|Amélia Braga, foto de 1904]]&lt;br /&gt;
Amélia Cândida Vianna Braga foi uma figura notável e influente na história de Itajubá, Minas Gerais, reconhecida como uma grande benemérita e empreendedora. Era uma capitalista e destacada propulsora do progresso da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Biografia e Vida Pessoal =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Cândida Vianna Braga era casada com [[Miguel Carlos da Silva Braga]]. Após enviuvar em 1903, ela herdou uma grande riqueza deixada por seu marido. Com suas largas posses, ela empregou seu dinheiro em realizações industriais e diversos outros empreendimentos em benefício da grandeza de Itajubá. Sua residência, um &amp;quot;palacete&amp;quot; na antiga Praça Theodomiro Santiago (hoje Praça Cesário Alvim), era notável, destacando-se &amp;quot;num tom aristocrático e fidalgo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela faleceu em 12 de agosto de 1925. Sua morte coincidiu com a da [[Madre Maria Raphael]], fundadora e introdutora das &#039;&#039;&#039;Irmãs da Providência de Gap&#039;&#039;&#039; no Brasil e em Itajubá, a quem D. Amélia deu acolhida e proteção na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Filantropia e Benemerências =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Braga dedicou parte de sua riqueza a obras filantrópicas e prestou uma soma incalculável de notáveis serviços a Itajubá.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Acolhida às Irmãs da Providência:&#039;&#039;&#039; Em 6 de junho de 1907, ao chegarem a Itajubá vindas de Carmo do Rio Claro, as primeiras Irmãs da Providência, chefiadas pela [[Madre Maria Raphael]], foram acolhidas por D. Amélia Braga. Ela providenciou diligentemente para que as Irmãs fossem bem recebidas e acomodadas. Cedeu-lhes um grande prédio de sua propriedade na esquina das atuais Ruas Cel. Rennó e Santos Pereira para que pudessem iniciar provisoriamente o [[Instituto para Surdas e Mudas]] e a [[Escola Normal Sagrado Coração de Jesus]]. As Irmãs a consideravam sua protetora em Itajubá.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Apoio à Santa Casa de Misericórdia:&#039;&#039;&#039; A [[Santa Casa de Misericórdia]] foi instalada em um prédio na Praça Dona Amélia Braga. Embora o prédio tenha sido adquirido com recursos legados pelo Dr. Domiciano da Costa Moreira e completados por outros beneméritos, sendo comprado do Dr. Aureliano Moreira Magalhães, D. Amélia doou um relógio à Santa Casa, demonstrando seu apoio à instituição que se localizava na praça nomeada em sua homenagem. Ela é listada como uma grande benemérita.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Terreno para o Bijou-Salon:&#039;&#039;&#039; D. Amélia Braga adquiriu da Paróquia o terreno anteriormente destinado à Capela do Senhor dos Passos, localizado em frente à Praça Cesário Alvim. Neste terreno, foi edificado o prédio onde o espanhol José Martins Garcia instalou o seu Cinema [[Bijou-Salon]], reconhecido como a primeira casa de cinema construída com essa finalidade em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Envolvimento Cívico e Social =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Braga participava ativamente da vida social e cívica da cidade.&lt;br /&gt;
* Em 1889, ela foi a Presidente da comissão diretora que acolheu o Bispo D. Lino Deodato de Carvalho durante sua visita a Itajubá.&lt;br /&gt;
* Pouco antes de falecer em 1925, D. Amélia havia idealizado a instalação de bondes elétricos em Itajubá, um melhoramento progressista que não se concretizou.&lt;br /&gt;
* A [[Sociedade Beneficente Itajubense]], que deu origem aos serviços iniciais da [[Santa Casa de Misericórdia]], funcionou em um prédio na Praça D. Amélia Braga.&lt;br /&gt;
* Fez parte da [[Comissão de Senhoras]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em reconhecimento à sua importância e contribuições para a cidade, a Praça Dona Amélia Braga foi nomeada em sua homenagem. Esta praça tem grande relevância histórica, sendo o local da mais antiga representação teatral conhecida em Itajubá, abrigando edifícios importantes como o antigo Fórum (onde hoje está a [[Câmara Municipal]]), e onde se instalaram instituições como a [[Santa Casa de Misericórdia]] e a [[Sociedade Beneficente Itajubense]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Braga é lembrada como uma figura fundamental no desenvolvimento social e cultural de Itajubá, sendo protetora de instituições religiosas e educacionais, apoiadora de projetos de saúde, e facilitadora do surgimento do primeiro cinema dedicado na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cinemas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personalidades]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Comiss%C3%A3o_de_Senhoras&amp;diff=291</id>
		<title>Comissão de Senhoras</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Comiss%C3%A3o_de_Senhoras&amp;diff=291"/>
		<updated>2026-02-22T22:32:17Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;Comissão de Senhoras em Itajubá refere-se a diversos agrupamentos de mulheres da elite local que, entre meados do século XIX e meados do século XX, organizaram-se para liderar movimentos filantrópicos, abolicionistas, religiosos e de recepção oficial no município. Essas comissões eram geralmente compostas por esposas de autoridades e grandes proprietários, exercendo influência direta na vida social e política da cidade.  = Atuação Abolicionista (1887–1888...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Comissão de Senhoras em Itajubá refere-se a diversos agrupamentos de mulheres da elite local que, entre meados do século XIX e meados do século XX, organizaram-se para liderar movimentos filantrópicos, abolicionistas, religiosos e de recepção oficial no município. Essas comissões eram geralmente compostas por esposas de autoridades e grandes proprietários, exercendo influência direta na vida social e política da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Atuação Abolicionista (1887–1888) =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das comissões de maior impacto histórico foi a organizada em dezembro de 1887, voltada para a &#039;&#039;&#039;Libertação da Cidade&#039;&#039;&#039;. Por inspiração de figuras ilustres, o grupo foi formado com o objetivo de obter a liberdade de todos os escravos residentes no perímetro urbano de Itajubá antes da inauguração da estrada de ferro Sapucaí.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Liderança:&#039;&#039;&#039; A comissão foi presidida por [[D. Emiliana Cobra Olinto]], esposa do então Juiz de Direito da Comarca, [[Dr. Adolfo Augusto Olinto]].&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Resultados:&#039;&#039;&#039; O empenho desta e de outras comissões culminou no evento de 11 de março de 1888, quando Itajubá declarou a extinção da escravidão em seu território, dois meses antes da Lei Áurea, ganhando o epíteto de &amp;quot;Cidade Luz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Atuação Religiosa e a Nova Igreja Matriz (1884) =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1884, uma comissão composta por &amp;quot;piedosas senhoras&amp;quot; foi fundamental para as solenidades de inauguração da nova [[Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade]] e para a transladação processional das imagens sacras vindas da Capela dos Remédios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Membros de Destaque:&#039;&#039;&#039; [[D. Cândida Rennó]] (esposa de [[João José Rennó]]), [[D. Ana Maria de Jesus Lima]] (esposa de [[Fructuoso Ramos de Lima]]), [[D. Amélia Braga|D. Amélia Cândida Vianna Braga]] (esposa de [[Miguel Carlos da Silva Braga]]) e [[D. Maria Macedo Magalhães]] (esposa do [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]]).&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Outras Atividades:&#039;&#039;&#039; No mesmo período, essa comissão foi encarregada pela &#039;&#039;&#039;Mesa da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte&#039;&#039;&#039; para angariar donativos para a festa da padroeira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Recepção Imperial (1868) =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ocasião da visita da [[Princesa Isabel]] e do [[Conde d&#039;Eu]] a Itajubá, em 2 de dezembro de 1868, o então Agente Executivo Municipal (Prefeito), [[Padre Antônio Caetano Ribeiro]], nomeou uma comissão que incluía dezenas de autoridades e senhoras da sociedade.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Objetivo:&#039;&#039;&#039; Organizar os preparativos para a hospedagem, o adorno da cidade e o protocolo das festividades imperiais.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Ações:&#039;&#039;&#039; A comissão coordenou o embandeiramento do templo, a preparação de fogos de artifício e a logística para receber a comitiva imperial, que permaneceu dois dias na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Atuação Trabalhista e Política (Fábrica Codorna) =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em registros de história oral sobre a Fábrica de Tecidos Codorna (ativa entre 1914 e 1966), menciona-se a existência de uma &amp;quot;comissão de mulheres&amp;quot; ou &amp;quot;comissão de senhoras&amp;quot; que atuava no ambiente fabril e político.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Papel Político:&#039;&#039;&#039; Antigos operários relatam que essa comissão teve papel decisivo em convencer lideranças locais a se envolverem na política institucional. O operário e sindicalista [[Pompeu José Antônio]] citou que aceitou candidatar-se a vereador (sendo eleito em 1962) após o apelo e apoio direto recebido dessa comissão de mulheres da fábrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Membros Históricos Notáveis =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversas senhoras da elite tradicional de Itajubá foram recorrentes nestas comissões ao longo das décadas:&lt;br /&gt;
* [[D. Emiliana Cobra Olinto]]: Líder do movimento abolicionista feminino.&lt;br /&gt;
* [[D. Ana Maria de Jesus Lima]]: Benemérita da [[Santa Casa de Misericórdia|Santa Casa]] e da Igreja Matriz.&lt;br /&gt;
* [[D. Amélia Braga|D. Amélia Cândida Vianna Braga]]: Protetora das Irmãs da Providência e ativa em causas paroquiais.&lt;br /&gt;
* [[D. Cândida Rennó]]: Envolvida em comissões de obras religiosas e assistência social.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=D._Ana_Maria_de_Jesus_Lima&amp;diff=290</id>
		<title>D. Ana Maria de Jesus Lima</title>
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		<updated>2026-02-22T22:26:33Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;D. Ana Maria de Jesus Lima (1842–1922) foi uma influente matrona e benemérita da sociedade itajubense entre o final do século XIX e o início do século XX. Casada com o jornalista e político Frutuoso Ramos de Lima, teve papel de destaque em movimentos religiosos e filantrópicos que moldaram as instituições de caridade e cultura de Itajubá.  = Biografia e Família =  Dona Ana Maria nasceu em 1842. Em 1862, casou-se com o imigrante português Frutuoso Ramos...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;D. Ana Maria de Jesus Lima (1842–1922) foi uma influente matrona e benemérita da sociedade itajubense entre o final do século XIX e o início do século XX. Casada com o jornalista e político [[Frutuoso Ramos de Lima]], teve papel de destaque em movimentos religiosos e filantrópicos que moldaram as instituições de caridade e cultura de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Biografia e Família =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dona Ana Maria nasceu em 1842. Em 1862, casou-se com o imigrante português [[Frutuoso Ramos de Lima]], uma figura central na história da cidade, fundador do jornal [[A Verdade]] e Agente Executivo Municipal (Prefeito).&lt;br /&gt;
D. Ana Maria pertencia a uma família de fortes inclinações artísticas e intelectuais:&lt;br /&gt;
* Era irmã do renomado artista [[Feliciano José Pinto da Silva]], considerado o &amp;quot;Leonardo da Vinci itajubense&amp;quot; por sua atuação como poeta, músico, pintor e escultor.&lt;br /&gt;
* Foi mãe do consagrado maestro e compositor [[Luiz Ramos de Lima]].&lt;br /&gt;
* Foi avó do engenheiro e historiador [[Dr. José Ernani de Lima]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Atuação Social e Religiosa =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua trajetória é marcada por um profundo envolvimento com a Igreja Católica e com a assistência aos desvalidos em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sociedade Beneficente e Santa Casa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Ana Maria foi uma das principais apoiadoras da [[Sociedade Beneficente Itajubense]], instituição fundada em 1897 que deu origem à [[Santa Casa de Misericórdia|Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]]. Ela foi a responsável pela doação da imagem de São José, o padroeiro da instituição; a peça foi trazida do Rio de Janeiro por sua iniciativa e entronizada em um altar da capela da Sociedade. Por seus &amp;quot;abnegados esforços&amp;quot; e dedicação em promover subscrições para a causa hospitalar, era publicamente reconhecida como uma das grandes protetoras da instituição. Mesmo após a consolidação da Santa Casa, continuou a realizar doações, como a de uma cômoda ofertada em memória de D. Marieta Bressane de Lima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atuação na Paróquia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1884, D. Ana Maria integrou a [[Comissão de Senhoras]] (ao lado de nomes como [[D. Amélia Braga|Amélia Cândida Vianna Braga]]) responsável pelas solenidades de inauguração da nova [[Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade]]. Sua participação foi essencial para o brilho das festividades e para a transladação processional das imagens e ornamentos sacros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Morte e Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faleceu em 1922, aos 80 anos. Seu legado permanece vinculado à história das artes e da caridade em Itajubá, sendo lembrada como uma das construtoras morais da cidade através de sua descendência e de sua influência nas raízes das instituições de saúde locais.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Sociedade Beneficente Itajubense</title>
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		<updated>2026-02-22T22:23:01Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A Sociedade Beneficente Itajubense foi uma instituição filantrópica pioneira fundada no município de Itajubá, Minas Gerais, no final do século XIX. Criada com o objetivo de oferecer assistência hospitalar a pobres e indigentes enfermos, ela foi a semente que deu origem à atual Santa Casa de Misericórdia de Itajubá.  = História e Fundação =  A instituição foi fundada em 2 de maio de 1897, por iniciativa de Arlindo Vieira Go...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Sociedade Beneficente Itajubense foi uma instituição filantrópica pioneira fundada no município de Itajubá, Minas Gerais, no final do século XIX. Criada com o objetivo de oferecer assistência hospitalar a pobres e indigentes enfermos, ela foi a semente que deu origem à atual [[Santa Casa de Misericórdia|Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História e Fundação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição foi fundada em 2 de maio de 1897, por iniciativa de [[Arlindo Vieira Goulart]] (conhecido carinhosamente como Sr. Rolindo). Goulart, um cidadão de poucos recursos financeiros mas de grande espírito humanitário, reuniu 32 pessoas ilustres em sua própria residência para expor a necessidade urgente de um nosocômio na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquela reunião inaugural, a ideia foi aprovada e o nome &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Sociedade Beneficente Itajubense&amp;quot;&#039;&#039;&#039; foi escolhido. Como Goulart não era rico, ele mantinha a instituição por meio de esmolas que angariava e mensalidades de mil réis pagas pelos sócios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeira Diretoria (1897)&lt;br /&gt;
A primeira Mesa Administrativa eleita para gerir a sociedade foi composta por:&lt;br /&gt;
* Presidente: Antônio Cândido Rennó.&lt;br /&gt;
* Vice-Presidente: Henrique de Sousa.&lt;br /&gt;
* Secretário: Sebastião Cabral.&lt;br /&gt;
* Tesoureiro: Arlindo Vieira Goulart.&lt;br /&gt;
* Procurador: Manuel Baptista de Carvalho.&lt;br /&gt;
* Zelador: João Emílio Salomon.&lt;br /&gt;
* Orador: Cândido Prado.&lt;br /&gt;
* Conselheiros: José Manso Pereira Cabral, Olímpio de Magalhães, João Baptista de Miranda e Ismael Pinto de Noronha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Instalações e Funcionamento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade começou a operar em uma sala alugada de uma velha casa localizada na esquina da Rua Cel. Rennó com a Travessa Municipal (atual Rua Comendador Schumann), na Praça Dona Amélia Braga.&lt;br /&gt;
O primeiro médico da instituição foi o [[Dr. Antonio Maximiano Xavier Lisboa]], que prestou serviços gratuitamente por décadas, recusando qualquer remuneração. Ainda como acadêmico de medicina, o [[Dr. João Sebastião Ribeiro de Azevedo]] também auxiliou nos atendimentos aos enfermos da Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padroeiro e Devoção ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O orago escolhido para a instituição foi &#039;&#039;&#039;São José&#039;&#039;&#039;, sugestão dada pelo [[Dr. José Manuel Pereira Cabral]]. Uma imagem do santo, vinda do Rio de Janeiro, foi doada por [[D. Ana Maria de Jesus Lima]] e entronizada em um altar da capela da Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Transição para Santa Casa de Misericórdia =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de três anos, a Sociedade acumulou um fundo de reserva de 9:693$129 réis. Em 10 de outubro de 1900, devido ao crescimento da demanda e à necessidade de adequação legal para receber legados importantes (como o testamento do [[Dr. Domiciano da Costa Moreira]]), a associação foi reorganizada e renomeada para [[Santa Casa de Misericórdia|Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]].&lt;br /&gt;
[[Arlindo Vieira Goulart]], o fundador original, continuou a atuar na nova fase como fiscal da Mesa Administrativa. Em 25 de dezembro de 1901, todo o arquivo da extinta Sociedade Beneficente Itajubense foi oficialmente recebido pela administração da Santa Casa, concluindo o processo de transição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Sócios Fundadores Pioneiros =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os primeiros sócios que responderam ao apelo de Arlindo Goulart em 1897 figuram nomes tradicionais da sociedade itajubense, como:&lt;br /&gt;
* Antônio Salomon, Filinto Nogueira, Dr. Luís Rennó, João Strutz, Higino Miranda, José Alves da Rocha Pereira, Luís Teixeira, Miguel Ramos de Lima e Francisco Leite de Queiroz.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Santa Casa de Misericórdia</title>
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		<updated>2026-02-22T22:15:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Santa Casa de Misericórdia de Itajubá&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma das mais importantes e tradicionais instituições de saúde do Sul de Minas Gerais. Fundada no final do século XIX, a instituição evoluiu de uma pequena sociedade beneficente para um complexo hospitalar de alta complexidade, sendo hoje um Hospital de Ensino certificado e referência regional para mais de 15 municípios da microrregião.  = História e Fundação =  == Origens e a Sociedade Beneficente (1897–190...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Santa Casa de Misericórdia de Itajubá&#039;&#039;&#039; é uma das mais importantes e tradicionais instituições de saúde do Sul de Minas Gerais. Fundada no final do século XIX, a instituição evoluiu de uma pequena sociedade beneficente para um complexo hospitalar de alta complexidade, sendo hoje um Hospital de Ensino certificado e referência regional para mais de 15 municípios da microrregião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História e Fundação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens e a Sociedade Beneficente (1897–1900) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da instituição começou em um cenário de carência assistencial no final do período imperial e início da república. Em 2 de maio de 1897, [[Arlindo Vieira Goulart]] (o &amp;quot;Sr. Rolindo&amp;quot;) mobilizou a elite local para fundar a [[Sociedade Beneficente Itajubense]]. O objetivo era criar um &amp;quot;nosocômio&amp;quot; (hospital) que atendesse os desvalidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira diretoria teve como presidente [[Antônio Cândido Rennó]] e como médico pioneiro o [[Dr. Antonio Maximiano Xavier Lisboa]], cujo trabalho voluntário por décadas tornou-se o alicerce ético da casa. O atendimento inicial ocorria em um prédio alugado na região central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Consolidação como Santa Casa (1900–1904) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 10 de outubro de 1900, a sociedade foi reorganizada sob a denominação de &#039;&#039;&#039;Santa Casa de Misericórdia&#039;&#039;&#039;, seguindo o modelo das tradicionais irmandades portuguesas. Essa mudança permitiu à instituição receber o legado testamentário do [[Dr. Domiciano da Costa Moreira]], verba essencial para a aquisição do primeiro prédio próprio em 1901, na atual Praça D. Amélia Braga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Edifício Monumental e a Era Wenceslau Braz (1920–1930) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o apoio político e financeiro do itajubense e ex-presidente da República, Wenceslau Braz, a Santa Casa iniciou sua fase de maior esplendor arquitetônico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Projeto:&#039;&#039;&#039; O edifício atual, em estilo neoclássico com influências francesas, foi projetado pelo arquiteto Eduardo Piquet e construído por Moisés Luigi.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Inauguração:&#039;&#039;&#039; O &amp;quot;Palácio da Caridade&amp;quot; foi inaugurado em 24 de outubro de 1925. A presença de Wenceslau Braz e do presidente de Minas, Melo Vianna, simbolizou a importância da instituição no cenário estadual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Expansão e Modernização (1940–2000) =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do século XX, a Santa Casa deixou de ser apenas um local de acolhimento para se tornar um centro cirúrgico e obstétrico de ponta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Maternidade Xavier Lisboa (1944):&#039;&#039;&#039; Nomeada em honra ao médico pioneiro, tornou-se a principal maternidade da região.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Capela de São José (1957):&#039;&#039;&#039; Espaço de acolhimento espiritual que se mantém como patrimônio cultural e religioso do hospital.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;A Era da Verticalização (1964):&#039;&#039;&#039; O lançamento da pedra fundamental do novo edifício de vários pavimentos (hoje conhecido como Bloco E) marcou o início da medicina de alta complexidade em Itajubá, permitindo a instalação de UTIs e grandes blocos cirúrgicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= A Santa Casa no Século XXI: Alta Complexidade e Ensino =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, a Santa Casa de Itajubá não é apenas um hospital de caridade, mas um Centro Tecnológico de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Hospital de Ensino ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das maiores transformações recentes foi a certificação como Hospital de Ensino pelos Ministérios da Saúde e da Educação. A instituição possui uma parceria histórica com a Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIT), servindo de campo de prática para residentes em diversas especialidades como Cirurgia Geral, Clínica Médica, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Ortopedia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Serviços de Referência ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O hospital destaca-se por serviços que atendem via SUS, convênios e particulares:&lt;br /&gt;
* Oncologia (UNACON): É a Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia, sendo referência no tratamento de câncer para todo o microssistema de saúde regional, oferecendo quimioterapia e cirurgias oncológicas.&lt;br /&gt;
* Hemodiálise: Possui um dos maiores e mais modernos centros de nefrologia do Sul de Minas, atendendo centenas de pacientes diariamente.&lt;br /&gt;
* UTIs: Conta com Unidades de Terapia Intensiva Adulto e Neonatal/Pediátrica equipadas com tecnologia de ponta.&lt;br /&gt;
* Cardiologia e Hemodinâmica: Realiza procedimentos complexos como cateterismos, angioplastias e cirurgias cardíacas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Administração e Reconhecimento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gestão da Santa Casa permanece fiel ao seu caráter filantrópico. É administrada por uma &#039;&#039;&#039;Mesa Administrativa&#039;&#039;&#039; e uma &#039;&#039;&#039;Provedoria&#039;&#039;&#039; composta por membros da sociedade civil que atuam de forma voluntária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Acreditação:&#039;&#039;&#039; A instituição tem buscado e mantido selos de qualidade e segurança do paciente, frequentemente alinhando-se aos padrões da ONA (Organização Nacional de Acreditação).&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Filantropia:&#039;&#039;&#039; Cerca de 60% a 70% de seus atendimentos são voltados ao Sistema Único de Saúde (SUS), reafirmando seu compromisso original de 1897 de socorrer os mais necessitados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Figuras de Destaque =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Arlindo Vieira Goulart: O visionário que iniciou o movimento em 1897.&lt;br /&gt;
* Dr. Xavier Lisboa: O médico que deu face humana e técnica à instituição por mais de 30 anos.&lt;br /&gt;
* Wenceslau Braz: O grande patrono político que viabilizou as maiores obras estruturais.&lt;br /&gt;
* Irmãs da Providência de Gap: Congregação religiosa que por quase um século foi responsável pela enfermagem, higiene e gestão interna, deixando um legado de disciplina e zelo.&lt;br /&gt;
* Maria Pinto Paulista (&amp;quot;Sá Marica Luísa&amp;quot;): Símbolo da enfermagem heróica em uma era pré-tecnológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Cronologia =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1897 (02 mai): Fundação da Sociedade Beneficente Itajubense.&lt;br /&gt;
* 1900 (10 out): Transformação em Santa Casa de Misericórdia.&lt;br /&gt;
* 1904 (03 mai): Inauguração do primeiro prédio próprio na Praça D. Amélia Braga.&lt;br /&gt;
* 1920 (28 nov): Lançamento da pedra fundamental do prédio atual.&lt;br /&gt;
* 1925 (24 out): Inauguração do atual edifício monumental.&lt;br /&gt;
* 1944 (25 dez): Inauguração da Maternidade Xavier Lisboa.&lt;br /&gt;
* 1954 (29 jun): Pedra fundamental da nova Capela de São José.&lt;br /&gt;
* 1964 (15 nov): Pedra fundamental do novo edifício hospitalar de vários andares.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Escola_Normal_Sagrado_Cora%C3%A7%C3%A3o_de_Jesus&amp;diff=287</id>
		<title>Escola Normal Sagrado Coração de Jesus</title>
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		<updated>2026-02-22T22:03:58Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A Escola Normal Sagrado Coração de Jesus é uma histórica instituição de ensino mineira, fundada em Itajubá no ano de 1907 pelas Irmãs da Providência de Gap. Voltada à educação feminina e à formação de docentes (magistério), a escola tornou-se um pilar do desenvolvimento educacional no sul de Minas Gerais, diplomando centenas de professoras ao longo de sua trajetória.  = História e Fundação =  A origem da escola está ligada à chegada da &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Congregaç...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A Escola Normal Sagrado Coração de Jesus é uma histórica instituição de ensino mineira, fundada em Itajubá no ano de 1907 pelas Irmãs da Providência de Gap. Voltada à educação feminina e à formação de docentes (magistério), a escola tornou-se um pilar do desenvolvimento educacional no sul de Minas Gerais, diplomando centenas de professoras ao longo de sua trajetória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História e Fundação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A origem da escola está ligada à chegada da &#039;&#039;&#039;Congregação das Irmãs da Providência de Gap&#039;&#039;&#039; ao Brasil, liderada pela [[Madre Maria Raphael]]. Após uma breve permanência em &#039;&#039;&#039;Carmo do Rio Claro&#039;&#039;&#039;, as religiosas transferiram-se para Itajubá em junho de 1907, acolhidas pela filantropa [[D. Amélia Braga|Dona Amélia Braga]].&lt;br /&gt;
Antes da fundação desta escola, Itajubá possuiu uma primeira [[Escola Normal Municipal]], criada em 1894 pelo então Agente Executivo [[Coronel Francisco Braz Pereira Gomes]], mas que teve vida curta, sendo extinta por volta de 1901. A iniciativa das irmãs francesas veio preencher essa lacuna no ensino pedagógico da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Instalações e Evolução =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Primeira Sede:&#039;&#039;&#039; Inicialmente, o colégio funcionou em um grande casarão cedido gratuitamente por [[D. Amélia Braga]], localizado na esquina da Rua Coronel Rennó com a Rua Santos Pereira.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Equiparação Oficial:&#039;&#039;&#039; Em 22 de outubro de 1912, através do Decreto Estadual nº 3.733, a instituição foi equiparada à Escola Normal Modelo de Minas Gerais, validando oficialmente seus diplomas.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Sede Própria:&#039;&#039;&#039; Em 1917, a municipalidade autorizou a venda do prédio do extinto [[Instituto para Surdas e Mudas|Instituto de Surdas e Mudas]] (também gerido pelas irmãs) à Congregação, para que as instalações da Escola Normal fossem consolidadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Organização Pedagógica =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição funcionava em regime de internato e externato, atendendo tanto a alunas da cidade quanto a jovens de outras regiões que buscavam formação pedagógica. Além do curso de formação de professoras (Magistério), a escola mantinha o ensino primário e humanidades.&lt;br /&gt;
Em seu pátio interno, foi inaugurada em 21 de janeiro de 1924 uma &#039;&#039;&#039;Gruta de Nossa Senhora de Lourdes&#039;&#039;&#039;, com uma imagem trazida de Paris, tornando-se um marco devocional para a comunidade escolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Corpo Docente e Direção =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversas personalidades marcaram a história da instituição, destacando-se:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Madre Maria Raphael:&#039;&#039;&#039; Fundadora e primeira superiora.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Irmã Maria São Paulo:&#039;&#039;&#039; Educadora formada em Pedagogia, que atuou como diretora da Escola Normal.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Irmã Maria das Neves Gazzoto:&#039;&#039;&#039; Atuou como superiora e diretora, falecendo em 1967.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Irmã Maria Auxence:&#039;&#039;&#039; Professora francesa que dedicou décadas ao ensino na instituição.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Pedro Bernardo Guimarães:&#039;&#039;&#039; O primeiro historiador de Itajubá também integrou o corpo docente da escola no início do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escola Normal Sagrado Coração de Jesus permanece como uma das instituições mais tradicionais de Itajubá, tendo sido fundamental para a profissionalização feminina e para a expansão da educação básica no estado através das professoras nela formadas. Atualmente, sua estrutura integra o complexo educacional do [[Colégio Sagrado Coração de Jesus]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Instituto_para_Surdas_e_Mudas&amp;diff=286</id>
		<title>Instituto para Surdas e Mudas</title>
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		<updated>2026-02-22T21:58:28Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Instituto para Surdas e Mudas&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi uma instituição de ensino especial pioneira no Brasil, fundada em Itajubá, Minas Gerais, no ano de 1907. Criado e dirigido pelas &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Irmãs da Providência de Gap&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, sob a liderança da Madre Maria Raphael, o instituto destacou-se por sua metodologia revolucionária e por ser, na época, a única escola feminina dedicada a essa finalidade em território nacional.  = História e Fundação =  As Irmãs da Providência chega...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;Instituto para Surdas e Mudas&#039;&#039;&#039; foi uma instituição de ensino especial pioneira no Brasil, fundada em Itajubá, Minas Gerais, no ano de 1907. Criado e dirigido pelas &#039;&#039;&#039;Irmãs da Providência de Gap&#039;&#039;&#039;, sob a liderança da [[Madre Maria Raphael]], o instituto destacou-se por sua metodologia revolucionária e por ser, na época, a única escola feminina dedicada a essa finalidade em território nacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= História e Fundação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Irmãs da Providência chegaram ao Brasil vindas de Gap, na França, em 1904, instalando-se inicialmente em &#039;&#039;&#039;Carmo do Rio Claro&#039;&#039;&#039;. Em junho de 1907, transferiram-se para Itajubá, onde foram acolhidas pela filantropa [[D. Amélia Braga]].&lt;br /&gt;
Inicialmente, as atividades começaram em um casarão cedido gratuitamente por D. Amélia, localizado na esquina da Rua Coronel Rennó com a Santos Pereira. Posteriormente, a Congregação construiu um prédio próprio, amplo e de sobrado, situado junto à Capela de Nossa Senhora dos Remédios, que também passou a pertencer às religiosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Inovação Pedagógica =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande diferencial do Instituto para Surdas e Mudas de Itajubá era o uso do método oral, aprovado no Congresso de Milão. Esta abordagem contrastava com o método de mímica utilizado no instituto para o sexo masculino existente no Rio de Janeiro na mesma época.&lt;br /&gt;
A eficácia do ensino despertou a admiração de visitantes ilustres, como o renomado escritor Carlos de Laet, que ficou vivamente impressionado com o progresso das alunas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Infraestrutura e Legislação =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desenvolvimento da instituição contou com o apoio do poder público municipal através de diversas leis:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Lei Municipal nº 20 (1913):&#039;&#039;&#039; Autorizou a municipalidade a construir um prédio destinado especificamente ao funcionamento do Instituto.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Lei Municipal nº 42 (1917):&#039;&#039;&#039; O então Agente Executivo [[Jorge de Oliveira Braga]] foi autorizado a vender o prédio onde funcionavam o Instituto e a [[Escola Normal]] às Irmãs da Providência pela quantia de 50 contos de réis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Conexões Históricas e Curiosidades =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O historiador [[Armelim Guimarães]] aponta uma &amp;quot;coincidência notável&amp;quot; na história da instituição: a imagem de Nossa Senhora dos Remédios, que se tornou a padroeira da capela anexa ao colégio, era zelada em seu antigo santuário nas Anhumas por dois irmãos conhecidos como &amp;quot;Prados&amp;quot;, que eram surdos-mudos. Décadas depois, as Irmãs da Providência fundariam o instituto para o ensino de surdas-mudas justamente à sombra dessa relíquia histórica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora o Instituto para Surdas e Mudas é atualmente inexistente, seu papel na história da educação especial em Itajubá e no Brasil permanece como um marco do pioneirismo das Irmãs da Providência e da [[Madre Maria Raphael]] na inclusão e no desenvolvimento técnico pedagógico de crianças com deficiência auditiva.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=D._Am%C3%A9lia_Braga&amp;diff=285</id>
		<title>D. Amélia Braga</title>
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		<updated>2026-02-22T21:53:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Amélia Braga 01.jpg|miniaturadaimagem|Amélia Braga, foto de 1904]]&lt;br /&gt;
Amélia Cândida Vianna Braga foi uma figura notável e influente na história de Itajubá, Minas Gerais, reconhecida como uma grande benemérita e empreendedora. Era uma capitalista e destacada propulsora do progresso da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Biografia e Vida Pessoal =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Cândida Vianna Braga era casada com [[Miguel Carlos da Silva Braga]]. Após enviuvar em 1903, ela herdou uma grande riqueza deixada por seu marido. Com suas largas posses, ela empregou seu dinheiro em realizações industriais e diversos outros empreendimentos em benefício da grandeza de Itajubá. Sua residência, um &amp;quot;palacete&amp;quot; na antiga Praça Theodomiro Santiago (hoje Praça Cesário Alvim), era notável, destacando-se &amp;quot;num tom aristocrático e fidalgo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela faleceu em 12 de agosto de 1925. Sua morte coincidiu com a da [[Madre Maria Raphael]], fundadora e introdutora das &#039;&#039;&#039;Irmãs da Providência de Gap&#039;&#039;&#039; no Brasil e em Itajubá, a quem D. Amélia deu acolhida e proteção na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Filantropia e Benemerências =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Braga dedicou parte de sua riqueza a obras filantrópicas e prestou uma soma incalculável de notáveis serviços a Itajubá.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Acolhida às Irmãs da Providência:&#039;&#039;&#039; Em 6 de junho de 1907, ao chegarem a Itajubá vindas de Carmo do Rio Claro, as primeiras Irmãs da Providência, chefiadas pela [[Madre Maria Raphael]], foram acolhidas por D. Amélia Braga. Ela providenciou diligentemente para que as Irmãs fossem bem recebidas e acomodadas. Cedeu-lhes um grande prédio de sua propriedade na esquina das atuais Ruas Cel. Rennó e Santos Pereira para que pudessem iniciar provisoriamente o [[Instituto para Surdas e Mudas]] e a [[Escola Normal Sagrado Coração de Jesus]]. As Irmãs a consideravam sua protetora em Itajubá.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Apoio à Santa Casa de Misericórdia:&#039;&#039;&#039; A [[Santa Casa de Misericórdia]] foi instalada em um prédio na Praça Dona Amélia Braga. Embora o prédio tenha sido adquirido com recursos legados pelo Dr. Domiciano da Costa Moreira e completados por outros beneméritos, sendo comprado do Dr. Aureliano Moreira Magalhães, D. Amélia doou um relógio à Santa Casa, demonstrando seu apoio à instituição que se localizava na praça nomeada em sua homenagem. Ela é listada como uma grande benemérita.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Terreno para o Bijou-Salon:&#039;&#039;&#039; D. Amélia Braga adquiriu da Paróquia o terreno anteriormente destinado à Capela do Senhor dos Passos, localizado em frente à Praça Cesário Alvim. Neste terreno, foi edificado o prédio onde o espanhol José Martins Garcia instalou o seu Cinema [[Bijou-Salon]], reconhecido como a primeira casa de cinema construída com essa finalidade em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Envolvimento Cívico e Social =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Braga participava ativamente da vida social e cívica da cidade.&lt;br /&gt;
* Em 1889, ela foi a Presidente da comissão diretora que acolheu o Bispo D. Lino Deodato de Carvalho durante sua visita a Itajubá.&lt;br /&gt;
* Pouco antes de falecer em 1925, D. Amélia havia idealizado a instalação de bondes elétricos em Itajubá, um melhoramento progressista que não se concretizou.&lt;br /&gt;
* A [[Sociedade Beneficente Itajubense]], que deu origem aos serviços iniciais da [[Santa Casa de Misericórdia]], funcionou em um prédio na Praça D. Amélia Braga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em reconhecimento à sua importância e contribuições para a cidade, a Praça Dona Amélia Braga foi nomeada em sua homenagem. Esta praça tem grande relevância histórica, sendo o local da mais antiga representação teatral conhecida em Itajubá, abrigando edifícios importantes como o antigo Fórum (onde hoje está a [[Câmara Municipal]]), e onde se instalaram instituições como a [[Santa Casa de Misericórdia]] e a [[Sociedade Beneficente Itajubense]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Amélia Braga é lembrada como uma figura fundamental no desenvolvimento social e cultural de Itajubá, sendo protetora de instituições religiosas e educacionais, apoiadora de projetos de saúde, e facilitadora do surgimento do primeiro cinema dedicado na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Cinemas]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personalidades]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Miguel_Carlos_da_Silva_Braga&amp;diff=284</id>
		<title>Miguel Carlos da Silva Braga</title>
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		<updated>2026-02-22T16:27:26Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Miguel Carlos da Silva Braga&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, também referido como &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Comendador Miguel Braga&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, foi um próspero comerciante, industrial e proprietário de terras de nacionalidade portuguesa que se radicou em Itajubá, Minas Gerais, no século XIX. É reconhecido historicamente como um dos principais propulsores do desenvolvimento urbano e arquitetônico do município durante o período imperial e o início da República.  = Biografia e Família =  Miguel Braga era de nacionali...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Miguel Carlos da Silva Braga&#039;&#039;&#039;, também referido como &#039;&#039;&#039;Comendador Miguel Braga&#039;&#039;&#039;, foi um próspero comerciante, industrial e proprietário de terras de nacionalidade portuguesa que se radicou em Itajubá, Minas Gerais, no século XIX. É reconhecido historicamente como um dos principais propulsores do desenvolvimento urbano e arquitetônico do município durante o período imperial e o início da República.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Biografia e Família =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Miguel Braga era de nacionalidade portuguesa e viveu em Itajubá por aproximadamente 47 anos antes de seu falecimento. Foi casado com a influente filantropa [[D. Amélia Braga|Amélia Cândida Vianna Braga (Dona Amélia Braga)]]. Devido ao seu sucesso nos negócios, tornou-se um dos maiores capitalistas e investidores da região, integrando a elite econômica que financiou o progresso industrial e social itajubense no final do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Atuação Profissional e Urbanismo =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como homem de negócios e industrial, Miguel Braga desempenhou um papel central na modernização da infraestrutura da cidade:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Desenvolvimento Imobiliário:&#039;&#039;&#039; Foi um dos maiores construtores da história de Itajubá, sendo-lhe creditada a edificação ou reedificação de 42 prédios na área urbana. Sua contribuição foi tão significativa que a imprensa da época o descreveu como o responsável pelo &amp;quot;embelezamento e formosura da bela &#039;Cidade Luz&#039;&amp;quot; (apelido dado a Itajubá por ter libertado escravos precocemente).&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Serviços Públicos:&#039;&#039;&#039; Sua influência e posses eram tais que ele possuía concessões específicas de &amp;quot;penas d&#039;água&amp;quot; (direito ao uso de água encanada) garantidas pelo Estatuto Municipal de 1917, como forma de compensação por concessões e melhoramentos feitos por ele à municipalidade no passado.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Investimentos:&#039;&#039;&#039; Foi listado entre os grandes investidores que promoveram e financiaram diversos empreendimentos industriais de relevância para o crescimento econômico local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Filantropia =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Miguel Braga foi um dos primeiros e maiores benfeitores da [[Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]]. Embora tenha falecido antes da inauguração do edifício definitivo da instituição, ele demonstrou seus sentimentos altruístas ao deixar em seu testamento uma vultosa quantia destinada às obras e manutenção do hospital. Sua memória foi honrada durante a inauguração oficial do complexo hospitalar em 1904, sendo citado como uma das colunas sustentadoras daquela obra de caridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Morte e Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Miguel Carlos da Silva Braga faleceu em Itajubá no dia 2 de setembro de 1903. Seu falecimento foi amplamente lamentado na imprensa local, que dedicou edições inteiras para enaltecer seu caráter honrado e sua trajetória como &amp;quot;administrador e profissional capaz e humano&amp;quot;.&lt;br /&gt;
Após sua morte, sua esposa, [[D. Amélia Braga]], herdou sua vasta fortuna e continuou o legado de investimentos industriais e obras filantrópicas que o casal havia iniciado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Madre_Maria_Raphael&amp;diff=283</id>
		<title>Madre Maria Raphael</title>
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		<updated>2026-02-22T16:22:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Madre Maria Raphael.jpg|miniaturadaimagem|Madre Maria Raphael]]&lt;br /&gt;
&#039;&#039;&#039;Madre Maria Raphael&#039;&#039;&#039; (Montpezat, França, 8 de março de 1878 - Itajubá, 12 de agosto de 1925) foi uma religiosa, educadora e pioneira francesa, reconhecida como a fundadora e primeira superiora da &#039;&#039;&#039;Congregação das Irmãs da Providência de Gap no Brasil&#039;&#039;&#039;. Sua trajetória foi marcada pela implementação de métodos educacionais inovadores para a época, especialmente no ensino de surdos-mudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Vida Religiosa e Início da Carreira =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascida na França, iniciou sua vida religiosa formal em setembro de 1882 e emitiu seus votos perpétuos em 20 de setembro de 1892, no Convento de Gap. Antes de sua missão em território brasileiro, exerceu o cargo de diretora do Instituto de Surdos-Mudos em Auch, no sul da França.&lt;br /&gt;
Sua vinda ao Brasil foi motivada pelo contato com a Madre E. Tonti, irmã do então Núncio Apostólico no Brasil, que lhe relatou o desejo de D. Maria Goulart de Andrade de fundar um colégio para meninas em Carmo do Rio Claro, Minas Gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Missão no Brasil =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 10 de junho de 1904, acompanhada por outras cinco irmãs, Madre Maria Raphael embarcou de Bordéus rumo ao Rio de Janeiro, onde desembarcou em 29 de junho. Em 15 de agosto de 1904, fundou o Colégio Sagrados Corações de Jesus e Maria em Carmo do Rio Claro.&lt;br /&gt;
Em junho de 1907, transferiu-se para Itajubá, onde expandiu a atuação da Congregação. Na cidade, foi a responsável por fundar:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Escola Normal Sagrado Coração de Jesus]]&#039;&#039;&#039;: Instituição que se tornou referência na formação de professoras no sul de Minas.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Instituto para Surdas e Mudas]]&#039;&#039;&#039;: Único no Brasil à época a utilizar o método oral (aprovado no Congresso de Milão), em contraste com o método de mímica utilizado no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Noviciado da Congregação&#039;&#039;&#039;: Centro de formação para novas religiosas em solo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Relação com Itajubá e Filantropia =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao chegar a Itajubá, Madre Maria Raphael contou com o apoio fundamental da filantropa [[D. Amélia Braga]], que cedeu gratuitamente um casarão na esquina da Rua Coronel Rennó com a Santos Pereira para a instalação provisória do primeiro colégio.&lt;br /&gt;
Sob sua liderança, as Irmãs da Providência também assumiram funções de assistência social e de saúde na cidade, incluindo a direção interna da [[Santa Casa de Misericórdia]], do [[Asilo de Velhos]] e, posteriormente, da [[Maternidade Xavier Lisboa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Morte e Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Madre Maria Raphael faleceu em 12 de agosto de 1925. Curiosamente, sua morte ocorreu no mesmo dia em que faleceu sua grande protetora, [[D. Amélia Braga]].&lt;br /&gt;
Seu legado educacional em Itajubá perdura através do [[Colégio Sagrado Coração de Jesus]], e sua dedicação às causas sociais é lembrada como um pilar no desenvolvimento da assistência humanitária do município. Seu nome foi homenageado em vias públicas da cidade, como a Rua Madre Raphael.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Arquivo:Madre_Maria_Raphael.jpg&amp;diff=282</id>
		<title>Arquivo:Madre Maria Raphael.jpg</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Madre Maria Raphael&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Descrição do arquivo ==&lt;br /&gt;
Madre Maria Raphael&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Madre Maria Raphael</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Madre Maria Raphael&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (Montpezat, França, 8 de março de 1878 — Itajubá, 12 de agosto de 1925) foi uma religiosa, educadora e pioneira francesa, reconhecida como a fundadora e primeira superiora da &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Congregação das Irmãs da Providência de Gap no Brasil&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. Sua trajetória foi marcada pela implementação de métodos educacionais inovadores para a época, especialmente no ensino de surdos-mudos.  = Vida Religiosa e Início da Carreira =  Nascida na França,...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Madre Maria Raphael&#039;&#039;&#039; (Montpezat, França, 8 de março de 1878 — Itajubá, 12 de agosto de 1925) foi uma religiosa, educadora e pioneira francesa, reconhecida como a fundadora e primeira superiora da &#039;&#039;&#039;Congregação das Irmãs da Providência de Gap no Brasil&#039;&#039;&#039;. Sua trajetória foi marcada pela implementação de métodos educacionais inovadores para a época, especialmente no ensino de surdos-mudos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Vida Religiosa e Início da Carreira =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nascida na França, iniciou sua vida religiosa formal em setembro de 1882 e emitiu seus votos perpétuos em 20 de setembro de 1892, no Convento de Gap. Antes de sua missão em território brasileiro, exerceu o cargo de diretora do Instituto de Surdos-Mudos em Auch, no sul da França.&lt;br /&gt;
Sua vinda ao Brasil foi motivada pelo contato com a Madre E. Tonti, irmã do então Núncio Apostólico no Brasil, que lhe relatou o desejo de D. Maria Goulart de Andrade de fundar um colégio para meninas em Carmo do Rio Claro, Minas Gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Missão no Brasil =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 10 de junho de 1904, acompanhada por outras cinco irmãs, Madre Maria Raphael embarcou de Bordéus rumo ao Rio de Janeiro, onde desembarcou em 29 de junho. Em 15 de agosto de 1904, fundou o Colégio Sagrados Corações de Jesus e Maria em Carmo do Rio Claro.&lt;br /&gt;
Em junho de 1907, transferiu-se para Itajubá, onde expandiu a atuação da Congregação. Na cidade, foi a responsável por fundar:&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Escola Normal Sagrado Coração de Jesus]]&#039;&#039;&#039;: Instituição que se tornou referência na formação de professoras no sul de Minas.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;[[Instituto para Surdas e Mudas]]&#039;&#039;&#039;: Único no Brasil à época a utilizar o método oral (aprovado no Congresso de Milão), em contraste com o método de mímica utilizado no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
* &#039;&#039;&#039;Noviciado da Congregação&#039;&#039;&#039;: Centro de formação para novas religiosas em solo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Relação com Itajubá e Filantropia =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao chegar a Itajubá, Madre Maria Raphael contou com o apoio fundamental da filantropa [[D. Amélia Braga]], que cedeu gratuitamente um casarão na esquina da Rua Coronel Rennó com a Santos Pereira para a instalação provisória do primeiro colégio.&lt;br /&gt;
Sob sua liderança, as Irmãs da Providência também assumiram funções de assistência social e de saúde na cidade, incluindo a direção interna da [[Santa Casa de Misericórdia]], do [[Asilo de Velhos]] e, posteriormente, da [[Maternidade Xavier Lisboa]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Morte e Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Madre Maria Raphael faleceu em 12 de agosto de 1925. Curiosamente, sua morte ocorreu no mesmo dia em que faleceu sua grande protetora, [[D. Amélia Braga]].&lt;br /&gt;
Seu legado educacional em Itajubá perdura através do [[Colégio Sagrado Coração de Jesus]], e sua dedicação às causas sociais é lembrada como um pilar no desenvolvimento da assistência humanitária do município. Seu nome foi homenageado em vias públicas da cidade, como a Rua Madre Raphael.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Cine_Pacatito&amp;diff=280</id>
		<title>Cine Pacatito</title>
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		<updated>2025-09-25T16:15:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Alvo de redirecionamento alterado de Teatro Santa Cecília para Cine Auditório da F.I.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Cine Auditório da F.I.]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Santa_Cec%C3%ADlia&amp;diff=279</id>
		<title>Santa Cecília</title>
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		<updated>2025-09-25T16:15:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para Teatro Santa Cecília&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Teatro Santa Cecília]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Cine_Pacatito&amp;diff=278</id>
		<title>Cine Pacatito</title>
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		<updated>2025-09-25T16:15:11Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Alvo de redirecionamento alterado de Cine Auditório da F.I. para Teatro Santa Cecília&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Teatro Santa Cecília]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=MediaWiki:Sitetitle&amp;diff=275</id>
		<title>MediaWiki:Sitetitle</title>
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		<updated>2025-06-12T22:47:45Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;História de Itajubá - Enciclopédia Digital&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;História de Itajubá - Enciclopédia Digital&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=274</id>
		<title>Página principal</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=P%C3%A1gina_principal&amp;diff=274"/>
		<updated>2025-06-07T02:23:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Bem-vindo à Wiki da História de Itajubá! =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Arquivo:Teatro Santa Cecilia 1897.jpg|miniaturadaimagem|Teatro Santa Cecília e igreja matriz, foto de 1897]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a enciclopédia colaborativa dedicada à preservação e divulgação da rica história da cidade de &#039;&#039;&#039;Itajubá&#039;&#039;&#039;, no sul de Minas Gerais.  &lt;br /&gt;
Aqui você encontrará informações organizadas sobre os acontecimentos, personagens, tradições, marcos culturais e transformações que moldaram a identidade itajubense desde sua fundação, em &#039;&#039;&#039;1819&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Páginas em destaque ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Cinemas]]: Conheça a rica história dos cinemas de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Explore os principais temas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[História Geral de Itajubá]]: Um resumo conciso da trajetória histórica da cidade, desde suas origens até os tempos mais recentes.&lt;br /&gt;
** [[Cronologia]]: Uma linha do tempo com datas e eventos significativos da história de Itajubá.&lt;br /&gt;
** [[Historiografia e Fontes]]: Discussão sobre os principais autores e materiais utilizados para estudar a história local, como livros, jornais, atas da Câmara Municipal, documentos de órgãos públicos, associações, livros de tombo de igrejas e documentos de famílias tradicionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Origens e Povoamento]]&lt;br /&gt;
** [[Geografia da Região]]: Descrição geográfica da área, incluindo o Rio Sapucaí e a Serra da Mantiqueira.&lt;br /&gt;
** [[Primeiros Habitantes]]: Informações sobre os índios Puri-coroados e outros vestígios de civilizações remotas.&lt;br /&gt;
** [[A Itajubá Primitiva]] (Delfim Moreira): A história da Nossa Senhora da Soledade de Itagybá, fundada em 1703 por Miguel Garcia Velho, e a confusão histórica com a Itajubá atual.&lt;br /&gt;
** [[Etimologia de Itajubá]]: Explicação do significado da palavra Itajubá (originalmente Itagybá) como &amp;quot;água que, do alto, cai sobre a pedra&amp;quot; ou &amp;quot;cachoeira&amp;quot;, refutando o equívoco de &amp;quot;pedra amarela&amp;quot;.&lt;br /&gt;
** [[Padre Lourenço da Costa Moreira]]: A figura do sacerdote considerado o fundador da nova Itajubá, seu papel no povoamento e a lenda do &amp;quot;Padre Fundador&amp;quot;.&lt;br /&gt;
** [[Fundação da Nova Itajubá]]: Os eventos que levaram à fundação do povoado na Boa Vista em 19 de março de 1819.&lt;br /&gt;
** [[Quilombo da Berta]]: Informações sobre este mocambo (comunidade de escravos fugidos) na região.&lt;br /&gt;
** [[A Vida no Arraial Nascente]]: Descrição do início do povoado, incluindo navegação fluvial, a influência do Padre Lourenço nas decisões e as primeiras construções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Evolução Político-Administrativa]]:&lt;br /&gt;
** [[Do Arraial à Freguesia e Vila]]: O processo de organização administrativa e eclesiástica que levou à criação da Freguesia e, posteriormente, da Vila em 1848/1849.&lt;br /&gt;
** [[Elevação à Categoria de Cidade]] (1862): A data e o processo pelo qual Itajubá se tornou cidade.&lt;br /&gt;
** [[Criação e História da Comarca]] (1872): A criação da Comarca de Itajubá, seus primeiros juízes, sua jurisdição original e a história do funcionamento do Judiciário local, incluindo a construção dos edifícios do Fórum.&lt;br /&gt;
** [[O Poder Legislativo]]: A história da Câmara Municipal de Itajubá desde sua instituição.&lt;br /&gt;
** [[O Poder Executivo]]: Informações sobre os agentes executivos e prefeitos notáveis.&lt;br /&gt;
** [[Divisões Territoriais]]: A abrangência do município ao longo do tempo e a criação de novos municípios a partir de seu território.&lt;br /&gt;
** [[Movimentos Políticos]]: Aspectos do regime republicano e outros movimentos políticos locais.&lt;br /&gt;
** [[Personalidades Políticas]]: Biografias de figuras políticas importantes ligadas a Itajubá, como [[Wenceslau Braz Pereira Gomes]] e [[Euclides Pereira Cintra]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Sociedade e Cultura]]:&lt;br /&gt;
** [[Abolição da Escravatura]]: A história da abolição dos escravos em Itajubá antes da Lei Áurea e a origem do epíteto &amp;quot;Cidade Luz&amp;quot;.&lt;br /&gt;
** [[Famílias Tradicionais e Imigrantes]]: Informações sobre as famílias pioneiras e a chegada de diferentes grupos de imigrantes (portugueses, italianos, alemães, espanhóis, levantinos, japoneses e chineses) que contribuíram para a formação social da cidade.&lt;br /&gt;
** [[Vida Religiosa]]: História das igrejas (Matriz, Capela dos Remédios, etc.), irmandades (Nossa Senhora do Rosário, São Benedito) e devoções.&lt;br /&gt;
** [[Filantropia e Obras Sociais]]: Exemplos de gestos altruístas e a fundação de instituições como a Santa Casa de Misericórdia e casas de caridade.&lt;br /&gt;
** [[Folclore e Tradições Populares]]: O estudo das tradições populares locais.&lt;br /&gt;
** [[Artes e Esportes]]: História e desenvolvimento dos [[Teatros]], [[Cinemas]], música ([[Banda Concórdia Itajubense]], [[Fructuoso Vianna]]), pintura ([[Luís Teixeira]]) e [[Futebol]].&lt;br /&gt;
** [[Imprensa e Publicações]]: A história do periodismo em Itajubá, desde o primeiro jornal [[O Itajubá]] em 1872 e o desenvolvimento das tipografias.&lt;br /&gt;
** [[Bibliotecas e Museus]]: A criação e história das bibliotecas públicas ([[Machado de Assis]], Clube Itajubense) e tentativas de organização de museus.&lt;br /&gt;
** [[Educação]]: A história das escolas e instituições de ensino na cidade, desde o ensino secundário até o ensino superior (Instituto Eletrotécnico Mecânico/[[UNIFEI]], [[Faculdade de Medicina]], etc.).&lt;br /&gt;
** [[Academias e Institutos]]: O papel de instituições como a [[Academia Itajubense de Letras]], [[Academia de História de Itajubá]] e o [[Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais]] no estudo e preservação da história local.&lt;br /&gt;
** [[Cultura]]: O conceito de cultura em Itajubá como processo de criação de todos e direito de todos, e a reflexão sobre o que preservar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Economia e Indústria]]:&lt;br /&gt;
** [[Agricultura e Pecuária]]: O desenvolvimento dessas atividades na região.&lt;br /&gt;
** [[Comércio]]: A história do comércio e instituições como a [[Associação Comercial]].&lt;br /&gt;
** [[Indústrias]]: Visão geral do desenvolvimento industrial.&lt;br /&gt;
*** [[Fábrica Codorna]]: História, importância como marco da arquitetura industrial e dos conflitos em torno de seu tombamento.&lt;br /&gt;
*** [[IMBEL]] (Fábrica de Armas): A história desta importante fábrica.&lt;br /&gt;
*** Outras Indústrias: Outras fábricas notáveis como [[Cabelte]], [[Cabelauto]], [[Mahle]] e [[Helibras]].&lt;br /&gt;
*** [[Indústria Canavieira]]: A importância histórica da cana-de-açúcar e o projeto do Engenho Central.&lt;br /&gt;
** [[Projetos de Desenvolvimento]]: Iniciativas como o projeto Itajubá Tecnópolis e a busca pela inovação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Desenvolvimento Urbano e Infraestrutura]]:&lt;br /&gt;
** [[Urbanização e Planejamento]]: O processo de formação do espaço urbano de Itajubá.&lt;br /&gt;
** [[Ruas, Bairros e Lugares Notáveis]]: Descrição e história de áreas específicas da cidade, incluindo o antigo bairro operário Boa Vista.&lt;br /&gt;
** [[Transportes]]: História das estradas, ferrovias ([[Estrada de Ferro Sapucaí]]) e navegação fluvial no [[Rio Sapucaí]].&lt;br /&gt;
** [[Pontes]]: A construção de pontes importantes para a cidade.&lt;br /&gt;
** [[Arquitetura Histórica]]: Destaque para edifícios notáveis e seus estilos arquitetônicos.&lt;br /&gt;
** [[Iluminação Pública]]: A chegada da energia elétrica e a história da iluminação em Itajubá.&lt;br /&gt;
** [[Saneamento Básico]]: O desenvolvimento do abastecimento de água.&lt;br /&gt;
** [[Preservação do Patrimônio]]: O [[Conselho Municipal de Patrimônio Histórico e Artístico]], os processos de tombamento e a importância da conservação de bens históricos e artísticos.&lt;br /&gt;
** [[Monumentos]]: Descrição de monumentos importantes, como o do [[Expedicionário Itajubense]].&lt;br /&gt;
** [[Cemitérios]]: A história dos cemitérios locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Personalidades]]: Uma seção com biografias de itajubenses notáveis, organizada por área de atuação (Políticos, Historiadores, Artistas, Educadores, etc.) como [[Armelim Guimarães]], [[Pedro Bernardo Guimarães]], [[Padre Lourenço]], [[Wenceslau Braz]], [[Adolpho Augusto Olyntho]] e [[Geraldino Campista]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Eventos Históricos Relevantes]]: Página dedicadas a eventos marcantes, com detalhes e contexto histórico.&lt;br /&gt;
** [[Abolição da Escravatura em Itajubá]] em 11 de março de 1888.&lt;br /&gt;
** A [[Visita da Princesa Isabel]] em 1868.&lt;br /&gt;
** A [[Posse de Wenceslau Braz na Presidência]] em 1914.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Organizar e revisar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Desenvolvimento Político e Urbano]]: Descubra como Itajubá se tornou freguesia, vila e cidade, e conheça seus primeiros prefeitos e líderes.&lt;br /&gt;
* [[Economia e Indústria]]: Entenda o papel da agricultura, da indústria têxtil, da fábrica de armas e da Helibrás na economia local.&lt;br /&gt;
* [[Sociedade e Cultura]]: Conheça as tradições populares, a história das escolas, da imprensa, da música e das festas itajubenses.&lt;br /&gt;
* [[Efemérides e Curiosidades]]: Uma linha do tempo completa com eventos, celebrações e fatos curiosos da cidade.&lt;br /&gt;
* [[Personagens Históricos]]: Biografias de figuras que marcaram a trajetória política, cultural e social de Itajubá.&lt;br /&gt;
* [[Patrimônio e Memória]]: Fotografias, mapas, documentos e locais históricos preservados (ou já desaparecidos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
* Manter viva a memória de Itajubá para as futuras gerações.&lt;br /&gt;
* Reunir, organizar e divulgar informações confiáveis e documentadas.&lt;br /&gt;
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&amp;gt; &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Conhecer a história de uma cidade é entender as raízes de quem somos.&amp;quot;&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
== Acesso às Obras Digitais ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confira as obras principais sobre a história de Itajubá disponíveis para leitura:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/efemerides-itajubenses-1972-pdf &#039;&#039;Efemérides Itajubenses (1972)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/efemerides-itajubenses-1988-pdf &#039;&#039;Efemérides Itajubenses (1988)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/historia-de-itajuba-1987-pdf &#039;&#039;História de Itajubá (1987)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/resumo-didatico-da-historia-de-itajuba-2000-pdf/ &#039;&#039;Resumo Didático da História de Itajubá (2000)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/itajuba-e-sua-historia-1998-pdf/ &#039;&#039;Itajubá e Sua História (1998)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/itajuba-e-sua-historia-2o-volume-1999-pdf/ &#039;&#039;Itajubá e Sua História - 2º Volume (1999)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/historia-de-itajuba-1819-1969-pdf/ &#039;&#039;História de Itajubá: 1819-1969&#039;&#039; - Dermeval José Pimenta]&lt;br /&gt;
* [https://historiadeitajuba.com.br/sinopse-da-historia-de-itajuba-1966-pdf/ &#039;&#039;Sinopse da História de Itajubá (1966)&#039;&#039; - Armelim Guimarães]&lt;br /&gt;
* [https://link-para-comarca-itajuba-1872-2022.pdf &#039;&#039;Comarca de Itajubá: 1872-2022&#039;&#039; - Marcos Antônio de Olivas]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
----&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&#039;&#039;Importante&#039;&#039;: Todos os livros são disponibilizados para fins educativos e preservação da memória cultural da cidade.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Edison_Cinema&amp;diff=273</id>
		<title>Edison Cinema</title>
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		<updated>2025-06-05T21:56:57Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Edison Cinema.jpg|miniaturadaimagem|Edifício do Edison Cinema, que se tornaria a loja A Liberty]]&lt;br /&gt;
O Edison Cinema foi uma sala de cinema localizada em Itajubá, considerada o segundo cinema fundado na cidade. Foi estabelecido por [[Joaquim Rodrigues Pinto]], pai de [[Eulálio da Gama Pinto]], o &amp;quot;Lalinho&amp;quot;, que fundaria o Cine Apolo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cinema que viria a ser o Edison foi inaugurado inicialmente em 10 de agosto de 1913 sob o nome de &#039;&#039;&#039;Molière-Cinema&#039;&#039;&#039;. Ele foi instalado pela empresa Salgado, Lisboa &amp;amp; Braga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1914, o nome do cinema foi alterado para Edison Cinema, aceitando uma sugestão feita pela revista Século XX em suas edições de abril e maio de 1913.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Localização =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Edison Cinema funcionou em um prédio localizado na Praça Wenceslau Brás. Este prédio, que mais tarde seria ocupado pela casa comercial [[A Liberty]], já inexistente, situava-se ao lado de onde posteriormente seria construído o Cine Presidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Operação e Fechamento =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Edison Cinema é listado entre as &amp;quot;velhas casas do cinema mudo de Itajubá&amp;quot;, juntamente com o [[Bijou-Salon]], o [[Cine Paratodos]] e o [[Cine Apolo]]. As sessões de filmes mudos nessas casas eram frequentemente animadas por orquestras e solistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A capacidade exata do Edison Cinema não é mencionada nas fontes disponíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cinema encerrou suas atividades provavelmente entre 1926 e 1930.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Legado =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o segundo cinema a ser fundado em Itajubá, o Edison Cinema, sob a gestão de [[Joaquim Rodrigues Pinto]], representou um passo importante na consolidação da exibição cinematográfica na cidade, atuando durante a era do cinema mudo e sendo um precursor de salas posteriores, incluindo o [[Cine Apolo]], fundado por seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Veja também =&lt;br /&gt;
* [[Cinemas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
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		<updated>2025-06-05T21:55:59Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Cronologia&amp;diff=271</id>
		<title>Cronologia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Cronologia&amp;diff=271"/>
		<updated>2025-06-05T21:48:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Evolução da população de Itajubá.png|miniaturadaimagem|Evolução da população de Itajubá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta página apresenta uma linha do tempo com datas e eventos importantes na história do município de Itajubá, Minas Gerais, compilados a partir dos materiais consultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Principais Acontecimentos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1703: Fundação do povoado serrano de [[Nossa Senhora da Soledade de Itagybá]], a primitiva Itajubá, localizado no alto da Mantiqueira (atualmente cidade e município de Delfim Moreira).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Século XVIII: Início do [[Arraial das Anhumas]], possivelmente formado por escravos fugidos. O arraial das Anhumas já existia em 1810.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1819 (19 de março): [[Fundação da nova Itajubá]] na Boa Vista do Sapucaí. Neste dia, o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], vindo de Delfim Moreira (a primitiva Itajubá), celebrou a primeira missa na Boa Vista do Sapucaí, dando início ao arraial que é hoje a próspera cidade de Itajubá. A data coincidiu com o dia de São José e a data natalícia de José de Anchieta. Foi construída uma ermida de pau-a-pique dedicada a São José.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1822 (16 de maio): Criação do Curato de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1831 (29 de agosto): Criação do Juizado de Paz de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1831 (8 de novembro): Criação da Freguesia de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1832: Consolidação da paróquia na nova Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1843: Vinda da imagem de Nossa Senhora dos Remédios para a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1848 (27 de setembro): Emancipação política de Itajubá e elevação da vila à categoria de vila pela Lei Provincial 335.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1852 (4 de maio): A Lei n.º 575 desmembra a Freguesia de Santa Rita do Sapucaí de Pouso Alegre e a anexa ao município de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1855 (13 de outubro): Itajubá recebe a primeira visita de um inspetor escolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1860 (25 de julho): Primeiro ato da Municipalidade para [[iluminação pública]], solicitando um lampião na esquina da cadeia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1862: É encenada a primeira peça de [[Teatro]] em Itajubá, &amp;quot;O Fantasma Branco&amp;quot; de Joaquim Manoel de Macedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1862 (4 de outubro): Elevação de Itajubá à categoria de cidade pela Lei n.º 1.149.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1870 (8 de janeiro): A Lei mineira nº 1.740 determina que Itajubá pertence à Comarca de Jaguari (Camanducaia).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1872 (12 de maio): Surgimento do primeiro jornal de Itajubá, &amp;quot;[[O Itajubá]]&amp;quot;, fundado e dirigido pelo [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]]. Foi o primeiro trabalho impresso em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1872 (15 de julho): Criação da [[Comarca de Itajubá]] pela Lei nº 1.867. O [[Dr. Adolfo Augusto Olinto]] foi o primeiro juiz de Direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1872: É inaugurado o primeiro teatro, o &amp;quot;[[Teatro Santa Cecília]]&amp;quot;. É iniciado o segundo calçamento na Rua do Comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1874 (1 de janeiro): Fundação da sociedade teatral denominada &amp;quot;[[Recreio Dramático]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1874: Fundação da [[Loja Maçônica de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1880 (9 de julho): Aparecimento do jornal &amp;quot;[[Gazeta Comercial]]&amp;quot;, o segundo jornal de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1882: Inauguração da Banda de Música [[Concórdia Itajubense]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1883 (7 de dezembro): Inauguração festiva da [[Ponte de Zinco]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1884: O [[Mercado Municipal]] projetado por [[Adolpho Olyntho]] é inaugurado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1886: A Lei mineira n.º 3.384 concede a construção da [[Estrada de Ferro Sapucaí]], passando por Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1888 (11 de março): Itajubá declara a [[Abolição da Escravatura]] em praça pública, dois meses antes da Lei Áurea. Itajubá foi a primeira cidade mineira a libertar seus escravos antes da Lei Áurea e por isso foi chamada de Cidade Luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1888 (13 de maio): A Lei Áurea é sancionada pela Princesa Isabel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1889 (1 de janeiro): O [[Registro Civil]] encontra-se em pleno funcionamento a partir desta data.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1889 (6 de março): O novo e atual [[Cemitério]] recebe o corpo do Barão de Camanducaia em sua primeira sepultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1891 (25 de setembro): Inauguração oficial do tráfego da [[Estrada de Ferro em Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1901 (10 de janeiro): Itajubá perde parte de seu território com a emancipação do distrito de [[São Caetano da Vargem Grande]] (atual Brasópolis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1901 (14 de outubro): Aparece o n.º 1 do jornal &amp;quot;[[A Evolução]]&amp;quot;, a primeira folha itajubense do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1903 (1º de fevereiro): Começa a circular a &amp;quot;[[Gazeta de Itajubá]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1903 (1º de maio): Aparece o primeiro número do jornal &amp;quot;[[O Operário]]&amp;quot;. A criação da [[Liga Operária de Itajubá]] é noticiada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1904 (3 de maio): Inauguração oficial da [[Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1904 (21 de novembro): Início da história do [[Futebol]] em Itajubá, com uma reunião no [[Teatro Santa Cecília]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1906: Início da construção da [[usina hidrelétrica]] pioneira no ribeirão José Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1907 (12 de janeiro): Inauguração da [[iluminação pública]] elétrica de Itajubá, possibilitada pela usina pioneira. Itajubá foi a primeira cidade sul-mineira a possuir iluminação elétrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1907 (16 de junho): Instalação da [[Congregação das Irmãs da Providência]] em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1909 (14 de outubro): A Lei n.º 7 concede privilégio à [[Companhia Força e Luz de Itajubá]] para a instalação de uma rede telefônica no município.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1911: É inaugurado o primeiro cinema, o &amp;quot;[[Bijou-Salon]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1912: É fundado o primeiro grupo carnavalesco &amp;quot;[[Clube Carnavalesco Democrático de Itajubá]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1912 (29 de junho): O [[Cônego José Salomon]] inaugura a torre da [[Matriz]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1913: Fundação do Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá (embrião da atual [[UNIFEI]]) pelo engenheiro [[Theodomiro Carneiro Santiago]]. O [[Atlético Acadêmico]] é fundado pelos acadêmicos de Engenharia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1914: É inaugurado um busto em homenagem a [[Wenceslau Braz]] numa praça central. Wenceslau Braz toma posse como Presidente da República.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1915: Publicação do livro &amp;quot;[[O município de Itajubá]]&amp;quot; pelo Prof. [[Pedro Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1917 (13 de maio): Instalação do [[Cartório de Protesto de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1917: O compositor [[Fructuoso Vianna]] toca em público pela primeira vez no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1919 (19 de março): Itajubá comemora seu centenário de fundação. Incluindo a inauguração de um monumento do Cristo Redentor sobre a igreja matriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1920: O Vereador [[José Rennó Pereira]] apresenta projeto de lei para doação de um terreno ao Exército para a sede do [[4º Batalhão de Engenharia de Combate]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1922 (14 de outubro): Itajubá recebe a visita do [[General Cândido Mariano da Silva Rondon]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1926 (24 de outubro): Aparece o 1º número do Jornal &amp;quot;[[O Labor]]&amp;quot;, órgão da [[Associação Comercial de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1927 (8 de novembro): A [[Câmara Municipal]] cogita da organização de uma hemeroteca pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1929: É fundado o [[Esporte Clube Brasil]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1931: São iniciadas as atividades da [[Escola de Horticultura de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1934: Falece o engenheiro [[Dr. João Baptista Randolpho de Paiva]], construtor da primeira ponte de cimento. É fundado o time [[Yuracan]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1935: É oficialmente fundado o novo Colégio de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1936 (25 de outubro): Falece o engenheiro [[Theodomiro Carneiro Santiago]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1937 (17 de junho): É fundada a [[Liga Itajubense de Futebol]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1938 (17 de dezembro): Itajubá perde Delfim Moreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1939: É inaugurado o [[Estádio Esperança]] (depois denominado &amp;quot;Cel. Bello Lisboa&amp;quot;) com a presença de Getúlio Vargas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1940 (15 de junho): É inaugurada mais uma exposição das pinturas de [[Luiz Teixeira]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1943 (26 de dezembro): O jornal &amp;quot;[[O Itajubá]]&amp;quot; publica a inauguração das obras de reformas e da galeria dos retratos de autoridades e juízes de direito no edifício do Fórum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1947 (13 de maio): É desta data o n.º 1 do jornal &amp;quot;[[O Sul de Minas]]&amp;quot;, fundado por [[João Aldano da Silva]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1948: É criada a feira livre no Pacatito (Fábrica de Armas). Falece o Prof. [[Pedro de Alcântara Bernardo Guimarães]], primeiro historiador de Itajubá. A professora Benedita (Nenzinha) Melo pronuncia uma palestra na Rádio Itajubá. Aparece o nº 1 do jornal &amp;quot;[[O Mosquito]]&amp;quot;. Aparece o nº 1 do jornal esportivo &amp;quot;[[A Chuteira]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1949: É inaugurada a [[Guarda Noturna]] da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1951 (maio): Chegam a Itajubá as primeiras máquinas para darem início à construção da Rodovia Itajubá-Poços de Caldas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1952 (maio): O Governador Juscelino Kubitschek de Oliveira passa por Itajubá e inaugura a placa comemorativa no início da Rodovia Itajubá-Poços de Caldas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1953: É solenemente inaugurada a ponte de cimento sobre o Sapucaí na [[Fábrica de Armas]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1955 (18 de março): Pela primeira vez, Itajubá é visitada pela imagem peregrina de [[Nossa Senhora de Fátima]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1957 (16 de junho): É inaugurado solenemente o monumento do [[Padre Moye]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1958 (20 de maio): É fundada a [[Cultura Artística de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1960 (25 de setembro): Inaugura-se a ponte de cimento da Rua D. Maria Carneiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1962 (30 de dezembro): Piranguçu desmembra-se de Itajubá e se torna município pela Lei nº 2.764.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1965: Chega a Itajubá a autêntica imagem de [[Nossa Senhora Aparecida]], sendo Itajubá a primeira cidade visitada na peregrinação pelo País.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1968 (18 de março): O Conselho Estadual de Educação aprova o funcionamento da [[Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1978 (18 de março): Inaugura-se a superintendência da [[CAMIG]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Década a década =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1810 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de março de 1819, [[Padre Lourenço da Costa Moreira]] liderou um grupo de famílias na fundação do novo arraial de Boa Vista de Itajubá, às margens do rio Sapucaí. Esse movimento foi motivado pela busca de terras mais férteis e melhores condições de vida, marcando o início da história da atual cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1820 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante essa década, o povoado começou a se organizar com a construção da Capela de São José, a definição das primeiras ruas e a consolidação das primeiras roças comunitárias. Boa Vista ainda era juridicamente subordinada à freguesia de Campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1830 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1832, Boa Vista de Itajubá foi elevada à condição de freguesia, ganhando mais autonomia religiosa e social. A capela original foi reformada, e começaram a surgir registros paroquiais mais regulares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1840 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1848, o arraial foi elevado à condição de vila, separando-se politicamente de Campanha. A Câmara Municipal foi instalada em 1849, consolidando o poder administrativo local e estruturando os primeiros serviços públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1850 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova vila de Itajubá consolidou sua administração e passou a buscar maior reconhecimento regional. A economia ainda era baseada na agricultura de subsistência, com pequenas feiras e comércio local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1860 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1866, Itajubá foi elevada à categoria de cidade, o que impulsionou investimentos em infraestrutura básica, incluindo melhoramentos na matriz de São José e no arruamento urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1870 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comarca de Itajubá foi criada em 1872, elevando a cidade a sede judicial regional. A presença do Judiciário impulsionou o comércio e atraiu profissionais liberais para a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1880 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chegada da Estrada de Ferro Cruzeiro-Itajubá em 1880 integrou Itajubá a importantes centros econômicos do sudeste, favorecendo o escoamento da produção agrícola e o surgimento de novas oportunidades comerciais. Em 1884, a cidade inaugurou sua primeira iluminação pública a gás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1890 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O final do século XIX foi de crescimento demográfico e urbanístico. A chegada da ferrovia marcou esta década, novos bairros começaram a surgir, e o comércio se expandiu. Itajubá também viu nascerem jornais locais, refletindo o aumento da vida intelectual da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1900 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade acompanhou as mudanças da virada do século com novas escolas, clubes sociais e pequenos empreendimentos industriais. Em 1907, a energia elétrica foi implantada, modernizando o ambiente urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1910 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior marco da década foi a fundação da Escola de Engenharia de Itajubá ([[EFEI]]) em 1913, por iniciativa de [[Theodomiro Santiago]]. A instituição colocou Itajubá no mapa nacional da educação superior e começou a moldar a cidade como polo tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1920 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década de 1920 foi de efervescência cultural e política. Surgiram novas associações culturais, clubes recreativos e iniciativas educacionais. A cidade começou a se modernizar, com ruas calçadas e expansão do comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1930 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá se destacou politicamente após a Revolução de 1930, com a nomeação de novos interventores locais. Em 1934, foi fundada a Fábrica de Armas, hoje IMBEL, marcando o início da industrialização pesada na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1940 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Segunda Guerra Mundial, a produção da [[Fábrica de Itajubá]] ganhou importância nacional. A cidade viveu um crescimento populacional rápido e a abertura de novos bairros. Também foi fundada a [[Rádio Itajubá]] em 1940, um marco na comunicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1950 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década foi marcada pela inauguração do [[Cine Presidente]] em 1959, modernizando o lazer da cidade, e pela expansão do comércio e da indústria têxtil. Itajubá viveu um período de modernização urbana e valorização cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1960 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade investiu fortemente em infraestrutura, com ampliação de bairros, melhorias no abastecimento de água e novos centros educacionais. A década também consolidou Itajubá como polo regional de serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1970 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá passou a diversificar sua economia, com a instalação de pequenas e médias indústrias. A década também viu melhorias urbanas significativas, como a construção de novas praças e a expansão da educação pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1980 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A crise econômica nacional afetou Itajubá, mas a cidade resistiu com o fortalecimento do setor de serviços e comércio. O Cine Presidente encerrou suas atividades no fim da década, simbolizando mudanças nos hábitos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1990 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década de 1990 marcou o início da reestruturação econômica de Itajubá, com maior incentivo à inovação tecnológica. A UNIFEI consolidou seu papel nacional na formação de engenheiros, e novas empresas começaram a se instalar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 2000 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O município se fortaleceu como polo de tecnologia, com a presença crescente de startups, empresas de engenharia e de TI. Projetos culturais e educacionais ganharam destaque, resgatando também o patrimônio histórico da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 2010 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá se destacou na área de tecnologia e inovação, com expansão do Parque Científico e Tecnológico (Parque Cientec) da UNIFEI. A cidade também se tornou referência na produção aeronáutica com a Helibrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 2020 - Atualidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo enfrentando desafios como a pandemia de COVID-19, Itajubá manteve crescimento em setores estratégicos como tecnologia, saúde e educação. Iniciativas de revitalização histórica e cultural começaram a ganhar mais força na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:História de Itajubá]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Cronologia&amp;diff=270</id>
		<title>Cronologia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Cronologia&amp;diff=270"/>
		<updated>2025-06-05T21:47:46Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Evolução da população de Itajubá.png|miniaturadaimagem|Evolução da população de Itajubá]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta página apresenta uma linha do tempo com datas e eventos importantes na história do município de Itajubá, Minas Gerais, compilados a partir dos materiais consultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Principais Acontecimentos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1703: Fundação do povoado serrano de [[Nossa Senhora da Soledade de Itagybá]], a primitiva Itajubá, localizado no alto da Mantiqueira (atualmente cidade e município de Delfim Moreira).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Século XVIII: Início do [[Arraial das Anhumas]], possivelmente formado por escravos fugidos. O arraial das Anhumas já existia em 1810.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1819 (19 de março): [[Fundação da nova Itajubá]] na Boa Vista do Sapucaí. Neste dia, o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], vindo de Delfim Moreira (a primitiva Itajubá), celebrou a primeira missa na Boa Vista do Sapucaí, dando início ao arraial que é hoje a próspera cidade de Itajubá. A data coincidiu com o dia de São José e a data natalícia de José de Anchieta. Foi construída uma ermida de pau-a-pique dedicada a São José.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1822 (16 de maio): Criação do Curato de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1831 (29 de agosto): Criação do Juizado de Paz de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1831 (8 de novembro): Criação da Freguesia de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1832: Consolidação da paróquia na nova Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1843: Vinda da imagem de Nossa Senhora dos Remédios para a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1848 (27 de setembro): Emancipação política de Itajubá e elevação da vila à categoria de vila pela Lei Provincial 335.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1852 (4 de maio): A Lei n.º 575 desmembra a Freguesia de Santa Rita do Sapucaí de Pouso Alegre e a anexa ao município de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1855 (13 de outubro): Itajubá recebe a primeira visita de um inspetor escolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1860 (25 de julho): Primeiro ato da Municipalidade para [[iluminação pública]], solicitando um lampião na esquina da cadeia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1862: É encenada a primeira peça de [[Teatro]] em Itajubá, &amp;quot;O Fantasma Branco&amp;quot; de Joaquim Manoel de Macedo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1862 (4 de outubro): Elevação de Itajubá à categoria de cidade pela Lei n.º 1.149.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1870 (8 de janeiro): A Lei mineira nº 1.740 determina que Itajubá pertence à Comarca de Jaguari (Camanducaia).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1872 (12 de maio): Surgimento do primeiro jornal de Itajubá, &amp;quot;[[O Itajubá]]&amp;quot;, fundado e dirigido pelo [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]]. Foi o primeiro trabalho impresso em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1872 (15 de julho): Criação da [[Comarca de Itajubá]] pela Lei nº 1.867. O [[Dr. Adolfo Augusto Olinto]] foi o primeiro juiz de Direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1872: É inaugurado o primeiro teatro, o &amp;quot;[[Teatro Santa Cecília]]&amp;quot;. É iniciado o segundo calçamento na Rua do Comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1874 (1 de janeiro): Fundação da sociedade teatral denominada &amp;quot;[[Recreio Dramático]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1874: Fundação da [[Loja Maçônica de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1880 (9 de julho): Aparecimento do jornal &amp;quot;[[Gazeta Comercial]]&amp;quot;, o segundo jornal de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1882: Inauguração da Banda de Música [[Concórdia Itajubense]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1883 (7 de dezembro): Inauguração festiva da [[Ponte de Zinco]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1884: O [[Mercado Municipal]] projetado por [[Adolpho Olyntho]] é inaugurado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1886: A Lei mineira n.º 3.384 concede a construção da [[Estrada de Ferro Sapucaí]], passando por Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1888 (11 de março): Itajubá declara a [[Abolição da Escravatura]] em praça pública, dois meses antes da Lei Áurea. Itajubá foi a primeira cidade mineira a libertar seus escravos antes da Lei Áurea e por isso foi chamada de Cidade Luz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1888 (13 de maio): A Lei Áurea é sancionada pela Princesa Isabel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1889 (1 de janeiro): O [[Registro Civil]] encontra-se em pleno funcionamento a partir desta data.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1889 (6 de março): O novo e atual [[Cemitério]] recebe o corpo do Barão de Camanducaia em sua primeira sepultura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1891 (25 de setembro): Inauguração oficial do tráfego da [[Estrada de Ferro em Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1901 (10 de janeiro): Itajubá perde parte de seu território com a emancipação do distrito de [[São Caetano da Vargem Grande]] (atual Brasópolis).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1901 (14 de outubro): Aparece o n.º 1 do jornal &amp;quot;[[A Evolução]]&amp;quot;, a primeira folha itajubense do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1903 (1º de fevereiro): Começa a circular a &amp;quot;[[Gazeta de Itajubá]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1903 (1º de maio): Aparece o primeiro número do jornal &amp;quot;[[O Operário]]&amp;quot;. A criação da [[Liga Operária de Itajubá]] é noticiada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1904 (3 de maio): Inauguração oficial da [[Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1904 (21 de novembro): Início da história do [[Futebol]] em Itajubá, com uma reunião no [[Teatro Santa Cecília]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1906: Início da construção da [[usina hidrelétrica]] pioneira no ribeirão José Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1907 (12 de janeiro): Inauguração da [[iluminação pública]] elétrica de Itajubá, possibilitada pela usina pioneira. Itajubá foi a primeira cidade sul-mineira a possuir iluminação elétrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1907 (16 de junho): Instalação da [[Congregação das Irmãs da Providência]] em Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1909 (14 de outubro): A Lei n.º 7 concede privilégio à [[Companhia Força e Luz de Itajubá]] para a instalação de uma rede telefônica no município.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1911: É inaugurado o primeiro cinema, o &amp;quot;[[Bijou-Salon]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1912: É fundado o primeiro grupo carnavalesco &amp;quot;[[Clube Carnavalesco Democrático de Itajubá]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1912 (29 de junho): O [[Cônego José Salomon]] inaugura a torre da [[Matriz]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1913: Fundação do Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá (embrião da atual [[UNIFEI]]) pelo engenheiro [[Theodomiro Carneiro Santiago]]. O [[Atlético Acadêmico]] é fundado pelos acadêmicos de Engenharia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1914: É inaugurado um busto em homenagem a [[Wenceslau Braz]] numa praça central. Wenceslau Braz toma posse como Presidente da República.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1915: Publicação do livro &amp;quot;[[O município de Itajubá]]&amp;quot; pelo Prof. [[Pedro Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1917 (13 de maio): Instalação do [[Cartório de Protesto de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1917: O compositor [[Fructuoso Vianna]] toca em público pela primeira vez no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1919 (19 de março): Itajubá comemora seu centenário de fundação. Incluindo a inauguração de um monumento do Cristo Redentor sobre a igreja matriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1920: O Vereador [[José Rennó Pereira]] apresenta projeto de lei para doação de um terreno ao Exército para a sede do [[4º Batalhão de Engenharia e Combate]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1922 (14 de outubro): Itajubá recebe a visita do [[General Cândido Mariano da Silva Rondon]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1926 (24 de outubro): Aparece o 1º número do Jornal &amp;quot;[[O Labor]]&amp;quot;, órgão da [[Associação Comercial de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1927 (8 de novembro): A [[Câmara Municipal]] cogita da organização de uma hemeroteca pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1929: É fundado o [[Esporte Clube Brasil]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1931: São iniciadas as atividades da [[Escola de Horticultura de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1934: Falece o engenheiro [[Dr. João Baptista Randolpho de Paiva]], construtor da primeira ponte de cimento. É fundado o time [[Yuracan]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1935: É oficialmente fundado o novo Colégio de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1936 (25 de outubro): Falece o engenheiro [[Theodomiro Carneiro Santiago]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1937 (17 de junho): É fundada a [[Liga Itajubense de Futebol]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1938 (17 de dezembro): Itajubá perde Delfim Moreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1939: É inaugurado o [[Estádio Esperança]] (depois denominado &amp;quot;Cel. Bello Lisboa&amp;quot;) com a presença de Getúlio Vargas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1940 (15 de junho): É inaugurada mais uma exposição das pinturas de [[Luiz Teixeira]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1943 (26 de dezembro): O jornal &amp;quot;[[O Itajubá]]&amp;quot; publica a inauguração das obras de reformas e da galeria dos retratos de autoridades e juízes de direito no edifício do Fórum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1947 (13 de maio): É desta data o n.º 1 do jornal &amp;quot;[[O Sul de Minas]]&amp;quot;, fundado por [[João Aldano da Silva]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1948: É criada a feira livre no Pacatito (Fábrica de Armas). Falece o Prof. [[Pedro de Alcântara Bernardo Guimarães]], primeiro historiador de Itajubá. A professora Benedita (Nenzinha) Melo pronuncia uma palestra na Rádio Itajubá. Aparece o nº 1 do jornal &amp;quot;[[O Mosquito]]&amp;quot;. Aparece o nº 1 do jornal esportivo &amp;quot;[[A Chuteira]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1949: É inaugurada a [[Guarda Noturna]] da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1951 (maio): Chegam a Itajubá as primeiras máquinas para darem início à construção da Rodovia Itajubá-Poços de Caldas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1952 (maio): O Governador Juscelino Kubitschek de Oliveira passa por Itajubá e inaugura a placa comemorativa no início da Rodovia Itajubá-Poços de Caldas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1953: É solenemente inaugurada a ponte de cimento sobre o Sapucaí na [[Fábrica de Armas]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1955 (18 de março): Pela primeira vez, Itajubá é visitada pela imagem peregrina de [[Nossa Senhora de Fátima]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1957 (16 de junho): É inaugurado solenemente o monumento do [[Padre Moye]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1958 (20 de maio): É fundada a [[Cultura Artística de Itajubá]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1960 (25 de setembro): Inaugura-se a ponte de cimento da Rua D. Maria Carneiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1962 (30 de dezembro): Piranguçu desmembra-se de Itajubá e se torna município pela Lei nº 2.764.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1965: Chega a Itajubá a autêntica imagem de [[Nossa Senhora Aparecida]], sendo Itajubá a primeira cidade visitada na peregrinação pelo País.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1968 (18 de março): O Conselho Estadual de Educação aprova o funcionamento da [[Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1978 (18 de março): Inaugura-se a superintendência da [[CAMIG]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Década a década =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1810 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 19 de março de 1819, [[Padre Lourenço da Costa Moreira]] liderou um grupo de famílias na fundação do novo arraial de Boa Vista de Itajubá, às margens do rio Sapucaí. Esse movimento foi motivado pela busca de terras mais férteis e melhores condições de vida, marcando o início da história da atual cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1820 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante essa década, o povoado começou a se organizar com a construção da Capela de São José, a definição das primeiras ruas e a consolidação das primeiras roças comunitárias. Boa Vista ainda era juridicamente subordinada à freguesia de Campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1830 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1832, Boa Vista de Itajubá foi elevada à condição de freguesia, ganhando mais autonomia religiosa e social. A capela original foi reformada, e começaram a surgir registros paroquiais mais regulares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1840 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1848, o arraial foi elevado à condição de vila, separando-se politicamente de Campanha. A Câmara Municipal foi instalada em 1849, consolidando o poder administrativo local e estruturando os primeiros serviços públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1850 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova vila de Itajubá consolidou sua administração e passou a buscar maior reconhecimento regional. A economia ainda era baseada na agricultura de subsistência, com pequenas feiras e comércio local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1860 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1866, Itajubá foi elevada à categoria de cidade, o que impulsionou investimentos em infraestrutura básica, incluindo melhoramentos na matriz de São José e no arruamento urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1870 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comarca de Itajubá foi criada em 1872, elevando a cidade a sede judicial regional. A presença do Judiciário impulsionou o comércio e atraiu profissionais liberais para a cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1880 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chegada da Estrada de Ferro Cruzeiro-Itajubá em 1880 integrou Itajubá a importantes centros econômicos do sudeste, favorecendo o escoamento da produção agrícola e o surgimento de novas oportunidades comerciais. Em 1884, a cidade inaugurou sua primeira iluminação pública a gás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1890 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O final do século XIX foi de crescimento demográfico e urbanístico. A chegada da ferrovia marcou esta década, novos bairros começaram a surgir, e o comércio se expandiu. Itajubá também viu nascerem jornais locais, refletindo o aumento da vida intelectual da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1900 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade acompanhou as mudanças da virada do século com novas escolas, clubes sociais e pequenos empreendimentos industriais. Em 1907, a energia elétrica foi implantada, modernizando o ambiente urbano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1910 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior marco da década foi a fundação da Escola de Engenharia de Itajubá ([[EFEI]]) em 1913, por iniciativa de [[Theodomiro Santiago]]. A instituição colocou Itajubá no mapa nacional da educação superior e começou a moldar a cidade como polo tecnológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1920 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década de 1920 foi de efervescência cultural e política. Surgiram novas associações culturais, clubes recreativos e iniciativas educacionais. A cidade começou a se modernizar, com ruas calçadas e expansão do comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1930 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá se destacou politicamente após a Revolução de 1930, com a nomeação de novos interventores locais. Em 1934, foi fundada a Fábrica de Armas, hoje IMBEL, marcando o início da industrialização pesada na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1940 == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a Segunda Guerra Mundial, a produção da [[Fábrica de Itajubá]] ganhou importância nacional. A cidade viveu um crescimento populacional rápido e a abertura de novos bairros. Também foi fundada a [[Rádio Itajubá]] em 1940, um marco na comunicação local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1950 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década foi marcada pela inauguração do [[Cine Presidente]] em 1959, modernizando o lazer da cidade, e pela expansão do comércio e da indústria têxtil. Itajubá viveu um período de modernização urbana e valorização cultural.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1960 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cidade investiu fortemente em infraestrutura, com ampliação de bairros, melhorias no abastecimento de água e novos centros educacionais. A década também consolidou Itajubá como polo regional de serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1970 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá passou a diversificar sua economia, com a instalação de pequenas e médias indústrias. A década também viu melhorias urbanas significativas, como a construção de novas praças e a expansão da educação pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1980 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A crise econômica nacional afetou Itajubá, mas a cidade resistiu com o fortalecimento do setor de serviços e comércio. O Cine Presidente encerrou suas atividades no fim da década, simbolizando mudanças nos hábitos culturais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 1990 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A década de 1990 marcou o início da reestruturação econômica de Itajubá, com maior incentivo à inovação tecnológica. A UNIFEI consolidou seu papel nacional na formação de engenheiros, e novas empresas começaram a se instalar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 2000 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O município se fortaleceu como polo de tecnologia, com a presença crescente de startups, empresas de engenharia e de TI. Projetos culturais e educacionais ganharam destaque, resgatando também o patrimônio histórico da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 2010 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá se destacou na área de tecnologia e inovação, com expansão do Parque Científico e Tecnológico (Parque Cientec) da UNIFEI. A cidade também se tornou referência na produção aeronáutica com a Helibrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Anos 2020 - Atualidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo enfrentando desafios como a pandemia de COVID-19, Itajubá manteve crescimento em setores estratégicos como tecnologia, saúde e educação. Iniciativas de revitalização histórica e cultural começaram a ganhar mais força na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:História de Itajubá]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Academia_de_Hist%C3%B3ria&amp;diff=269</id>
		<title>Academia de História</title>
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		<updated>2025-06-05T21:46:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para Academia Itajubense de História&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Academia Itajubense de História]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Gin%C3%A1sio_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=268</id>
		<title>Ginásio de Itajubá</title>
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		<updated>2025-06-05T21:41:34Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Ginásio-de-Itajubá.jpg|miniaturadaimagem|Ginásio de Itajubá, foto dos anos 1900]]&lt;br /&gt;
O Ginásio de Itajubá (também referido como Gymnasio de Itajubá) foi uma importante instituição de ensino secundário em Itajubá no início do século XX. O sonho de ter um ginásio oficializado na cidade era antigo entre os itajubenses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginásio de Itajubá foi fundado em 1903 por [[Dr. Belarmino de Menezes]]. As aulas tiveram início em &#039;&#039;&#039;11 de março de 1903&#039;&#039;&#039;. A ideia de fundar um estabelecimento de ensino secundário na cidade foi discutida em uma reunião pública realizada no [[Clube Literário e Recreativo Itajubense]] em 19 de junho de 1904, convocada por cidadãos como [[João Carneiro Santiago Júnior]], [[Luís Rennó]], [[Miguel Archanjo de Sousa Vianna]], [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Frederico Schumann]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O colégio foi oficialmente equiparado ao Ginásio Nacional em 10 de setembro de 1906. Dr. Belarmino de Menezes, seu primeiro diretor, faleceu em 11 de dezembro de 1906. O Ginásio teria desaparecido após sua morte se não fosse pelos esforços de [[D. Amélia Braga]], [[Cap. Luís Dias Pereira]], [[José Joaquim da Silva]], [[Theodomiro Carneiro Santiago]], e [[Dr. Olinto Carneiro Vilela]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros diretores e professores que passaram pelo Ginásio incluíram [[Theodomiro Carneiro Santiago]] (que sucedeu Dr. Belarmino e dirigiu novamente mais tarde), Cícero Pinto, Virgílio Salomon, José Rennó Pereira, João Carneiro Santiago Sobrinho, Abílio Noronha. Houve também diretores militares como Tenente João Rodrigues de Matos, Tenente J. Novaes e Aspirante Alberto Masson Jacques, além do Professor [[Pedro Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginásio visava oferecer ensino secundário, com destaque para os cursos preparatórios para o ingresso no ensino superior, como no [[Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá]] (atual UNIFEI). A instituição atraía um grande número de alunos, inclusive de diversas outras cidades, e chegou a ser elogiada como &amp;quot;Um Ginásio Modelo&amp;quot; em um jornal de Belo Horizonte em 1911. No Ginásio, foi criado o &amp;quot;Grêmio Joaquim Nabuco&amp;quot; pelo Professor [[Pedro Bernardo Guimarães]] em 1911. Os alunos do antigo Ginásio de Itajubá são mencionados como os que iniciaram a prática organizada do futebol na cidade no início do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Localização ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Ginásio foi instalado em um espaçoso sobrado localizado na esquina da Rua Cel. Rennó com a Praça Teodomiro Santiago. Esta praça era conhecida na época como Largo dos Passos ou Praça Cesário Alvim. O prédio era uma antiga residência da tradicional família Pereira e, segundo a tradição local, pode ter sido o primeiro sobrado construído na cidade no início do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fim e Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sobrado localizado na esquina da Rua Cel. Rennó com a [[Praça Teodomiro Santiago]], que serviu como sede do Ginásio, foi demolido em 1924. Após a demolição, o [[Cine Apolo]] foi construído no local. Atualmente, o &#039;&#039;&#039;Edifício Eulálio Gama Pinto&#039;&#039;&#039; se encontra neste local. Entre 1921 e 1925, uma parte do 4º Batalhão de Engenharia (a Casa das Ordens) esteve provisoriamente alojada neste prédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar do Ginásio original não existir mais, ele é lembrado por seu papel pioneiro na educação secundária em Itajubá e por contribuir para a formação de jovens que buscavam o ensino superior.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Gin%C3%A1sio_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=267</id>
		<title>Ginásio de Itajubá</title>
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		<updated>2025-06-05T21:40:48Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[Arquivo:Ginásio-de-Itajubá.jpg|miniaturadaimagem|Ginásio de Itajubá]]&lt;br /&gt;
O Ginásio de Itajubá (também referido como Gymnasio de Itajubá) foi uma importante instituição de ensino secundário em Itajubá no início do século XX. O sonho de ter um ginásio oficializado na cidade era antigo entre os itajubenses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginásio de Itajubá foi fundado em 1903 por [[Dr. Belarmino de Menezes]]. As aulas tiveram início em &#039;&#039;&#039;11 de março de 1903&#039;&#039;&#039;. A ideia de fundar um estabelecimento de ensino secundário na cidade foi discutida em uma reunião pública realizada no [[Clube Literário e Recreativo Itajubense]] em 19 de junho de 1904, convocada por cidadãos como [[João Carneiro Santiago Júnior]], [[Luís Rennó]], [[Miguel Archanjo de Sousa Vianna]], [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Frederico Schumann]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O colégio foi oficialmente equiparado ao Ginásio Nacional em 10 de setembro de 1906. Dr. Belarmino de Menezes, seu primeiro diretor, faleceu em 11 de dezembro de 1906. O Ginásio teria desaparecido após sua morte se não fosse pelos esforços de [[D. Amélia Braga]], [[Cap. Luís Dias Pereira]], [[José Joaquim da Silva]], [[Theodomiro Carneiro Santiago]], e [[Dr. Olinto Carneiro Vilela]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros diretores e professores que passaram pelo Ginásio incluíram [[Theodomiro Carneiro Santiago]] (que sucedeu Dr. Belarmino e dirigiu novamente mais tarde), Cícero Pinto, Virgílio Salomon, José Rennó Pereira, João Carneiro Santiago Sobrinho, Abílio Noronha. Houve também diretores militares como Tenente João Rodrigues de Matos, Tenente J. Novaes e Aspirante Alberto Masson Jacques, além do Professor [[Pedro Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginásio visava oferecer ensino secundário, com destaque para os cursos preparatórios para o ingresso no ensino superior, como no [[Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá]] (atual UNIFEI). A instituição atraía um grande número de alunos, inclusive de diversas outras cidades, e chegou a ser elogiada como &amp;quot;Um Ginásio Modelo&amp;quot; em um jornal de Belo Horizonte em 1911. No Ginásio, foi criado o &amp;quot;Grêmio Joaquim Nabuco&amp;quot; pelo Professor [[Pedro Bernardo Guimarães]] em 1911. Os alunos do antigo Ginásio de Itajubá são mencionados como os que iniciaram a prática organizada do futebol na cidade no início do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Localização ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Ginásio foi instalado em um espaçoso sobrado localizado na esquina da Rua Cel. Rennó com a Praça Teodomiro Santiago. Esta praça era conhecida na época como Largo dos Passos ou Praça Cesário Alvim. O prédio era uma antiga residência da tradicional família Pereira e, segundo a tradição local, pode ter sido o primeiro sobrado construído na cidade no início do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fim e Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sobrado localizado na esquina da Rua Cel. Rennó com a [[Praça Teodomiro Santiago]], que serviu como sede do Ginásio, foi demolido em 1924. Após a demolição, o [[Cine Apolo]] foi construído no local. Atualmente, o &#039;&#039;&#039;Edifício Eulálio Gama Pinto&#039;&#039;&#039; se encontra neste local. Entre 1921 e 1925, uma parte do 4º Batalhão de Engenharia (a Casa das Ordens) esteve provisoriamente alojada neste prédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar do Ginásio original não existir mais, ele é lembrado por seu papel pioneiro na educação secundária em Itajubá e por contribuir para a formação de jovens que buscavam o ensino superior.&lt;/div&gt;</summary>
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		<updated>2025-06-05T21:40:13Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Clube Literário e Recreativo Itajubense</title>
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		<updated>2025-06-05T19:13:27Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para Clube Itajubense&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Clube Itajubense]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Ginásio de Itajubá</title>
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		<updated>2025-06-05T19:13:14Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;O Ginásio de Itajubá (também referido como Gymnasio de Itajubá) foi uma importante instituição de ensino secundário em Itajubá no início do século XX. O sonho de ter um ginásio oficializado na cidade era antigo entre os itajubenses.  == História ==  O Ginásio de Itajubá foi fundado em 1903 por Dr. Belarmino de Menezes. As aulas tiveram início em &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;11 de março de 1903&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. A ideia de fundar um estabelecimento de ensino secundário na cidade foi discuti...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O Ginásio de Itajubá (também referido como Gymnasio de Itajubá) foi uma importante instituição de ensino secundário em Itajubá no início do século XX. O sonho de ter um ginásio oficializado na cidade era antigo entre os itajubenses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginásio de Itajubá foi fundado em 1903 por [[Dr. Belarmino de Menezes]]. As aulas tiveram início em &#039;&#039;&#039;11 de março de 1903&#039;&#039;&#039;. A ideia de fundar um estabelecimento de ensino secundário na cidade foi discutida em uma reunião pública realizada no [[Clube Literário e Recreativo Itajubense]] em 19 de junho de 1904, convocada por cidadãos como [[João Carneiro Santiago Júnior]], [[Luís Rennó]], [[Miguel Archanjo de Sousa Vianna]], [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Frederico Schumann]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O colégio foi oficialmente equiparado ao Ginásio Nacional em 10 de setembro de 1906. Dr. Belarmino de Menezes, seu primeiro diretor, faleceu em 11 de dezembro de 1906. O Ginásio teria desaparecido após sua morte se não fosse pelos esforços de [[D. Amélia Braga]], [[Cap. Luís Dias Pereira]], [[José Joaquim da Silva]], [[Theodomiro Carneiro Santiago]], e [[Dr. Olinto Carneiro Vilela]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros diretores e professores que passaram pelo Ginásio incluíram [[Theodomiro Carneiro Santiago]] (que sucedeu Dr. Belarmino e dirigiu novamente mais tarde), Cícero Pinto, Virgílio Salomon, José Rennó Pereira, João Carneiro Santiago Sobrinho, Abílio Noronha. Houve também diretores militares como Tenente João Rodrigues de Matos, Tenente J. Novaes e Aspirante Alberto Masson Jacques, além do Professor [[Pedro Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Ginásio visava oferecer ensino secundário, com destaque para os cursos preparatórios para o ingresso no ensino superior, como no [[Instituto Eletrotécnico e Mecânico de Itajubá]] (atual UNIFEI). A instituição atraía um grande número de alunos, inclusive de diversas outras cidades, e chegou a ser elogiada como &amp;quot;Um Ginásio Modelo&amp;quot; em um jornal de Belo Horizonte em 1911. No Ginásio, foi criado o &amp;quot;Grêmio Joaquim Nabuco&amp;quot; pelo Professor [[Pedro Bernardo Guimarães]] em 1911. Os alunos do antigo Ginásio de Itajubá são mencionados como os que iniciaram a prática organizada do futebol na cidade no início do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Localização ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, o Ginásio foi instalado em um espaçoso sobrado localizado na esquina da Rua Cel. Rennó com a Praça Teodomiro Santiago. Esta praça era conhecida na época como Largo dos Passos ou Praça Cesário Alvim. O prédio era uma antiga residência da tradicional família Pereira e, segundo a tradição local, pode ter sido o primeiro sobrado construído na cidade no início do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fim e Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sobrado localizado na esquina da Rua Cel. Rennó com a [[Praça Teodomiro Santiago]], que serviu como sede do Ginásio, foi demolido em 1924. Após a demolição, o [[Cine Apolo]] foi construído no local. Atualmente, o &#039;&#039;&#039;Edifício Eulálio Gama Pinto&#039;&#039;&#039; se encontra neste local. Entre 1921 e 1925, uma parte do 4º Batalhão de Engenharia (a Casa das Ordens) esteve provisoriamente alojada neste prédio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar do Ginásio original não existir mais, ele é lembrado por seu papel pioneiro na educação secundária em Itajubá e por contribuir para a formação de jovens que buscavam o ensino superior.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Arquivo:Padre-Louren%C3%A7o-da-Costa-Moreira.jpg&amp;diff=263</id>
		<title>Arquivo:Padre-Lourenço-da-Costa-Moreira.jpg</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Arquivo:Padre-Louren%C3%A7o-da-Costa-Moreira.jpg&amp;diff=263"/>
		<updated>2025-06-05T11:29:52Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Admin carregada uma nova versão de Arquivo:Padre-Lourenço-da-Costa-Moreira.jpg&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Aboli%C3%A7%C3%A3o_da_Escravatura_em_Itajub%C3%A1&amp;diff=262</id>
		<title>Abolição da Escravatura em Itajubá</title>
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		<updated>2025-05-29T13:05:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para Abolição da Escravatura&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Abolição da Escravatura]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Bernardo_Saturnino_da_Veiga&amp;diff=261</id>
		<title>Bernardo Saturnino da Veiga</title>
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		<updated>2025-05-29T13:04:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Bernardo Saturnino da Veiga&#039;&#039;&#039; foi um historiador e escritor associado à região do Sul de Minas Gerais, conhecido principalmente pela publicação do seu [http://memoria.bn.br/DOCREADER/docreader.aspx?BIB=213462 Almanach Sul-Mineiro]. Era identificado como um historiador de Campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obras Notáveis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   [[Almanach Sul-Mineiro]]: Bernardo Saturnino da Veiga publicou este almanaque, com edições mencionadas em 1874 e 1884. Esta obra evocou uma história popular sobre a origem de Itajubá, que por muito tempo foi considerada a versão real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Observações e Registros sobre Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu &#039;&#039;&#039;Almanach Sul-Mineiro&#039;&#039;&#039;, Bernardo Saturnino da Veiga fez diversos registros sobre a cidade de Itajubá e a região:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Origem do Nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot;&#039;&#039;&#039;: Ele fantasiou que, nos primeiros anos do século XIX, habitantes de Soledade de Itajubá (atual Delfim Moreira), margeando o ribeirão da serra (Santo Antônio), desceram para a margem do Sapucaí e, descendo o rio por cerca de 10 quilômetros, descobriram a Pedra Vermelha, um rochedo que, visto de longe, parecia ter cor vermelha, mas de perto era listrado de um amarelo lindo, pelo que os indígenas a denominaram &amp;quot;Ita-jubá&amp;quot; (pedra amarela). No entanto, esta etimologia foi considerada errônea por [[José Armelim Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Instituições e Comércio&#039;&#039;&#039;: Ele citou a existência da sociedade teatral &amp;quot;Recreio Dramático&amp;quot;, fundada em 1874, e a Biblioteca &amp;quot;Machado de Assis&amp;quot;, que ele visitou em 1883 e incluiu na edição de 1885 do seu Almanaque. Mencionou também a existência de casas de bilhar em Itajubá em 1874 e fez referência ao &amp;quot;Bilhar do Comércio&amp;quot; em 1884/1885.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Rio Sapucaí&#039;&#039;&#039;: Em 1874, em seu Almanaque, ele forneceu a informação de que as barcas do Sapucaí transportavam um carregamento máximo de 8.000 quilogramas, calando em termo médio um metro.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Movimento &amp;quot;Minas do Sul&amp;quot;&#039;&#039;&#039;: Bernardo Saturnino da Veiga foi um &amp;quot;paladino do separatismo&amp;quot;, defendendo a criação de uma nova província no sul de Minas. Em 1876, apresentou um extenso memorial sobre o assunto à Princesa Regente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Outras Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As narrativas históricas de Bernardo Saturnino da Veiga sobre a fundação de Itajubá são mencionadas como coincidindo com velhos documentos e crônicas dos antepassados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personalidades]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Academia_de_Hist%C3%B3ria_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=260</id>
		<title>Academia de História de Itajubá</title>
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		<updated>2025-05-29T13:03:38Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para Academia Itajubense de História&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[Academia Itajubense de História]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Bernardo_Saturnino_da_Veiga&amp;diff=259</id>
		<title>Bernardo Saturnino da Veiga</title>
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		<updated>2025-05-29T13:00:50Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Bernardo Saturnino da Veiga&#039;&#039;&#039; foi um historiador e escritor associado à região do Sul de Minas Gerais, conhecido principalmente pela publicação do seu [http://memoria.bn.br/DOCREADER/docreader.aspx?BIB=213462 Almanach Sul-Mineiro]. Era identificado como um historiador de Campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obras Notáveis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   [[Almanach Sul-Mineiro]]: Bernardo Saturnino da Veiga publicou este almanaque, com edições mencionadas em 1874 e 1884. Esta obra evocou uma história popular sobre a origem de Itajubá, que por muito tempo foi considerada a versão real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Observações e Registros sobre Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu &#039;&#039;&#039;Almanach Sul-Mineiro&#039;&#039;&#039;, Bernardo Saturnino da Veiga fez diversos registros sobre a cidade de Itajubá e a região:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Origem do Nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot;&#039;&#039;&#039;: Ele fantasiou que, nos primeiros anos do século XIX, habitantes de Soledade de Itajubá (atual Delfim Moreira), margeando o ribeirão da serra (Santo Antônio), desceram para a margem do Sapucaí e, descendo o rio por cerca de 10 quilômetros, descobriram a Pedra Vermelha, um rochedo que, visto de longe, parecia ter cor vermelha, mas de perto era listrado de um amarelo lindo, pelo que os indígenas a denominaram &amp;quot;Ita-jubá&amp;quot; (pedra amarela). No entanto, esta etimologia foi considerada errônea por [[José Armelim Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Instituições e Comércio&#039;&#039;&#039;: Ele citou a existência da sociedade teatral &amp;quot;Recreio Dramático&amp;quot;, fundada em 1874, e a Biblioteca &amp;quot;Machado de Assis&amp;quot;, que ele visitou em 1883 e incluiu na edição de 1885 do seu Almanaque. Mencionou também a existência de casas de bilhar em Itajubá em 1874 e fez referência ao &amp;quot;Bilhar do Comércio&amp;quot; em 1884/1885.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Rio Sapucaí&#039;&#039;&#039;: Em 1874, em seu Almanaque, ele forneceu a informação de que as barcas do Sapucaí transportavam um carregamento máximo de 8.000 quilogramas, calando em termo médio um metro.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Movimento &amp;quot;Minas do Sul&amp;quot;&#039;&#039;&#039;: Bernardo Saturnino da Veiga foi um &amp;quot;paladino do separatismo&amp;quot;, defendendo a criação de uma nova província no sul de Minas. Em 1876, apresentou um extenso memorial sobre o assunto à Princesa Regente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Outras Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As narrativas históricas de Bernardo Saturnino da Veiga sobre a fundação de Itajubá são mencionadas como coincidindo com velhos documentos e crônicas dos antepassados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Bernardo Saturnino da Veiga</title>
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		<updated>2025-05-29T12:59:10Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Bernardo Saturnino da Veiga&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi um historiador e escritor associado à região do Sul de Minas Gerais, conhecido principalmente pela publicação do seu Almanach Sul-Mineiro. Era identificado como um historiador de Campanha.  == Obras Notáveis ==  *   Almanach Sul-Mineiro: Bernardo Saturnino da Veiga publicou este almanaque, com edições mencionadas em 1874 e 1884. Esta obra evocou uma história popular sobre a origem de Itajubá, que por muito tempo foi...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Bernardo Saturnino da Veiga&#039;&#039;&#039; foi um historiador e escritor associado à região do Sul de Minas Gerais, conhecido principalmente pela publicação do seu [[Almanach Sul-Mineiro]]. Era identificado como um historiador de Campanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Obras Notáveis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   [[Almanach Sul-Mineiro]]: Bernardo Saturnino da Veiga publicou este almanaque, com edições mencionadas em 1874 e 1884. Esta obra evocou uma história popular sobre a origem de Itajubá, que por muito tempo foi considerada a versão real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Observações e Registros sobre Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seu &#039;&#039;&#039;Almanach Sul-Mineiro&#039;&#039;&#039;, Bernardo Saturnino da Veiga fez diversos registros sobre a cidade de Itajubá e a região:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Origem do Nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot;&#039;&#039;&#039;: Ele fantasiou que, nos primeiros anos do século XIX, habitantes de Soledade de Itajubá (atual Delfim Moreira), margeando o ribeirão da serra (Santo Antônio), desceram para a margem do Sapucaí e, descendo o rio por cerca de 10 quilômetros, descobriram a Pedra Vermelha, um rochedo que, visto de longe, parecia ter cor vermelha, mas de perto era listrado de um amarelo lindo, pelo que os indígenas a denominaram &amp;quot;Ita-jubá&amp;quot; (pedra amarela). No entanto, esta etimologia foi considerada errônea por [[José Armelim Bernardo Guimarães]].&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Instituições e Comércio&#039;&#039;&#039;: Ele citou a existência da sociedade teatral &amp;quot;Recreio Dramático&amp;quot;, fundada em 1874, e a Biblioteca &amp;quot;Machado de Assis&amp;quot;, que ele visitou em 1883 e incluiu na edição de 1885 do seu Almanaque. Mencionou também a existência de casas de bilhar em Itajubá em 1874 e fez referência ao &amp;quot;Bilhar do Comércio&amp;quot; em 1884/1885.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Rio Sapucaí&#039;&#039;&#039;: Em 1874, em seu Almanaque, ele forneceu a informação de que as barcas do Sapucaí transportavam um carregamento máximo de 8.000 quilogramas, calando em termo médio um metro.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Movimento &amp;quot;Minas do Sul&amp;quot;&#039;&#039;&#039;: Bernardo Saturnino da Veiga foi um &amp;quot;paladino do separatismo&amp;quot;, defendendo a criação de uma nova província no sul de Minas. Em 1876, apresentou um extenso memorial sobre o assunto à Princesa Regente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Outras Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As narrativas históricas de Bernardo Saturnino da Veiga sobre a fundação de Itajubá são mencionadas como coincidindo com velhos documentos e crônicas dos antepassados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Academia_Itajubense_de_Hist%C3%B3ria&amp;diff=257</id>
		<title>Academia Itajubense de História</title>
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		<updated>2025-05-29T12:55:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Academia Itajubense de História&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma instituição cultural sediada em Itajubá, Minas Gerais, dedicada à pesquisa, preservação e divulgação da história local e regional.  == História e Fundação ==  A Academia Itajubense de História foi &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;fundada em 1981&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; pelo historiador militar Coronel Cláudio Moreira Bento.  == Objetivos e Atividades ==  A instituição tem como missão a preservação da memória histórica de Itajubá e seus vultos emine...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Academia Itajubense de História&#039;&#039;&#039; é uma instituição cultural sediada em Itajubá, Minas Gerais, dedicada à pesquisa, preservação e divulgação da história local e regional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História e Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia Itajubense de História foi &#039;&#039;&#039;fundada em 1981&#039;&#039;&#039; pelo historiador militar [[Coronel Cláudio Moreira Bento]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Objetivos e Atividades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição tem como missão a preservação da memória histórica de Itajubá e seus vultos eminentes, promovendo estudos, divulgando fatos relevantes do passado do município, promovendo palestras, proferidas pelos membros da instituição, com panegíricos (discursos de louvor) de personalidades importantes e fatos históricos de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia Itajubense de História tinha um jornal chamado &amp;quot;[[Ibitira]]&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Sede ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, a sede da Academia Itajubense de História está localizada no &#039;&#039;&#039;prédio da antiga Estação Ferroviária&#039;&#039;&#039; de Itajubá, que foi restaurado e transformado em &#039;&#039;&#039;Museu Municipal&#039;&#039;&#039;, sediando também a Academia. O prédio da estação ferroviária, desativada desde os anos 60, foi transformado em Museu Municipal, e suas demais salas se tornaram a sede da Academia Itajubense de História.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Membros e Presidentes Notáveis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Fundador:&#039;&#039;&#039; [[Coronel Cláudio Moreira Bento]]. Ele também fundou a Delegacia Pedro Bernardo Guimarães da Academia Brasileira de História em Itajubá e o Museu Juarez Távora no 4º Batalhão de Engenharia de Combate.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Presidentes:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
**   [[Coronel João Otero Diniz]].&lt;br /&gt;
**   [[Capitão José Sâmia]].&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Membros Efetivos&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
**   [[Marcos Antônio Olivas]] (Cadeira 40).&lt;br /&gt;
**   [[Dr. Fábio Pereira]] (Cadeira 17).&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Outros Membros e Associados:&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
**   [[José Armelim Bernardo Guimarães]] (passou a ser membro em 1982).&lt;br /&gt;
**   [[Tabelião Abílio Ottoni Guedes Sarmento]] (homenageado pela Academia em 2016).&lt;br /&gt;
**   [[Eurípedes de Oliveira Pamplona]] (membro).&lt;br /&gt;
**   [[Fernando Antonio Xavier Brandão]] (Sócio Correspondente em 2012).&lt;br /&gt;
**   [[José Ferreira de Siqueira]] (membro em 1981)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Distinção da Academia Itajubense de Letras ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante notar que a Academia Itajubense de História é uma entidade distinta da [[Academia Itajubense de Letras]]. A Academia de Letras foi fundada anteriormente, em &#039;&#039;&#039;15 de agosto de 1964&#039;&#039;&#039;. Algumas personalidades, como [[José Armelim Bernardo Guimarães]] e Dr. Fábio Pereira, foram membros de ambas as instituições. [[Fernando Antonio Xavier Brandão]] também foi Sócio Correspondente da [[Academia Itajubense de Letras]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Academia_Itajubense_de_Letras&amp;diff=256</id>
		<title>Academia Itajubense de Letras</title>
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		<updated>2025-05-29T12:48:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Academia Itajubense de Letras&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é uma instituição cultural localizada em Itajubá, Minas Gerais. Ela desempenha um papel importante na vida literária e cultural da cidade.  == História e Fundação ==  A Academia Itajubense de Letras foi &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;fundada em 15 de agosto de 1964&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. A iniciativa para sua criação partiu do Professor Gabriel Ferreira Leite e do trovador Waldemar Rocha Vianna. A solenidade de fundação foi realizada no Colégio de Itajubá....&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Academia Itajubense de Letras&#039;&#039;&#039; é uma instituição cultural localizada em Itajubá, Minas Gerais. Ela desempenha um papel importante na vida literária e cultural da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História e Fundação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia Itajubense de Letras foi &#039;&#039;&#039;fundada em 15 de agosto de 1964&#039;&#039;&#039;. A iniciativa para sua criação partiu do [[Professor Gabriel Ferreira Leite]] e do trovador [[Waldemar Rocha Vianna]]. A solenidade de fundação foi realizada no Colégio de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com seus Estatutos, a Academia tem como finalidade:&lt;br /&gt;
*   Unir escritores.&lt;br /&gt;
*   Cultivar e difundir as letras.&lt;br /&gt;
*   Promover o intercâmbio cultural com entidades congêneres.&lt;br /&gt;
*   Realizar concursos literários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição foi &#039;&#039;&#039;declarada de utilidade pública&#039;&#039;&#039; pela Lei Estadual nº 5.120, sancionada em 10 de dezembro de 1968, de autoria do Deputado [[Dr. Euclides Pereira Cintra]]. Em 1969, foi destacada como uma das entidades culturais importantes do município para o Questionário de Zoneamento Cultural do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Atividades ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Academia Itajubense de Letras busca congregar escritores e tem prestado assinalados serviços à comunidade local no campo das letras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição também promove eventos culturais. Por exemplo, em março de 1969, sediou a sessão solene onde o [[Dr. Dermeval José Pimenta]], Presidente do Conselho Estadual de Cultura e do Instituto Histórico de Minas, proferiu o discurso oficial nas comemorações do sesquicentenário (150 anos) da fundação da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Membros Notáveis ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversas personalidades itajubenses foram associadas à Academia ao longo do tempo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   [[Professor Júlio dos Santos]]: Um dos fundadores da Academia em 1964. Presidente da Academia em 1969 e após a morte de Waldemar Vianna.&lt;br /&gt;
*   [[Waldemar Rocha Vianna]]: Um dos fundadores em 1964.&lt;br /&gt;
*   [[Professor Francisco Júlio dos Santos]]: Presidente da Academia após Waldemar Vianna. Também mencionado como notável orador e lente de história falecido em 1982.&lt;br /&gt;
*   [[Wilson Ribeiro de Sá]]: Presidente da Academia em 1988.&lt;br /&gt;
*   [[Profª D. Ambrosina Freitas Paiva]]: Diretora da Academia em 1998.&lt;br /&gt;
*   [[Marcos Antônio Olivas]]: Membro Efetivo (Cadeira 11) em 2023.&lt;br /&gt;
*   [[José Ferreira de Siqueira]]: Membro em 1981, também membro da [[Academia Itajubense de História]].&lt;br /&gt;
*   [[Fernando Antonio Xavier Brandão]]: Engenheiro, Sócio Correspondente em 2012, também Presidente Emérito do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais e Sócio Efetivo da [[Academia Itajubense de História]].&lt;br /&gt;
*   [[Pedro Bernardo Guimarães]]: Mencionado como membro da Academia Itajubense de Letras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Diferença entre Academia de Letras e Academia de História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante notar que a Academia Itajubense de Letras é uma entidade distinta da [[Academia Itajubense de História]], embora ambas coexistam em Itajubá e algumas personalidades tenham sido membros de ambas. A Academia Itajubense de História foi fundada posteriormente, em 1981, pelo [[Coronel Cláudio Moreira Bento]].&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Aboli%C3%A7%C3%A3o_da_Escravatura&amp;diff=255</id>
		<title>Abolição da Escravatura</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Aboli%C3%A7%C3%A3o_da_Escravatura&amp;diff=255"/>
		<updated>2025-05-29T12:44:39Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A história da abolição da escravatura em Itajubá, Minas Gerais, é marcada por um acontecimento de grande relevância nacional, que lhe conferiu o título de &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Cidade Luz&amp;quot;&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contexto Histórico da Escravidão em Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presença de africanos em Itajubá antecede a fundação da cidade. Já no século XVIII, existiu no município o [[Quilombo da Berta]], um local onde se refugiavam escravos fugidos de senzalas do sul de Minas e do norte de São Paulo. O bairro Berta (ou Aberta) no sul do atual município de Itajubá, junto à Serra do Pouso Frio e à Pedra Vermelha, era parte dessa área. O arraial das Anhumas, próximo à Berta, existia desde 1810 e pode ter sido iniciado no século XVIII por escravos fugidos homiziados na Berta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A população escrava em Itajubá cresceu significativamente ao longo do século XIX:&lt;br /&gt;
*   1825: 1.000 (estimativa)&lt;br /&gt;
*   1835: 1.712&lt;br /&gt;
*   1848: 2.104&lt;br /&gt;
*   1860: 2.982&lt;br /&gt;
*   1868: 3.021&lt;br /&gt;
*   1872: 4.275&lt;br /&gt;
*   1876: 4.496&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros de batizados de escravos no arquivo da Paróquia de Nossa Senhora da Soledade registravam os nomes dos senhores de Itajubá que possuíam escravos, incluindo o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], o fundador da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Tratamento dos Escravos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a cidade tenha se destacado por seu ato de libertação antecipada, as práticas desumanas contra escravos também ocorreram em Itajubá. Jornais do século XIX, anteriores a 1888, noticiaram atrocidades. Um fazendeiro chamado Manuel Custódio dos Santos, por exemplo, foi acusado de torturar um escravo chamado Clemente por ter comido um pedaço de cana, chegando a arrancar-lhe dentes com uma torquês. Apesar de um &amp;quot;Auto do corpo de delito&amp;quot; ter comprovado as denúncias, o fazendeiro e seu capataz foram absolvidos em um segundo julgamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As posturas municipais tratavam os escravos principalmente sob o ângulo da segurança pública, vendo-os como uma ameaça a seus proprietários e à população livre. A fuga ou o uso da violência por parte dos escravos não eram vistos como consequência de sua condição, mas como desvios de conduta. Escravos abandonados podiam ser classificados como &amp;quot;bens de evento&amp;quot; (gado solto e sem identificação), sujeitos a apreensão, avaliação e leilão, momento em que seriam declarados livres pela Câmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Processo Emancipacionista Local ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento pela libertação dos escravos em Itajubá se alinhou com os movimentos nacionais gradualistas que buscavam a extinção da escravidão. Leis como a de extinção do tráfico (1853), a Lei do Ventre Livre (1871), e a libertação compulsória dos sexagenários (Lei Saraiva-Cotegipe de 1885) reacenderam o combate ao cativeiro em Itajubá. Em 1885, a Lei Saraiva-Cotegipe gerou grande entusiasmo, identificando 225 escravos sexagenários no município, número reduzido a 104 após descontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os abolicionistas itajubenses não confiavam apenas nas providências governamentais. O jornal &amp;quot;[[O Itajubá]]&amp;quot;, redigido pelo [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]], combatia a servidão e incentivava manumissões. O jornal noticiava as alforrias concedidas voluntariamente pelos senhores em ocasiões festivas. Gestos filantrópicos de senhores libertando seus escravos eram frequentes. O Ten. Cel. Domiciano José Pereira, falecido em 1886, deixou em testamento a liberdade para seus 23 escravos. Autoridades governamentais também contribuíam financeiramente para a libertação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Comissão Libertadora foi organizada e a própria [[Câmara Municipal]] aderiu ao movimento. Por proposta do vereador Joaquim Francisco Pereira Júnior, foi criado o &#039;&#039;&#039;Livro da Liberdade&#039;&#039;&#039; (ou Livro de Honra). Este livro, encadernado em veludo vermelho e com dizeres gravados em ouro, tinha a finalidade de registrar para a História os nomes dos abolicionistas, que àquela altura, segundo uma [[Armelim Guimarães]] em seu livro História de Itajubá, era todo o povo itajubense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de esforços emancipacionistas, há indícios de que a motivação dos fazendeiros para a libertação em massa estava mais ligada à defesa de sua propriedade e à antecipação de possíveis reações dos escravos, visando garantir a mão de obra e evitar abalos na ordem pública e prejuízos à lavoura. O movimento dos fazendeiros parecia buscar a abolição geral em prazo breve, possivelmente com indenização, e uma lei que obrigasse os vadios ao trabalho para suprir a falta de braços agrícolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Marco Histórico: 11 de Março de 1888 - &amp;quot;Cidade Luz&amp;quot; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acontecimento mais célebre da história abolicionista de Itajubá ocorreu em &#039;&#039;&#039;11 de março de 1888&#039;&#039;&#039;. Dois meses antes da assinatura da Lei Áurea, os fazendeiros e senhores de escravos do município se reuniram e decidiram conceder &#039;&#039;&#039;&amp;quot;gratuitamente&amp;quot;&#039;&#039;&#039; cartas de alforria a todos os seus cativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma solenidade em praça pública, a Municipalidade, por meio da Comissão Manumissora Municipal presidida pelo [[Cel. Joaquim Francisco Pereira Júnior]], com o assentimento de todos os proprietários, declarou &amp;quot;extinto o regime da escravidão dentro dos muros do Município&amp;quot;. Este feito foi seguido de um &amp;quot;entusiástico desfile pelas ruas com banda de música e foguetes festivos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número de escravos libertados nesse dia é estimado em cerca de dois mil, segundo o Juiz de Direito Dr. Adolfo Augusto Olinto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este ato humanitário teve &#039;&#039;&#039;repercussão nacional&#039;&#039;&#039;, sendo noticiado em jornais da Corte como &amp;quot;Cidade do Rio&amp;quot;, &amp;quot;Jornal Comércio&amp;quot;, &amp;quot;Gazeta de Notícias&amp;quot; e &amp;quot;O Paiz&amp;quot;. O grande abolicionista &#039;&#039;&#039;José do Patrocínio&#039;&#039;&#039;, no Rio de Janeiro, qualificou Itajubá de &#039;&#039;&#039;&amp;quot;CIDADE LUZ&amp;quot;&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá teve a honra de ser a &#039;&#039;&#039;primeira cidade da Província de Minas Gerais a libertar todos os seus escravos&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Lei Áurea ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 13 de maio de 1888, a Princesa Imperial Regente Izabel sancionou a Lei nº 3.353, conhecida como Lei Áurea, que extinguiu a escravidão em todo o Brasil. Itajubá celebrou este acontecimento, com jornais locais dedicando suas primeiras páginas à notícia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado Pós-Abolição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da abolição, a questão da indenização aos antigos proprietários de escravos persistiu. Em 1890, o Ministro da Fazenda Rui Barbosa, com apoio da Confederação Abolicionista, ordenou a queima de documentos relacionados à escravidão para evitar que servissem de base legal para indenizações, medida que teve continuidade com seu sucessor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &amp;quot;Livro da Liberdade&amp;quot;, criado pela Câmara Municipal de Itajubá para registrar os nomes dos abolicionistas, serve como um documento histórico deste período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma figura que representa a longevidade do impacto da escravidão foi [[Maria do Carmo Jerônimo]], considerada a &#039;&#039;&#039;última escrava do Brasil&#039;&#039;&#039;, que faleceu em Itajubá em 14 de junho de 1999, aos 129 anos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Aboli%C3%A7%C3%A3o_da_Escravatura&amp;diff=254</id>
		<title>Abolição da Escravatura</title>
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		<updated>2025-05-29T12:44:16Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A história da abolição da escravatura em Itajubá, Minas Gerais, é marcada por um acontecimento de grande relevância nacional, que lhe conferiu o título de &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;quot;Cidade Luz&amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;.  == Contexto Histórico da Escravidão em Itajubá ==  A presença de africanos em Itajubá antecede a fundação da cidade. Já no século XVIII, existiu no município o Quilombo da Berta, um local onde se refugiavam escravos fugidos de senzalas do sul de Minas e do norte de São Paulo....&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A história da abolição da escravatura em Itajubá, Minas Gerais, é marcada por um acontecimento de grande relevância nacional, que lhe conferiu o título de &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Cidade Luz&amp;quot;&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contexto Histórico da Escravidão em Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presença de africanos em Itajubá antecede a fundação da cidade. Já no século XVIII, existiu no município o [[Quilombo da Berta]], um local onde se refugiavam escravos fugidos de senzalas do sul de Minas e do norte de São Paulo. O bairro Berta (ou Aberta) no sul do atual município de Itajubá, junto à Serra do Pouso Frio e à Pedra Vermelha, era parte dessa área. O arraial das Anhumas, próximo à Berta, existia desde 1810 e pode ter sido iniciado no século XVIII por escravos fugidos homiziados na Berta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A população escrava em Itajubá cresceu significativamente ao longo do século XIX:&lt;br /&gt;
*   1825: 1.000 (estimativa)&lt;br /&gt;
*   1835: 1.712&lt;br /&gt;
*   1848: 2.104&lt;br /&gt;
*   1860: 2.982&lt;br /&gt;
*   1868: 3.021&lt;br /&gt;
*   1872: 4.275&lt;br /&gt;
*   1876: 4.496&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os livros de batizados de escravos no arquivo da Paróquia de Nossa Senhora da Soledade registravam os nomes dos senhores de Itajubá que possuíam escravos, incluindo o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], o fundador da cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Tratamento dos Escravos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a cidade tenha se destacado por seu ato de libertação antecipada, as práticas desumanas contra escravos também ocorreram em Itajubá. Jornais do século XIX, anteriores a 1888, noticiaram atrocidades. Um fazendeiro chamado Manuel Custódio dos Santos, por exemplo, foi acusado de torturar um escravo chamado Clemente por ter comido um pedaço de cana, chegando a arrancar-lhe dentes com uma torquês. Apesar de um &amp;quot;Auto do corpo de delito&amp;quot; ter comprovado as denúncias, o fazendeiro e seu capataz foram absolvidos em um segundo julgamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As posturas municipais tratavam os escravos principalmente sob o ângulo da segurança pública, vendo-os como uma ameaça a seus proprietários e à população livre. A fuga ou o uso da violência por parte dos escravos não eram vistos como consequência de sua condição, mas como desvios de conduta. Escravos abandonados podiam ser classificados como &amp;quot;bens de evento&amp;quot; (gado solto e sem identificação), sujeitos a apreensão, avaliação e leilão, momento em que seriam declarados livres pela Câmara.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Processo Emancipacionista Local ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento pela libertação dos escravos em Itajubá se alinhou com os movimentos nacionais gradualistas que buscavam a extinção da escravidão. Leis como a de extinção do tráfico (1853), a Lei do Ventre Livre (1871), e a libertação compulsória dos sexagenários (Lei Saraiva-Cotegipe de 1885) reacenderam o combate ao cativeiro em Itajubá. Em 1885, a Lei Saraiva-Cotegipe gerou grande entusiasmo, identificando 225 escravos sexagenários no município, número reduzido a 104 após descontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os abolicionistas itajubenses não confiavam apenas nas providências governamentais. O jornal &amp;quot;[[O Itajubá]]&amp;quot;, redigido pelo [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]], combatia a servidão e incentivava manumissões. O jornal noticiava as alforrias concedidas voluntariamente pelos senhores em ocasiões festivas. Gestos filantrópicos de senhores libertando seus escravos eram frequentes. O Ten. Cel. Domiciano José Pereira, falecido em 1886, deixou em testamento a liberdade para seus 23 escravos. Autoridades governamentais também contribuíam financeiramente para a libertação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma Comissão Libertadora foi organizada e a própria [[Câmara Municipal]] aderiu ao movimento. Por proposta do vereador Joaquim Francisco Pereira Júnior, foi criado o &#039;&#039;&#039;Livro da Liberdade&#039;&#039;&#039; (ou Livro de Honra). Este livro, encadernado em veludo vermelho e com dizeres gravados em ouro, tinha a finalidade de registrar para a História os nomes dos abolicionistas, que àquela altura, segundo uma [[Armelim Guimarães]] em seu livro História de Itajubá, era todo o povo itajubense.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de esforços emancipacionistas, há indícios de que a motivação dos fazendeiros para a libertação em massa estava mais ligada à defesa de sua propriedade e à antecipação de possíveis reações dos escravos, visando garantir a mão de obra e evitar abalos na ordem pública e prejuízos à lavoura. O movimento dos fazendeiros parecia buscar a abolição geral em prazo breve, possivelmente com indenização, e uma lei que obrigasse os vadios ao trabalho para suprir a falta de braços agrícolas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Marco Histórico: 11 de Março de 1888 - &amp;quot;Cidade Luz&amp;quot; ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acontecimento mais célebre da história abolicionista de Itajubá ocorreu em &#039;&#039;&#039;11 de março de 1888&#039;&#039;&#039;. Dois meses antes da assinatura da Lei Áurea, os fazendeiros e senhores de escravos do município se reuniram e decidiram conceder &#039;&#039;&#039;&amp;quot;gratuitamente&amp;quot;&#039;&#039;&#039; cartas de alforria a todos os seus cativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma solenidade em praça pública, a Municipalidade, por meio da Comissão Manumissora Municipal presidida pelo [[Cel. Joaquim Francisco Pereira Júnior]], com o assentimento de todos os proprietários, declarou &amp;quot;extinto o regime da escravidão dentro dos muros do Município&amp;quot;. Este feito foi seguido de um &amp;quot;entusiástico desfile pelas ruas com banda de música e foguetes festivos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número de escravos libertados nesse dia é estimado em cerca de dois mil, segundo o Juiz de Direito Dr. Adolfo Augusto Olinto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este ato humanitário teve &#039;&#039;&#039;repercussão nacional&#039;&#039;&#039;, sendo noticiado em jornais da Corte como &amp;quot;Cidade do Rio&amp;quot;, &amp;quot;Jornal Comércio&amp;quot;, &amp;quot;Gazeta de Notícias&amp;quot; e &amp;quot;O Paiz&amp;quot;. O grande abolicionista &#039;&#039;&#039;José do Patrocínio&#039;&#039;&#039;, no Rio de Janeiro, qualificou Itajubá de &#039;&#039;&#039;&amp;quot;CIDADE LUZ&amp;quot;&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itajubá teve a honra de ser a &#039;&#039;&#039;primeira cidade da Província de Minas Gerais a libertar todos os seus escravos&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Lei Áurea ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 13 de maio de 1888, a Princesa Imperial Regente Izabel sancionou a Lei n.º 3.353, conhecida como Lei Áurea, que extinguiu a escravidão em todo o Brasil. Itajubá celebrou este acontecimento, com jornais locais dedicando suas primeiras páginas à notícia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado Pós-Abolição ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da abolição, a questão da indenização aos antigos proprietários de escravos persistiu. Em 1890, o Ministro da Fazenda Rui Barbosa, com apoio da Confederação Abolicionista, ordenou a queima de documentos relacionados à escravidão para evitar que servissem de base legal para indenizações, medida que teve continuidade com seu sucessor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &amp;quot;Livro da Liberdade&amp;quot;, criado pela Câmara Municipal de Itajubá para registrar os nomes dos abolicionistas, serve como um documento histórico deste período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma figura que representa a longevidade do impacto da escravidão foi [[Maria do Carmo Jerônimo]], considerada a &#039;&#039;&#039;última escrava do Brasil&#039;&#039;&#039;, que faleceu em Itajubá em 14 de junho de 1999, aos 129 anos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Rio_Sapuca%C3%AD&amp;diff=253</id>
		<title>Rio Sapucaí</title>
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		<updated>2025-05-29T12:23:09Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Rio Sapucaí&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é um importante rio do sul do estado de Minas Gerais, Brasil. Ele &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;divide a cidade de Itajubá ao meio&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; e é considerado de &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;relevante importância no progresso e na vida da cidade&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, especialmente no passado, por favorecer a navegação. O município de Itajubá está situado na &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;bacia hidrográfica do Rio Sapucaí&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;.  == Etimologia ==  O nome &amp;quot;Sapucaí&amp;quot; foi dado pelos indígenas que habitavam a região. O termo tem origem na língua Tupi...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;Rio Sapucaí&#039;&#039;&#039; é um importante rio do sul do estado de Minas Gerais, Brasil. Ele &#039;&#039;&#039;divide a cidade de Itajubá ao meio&#039;&#039;&#039; e é considerado de &#039;&#039;&#039;relevante importância no progresso e na vida da cidade&#039;&#039;&#039;, especialmente no passado, por favorecer a navegação. O município de Itajubá está situado na &#039;&#039;&#039;bacia hidrográfica do Rio Sapucaí&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etimologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nome &amp;quot;Sapucaí&amp;quot; foi dado pelos indígenas que habitavam a região. O termo tem origem na língua Tupi e significa &amp;quot;&#039;&#039;&#039;rio que canta&#039;&#039;&#039;&amp;quot; ou &amp;quot;&#039;&#039;&#039;rio que grita&#039;&#039;&#039;&amp;quot;. Esta denominação faz alusão às árvores Sapucaia (da família das lecitidáceas) que, quando fustigadas pelos ventos (frequentes no vale), produziam sons semelhantes a gemidos ou gritos. Os índios também chamavam de &amp;quot;sapucaia&amp;quot; as galinhas (que desconheciam antes da chegada dos portugueses) por cacarejarem alto. Nos velhos tempos, essas árvores Sapucaia existiam em abundância nas margens e barrancas do rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Geografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rio Sapucaí nasce na cidade de Campos do Jordão e deságua no Rio Grande. Em Itajubá, ele entra na cidade pelo bairro urbano Santa Rosa e sai pelo bairro Boa Vista, &#039;&#039;&#039;dividindo-a em duas partes iguais&#039;&#039;&#039;. A bacia do Sapucaí é a &#039;&#039;&#039;principal do sistema potamográfico do Sul de Minas&#039;&#039;&#039;. Alguns de seus afluentes notáveis no território itajubense incluem o Ribeirão José Pereira (na margem direita) e o Córrego da Estância, Ribeirão das Anhumas, Ribeirão Piranguçu e Ribeirão dos Antunes (na margem esquerda). O Ribeirão José Pereira, que também atravessa grande parte da cidade e deságua no Sapucaí no centro, era utilizado para a iluminação pública no início do século XX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História e Exploração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O conhecimento do Alto Rio Verde e do Alto Sapucaí remonta ao final do século XVI. Diversos sertanistas e bandeirantes exploraram a região e se aproximaram do rio nos séculos XVI e XVII.&lt;br /&gt;
*   [[João Pereira Botafogo]] é afirmado como o primeiro civilizado a divisar o Sapucaí em 1596.&lt;br /&gt;
*   [[Martim de Sá]], em 1597, numa bandeira vinda do Rio de Janeiro, transpôs a Serra do Mar, atravessou o Paraíba e ascendeu pela Mantiqueira, viajando na região das cabeceiras do Sapucaí e do Rio Verde.&lt;br /&gt;
*   [[Afonso Sardinha]], em 1597, desceu da Mantiqueira (antigamente chamada Jaguamimbaba) para a região do Sapucaí, acompanhado pelo naturalista alemão Glimmer, considerado o primeiro homem de ciência a penetrar no território da futura Minas Gerais.&lt;br /&gt;
*   [[Diogo Gonçalves Laço]] e [[Francisco Proença]], no início do século XVII, alcançaram o leito do Sapucaí e subiram por ele.&lt;br /&gt;
*   [[Bartolomeu da Cunha]] já conhecia a existência de ouro no Alto Sapucaí antes de 1737.&lt;br /&gt;
*   A existência de ouro no Alto Sapucaí e no Alto Rio Verde era &#039;&#039;&#039;perfeitamente conhecida pelos anos de 1692 a 1693&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar dessas explorações anteriores, o ouvidor de São João del-Rei, &#039;&#039;&#039;Cipriano José da Rocha&#039;&#039;&#039;, afirmou ter &amp;quot;descobriu&amp;quot; o Rio Sapucaí em 1737, após diligências próprias. Ele descreveu o rio como &amp;quot;abundante de águas, maior em muitas partes que o Rio Grande, porém, de vagarosa corrente&amp;quot;. Naquele tempo (1737), o &amp;quot;Itajubá&amp;quot; mencionado era a povoação serrana (atual Delfim Moreira) e não a atual cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação da Nova Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história da atual cidade de Itajubá está intrinsecamente ligada ao Rio Sapucaí. A primitiva povoação de Itajubá (hoje Delfim Moreira), fundada por Miguel Garcia Velho em 1703, ficava em um local de difícil acesso e pouco favorável ao progresso. Em &#039;&#039;&#039;1819&#039;&#039;&#039;, o então vigário de Soledade de Itajubá, [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], considerou a primitiva sede paroquial como uma &amp;quot;sepultura dos vivos&amp;quot; e decidiu transferir a freguesia para um local mais propício.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na noite de 17 de março de 1819, Padre Lourenço reuniu os fiéis que o seguiriam. Na manhã seguinte, a caravana rumou para as margens do Rio Sapucaí. Chegaram à confluência dos rios Santo Antônio e Sapucaí, onde prepararam balsas para descer o rio. Ao amanhecer do dia &#039;&#039;&#039;19 de março de 1819&#039;&#039;&#039;, desembarcaram no alto do &#039;&#039;&#039;Morro Ibitira&#039;&#039;&#039; (nome indígena para o outeiro), onde o Padre Lourenço celebrou a primeira missa, fundando o povoado que seria a nova Itajubá. Inicialmente, o povoado foi denominado &#039;&#039;&#039;Boa Vista do Sapucaí&#039;&#039;&#039;, ou Capela Nova da Boa Vista, ou Capela Nova de Itajubá, ou Itajubá Novo. O nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot; só foi oficialmente transferido para o novo povoado anos mais tarde. O local da primeira missa, no outeiro, é onde hoje se encontra a [[Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Navegação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rio Sapucaí foi um importante meio de transporte na região. Antes da chegada da estrada de ferro, as mercadorias chegavam por meio de &amp;quot;barcas (movidas a varejão ou zinga)&amp;quot;, que exigiam grande esforço humano para subir o rio contra a correnteza. O ancoradouro primitivo ficava entre os términos das atuais Ruas Flamíneo Miranda e Tomás Aldano, e um &#039;&#039;&#039;novo porto foi construído posteriormente, mais próximo às casas comerciais. O antigo porto passou a ser conhecido como [[Porto Velho]], dando nome ao bairro ali desenvolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A navegação a vapor pelo rio foi autorizada por lei provincial em 1893. O &#039;&#039;&#039;primeiro barco a vapor&#039;&#039;&#039;, o &amp;quot;Guapy&amp;quot;, chegou a Itajubá pela estrada de ferro em 1892 e foi lançado ao rio. Posteriormente, outros barcos a vapor chegaram, e esses serviços existiam ainda em 1912. No entanto, as barcas a varejão foram desaparecendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos velhos tempos, o Sapucaí possuía maior volume de água devido às florestas ribeirinhas, o que facilitava a navegação. Atualmente, devido à devastação das matas e à retificação do leito, o rio se tornou raso, inviabilizando a navegação até mesmo das menores barcas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Enchentes e Retificação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rio Sapucaí era conhecido por suas &#039;&#039;&#039;grandes e desastrosas inundações&#039;&#039;&#039; em Itajubá. As cheias, especialmente em dezembro, janeiro e fevereiro, causavam desabamentos, grandes prejuízos e vitimavam pessoas, invadindo o centro da cidade e diversos bairros ribeirinhos como Pinheirinho, Avenida, Boa Vista, Porto Velho, Pacatito, Cantina, e Varginha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A necessidade de &amp;quot;retificar o curso do rio&amp;quot; para pôr fim às enchentes foi discutida desde o século XIX. Projetos e estudos foram elaborados. A [[Câmara Municipal]] reconheceu a urgência da mudança do curso das águas já em 1864. Apesar de esforços e promessas de autoridades estaduais e federais, os trabalhos de retificação só tiveram início em &#039;&#039;&#039;11 de novembro de 1957&#039;&#039;&#039;, graças aos esforços de figuras como o prefeito [[Antônio Rennó Pereira]] (Tota Rennó), [[Dr. Aureliano Chaves de Mendonça]] (então engenheiro da prefeitura) e o deputado [[Dr. Euclides Pereira Cintra]], que lutou incansavelmente pelo projeto junto aos governos estadual e federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os trabalhos, realizados com dragas, duraram quase doze anos, chegando à ponte da Fábrica de Armas em &#039;&#039;&#039;1969&#039;&#039;&#039;. A retificação, embora tenha ajudado a controlar as grandes inundações, contribuiu para a diminuição do volume de água do rio. O [[4º Batalhão de Engenharia de Combate]] em Itajubá também prestava socorro à cidade durante as enchentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Relação com a Cidade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de dividir Itajubá, o Rio Sapucaí interage com a vida urbana de diversas formas:&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Pontes:&#039;&#039;&#039; Diversas pontes foram construídas sobre o rio ao longo da história para ligar as duas margens. A primeira ponte de madeira foi construída em 1852 por [[Joaquim Rodrigues Sampaio]]. A ponte &amp;quot;Randolfo Paiva&amp;quot; (originalmente construída por Dr. João Baptista Randolpho Paiva a partir de 1928, substituída por uma mais sólida em 1985), a ponte Dr. José Rodrigues Seabra (na Fábrica de Armas, inaugurada em 1953), a ponte Rui Gomes Braga (ligando Ruas Francisco Masselli e Prof. Cornélio de Faria), e a ponte Dr. João Baptista Cabral Rennó (ligando Rua Vicente Sanches à Av. Padre Lourenço, inaugurada em 1984) são exemplos.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Uso das Margens e Água:&#039;&#039;&#039; Nos séculos passados, as margens eram usadas para lavar roupas. O rio também era utilizado para natação. Houve discussões e tentativas de usar a água do Sapucaí para o abastecimento público, embora sua potabilidade tenha sido questionada devido à poluição por esgotos e animais mortos. Atualmente, o abastecimento de água pela COPASA em Itajubá utiliza água bombeada do Sapucaí, na altura do bairro Santa Rosa, apesar da existência de mananciais límpidos na serra dos Toledos. O rio também recebeu descarte de lixo da cidade.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Divisas:&#039;&#039;&#039; A disputa por limites entre Minas Gerais e São Paulo no século XVIII e XIX envolveu a posse das margens do Rio Sapucaí. As pretensões paulistas visavam ter domínio sobre ambas as margens. Decisões régias e de governadores acabaram por reconhecer ambas as vertentes do Sapucaí como território mineiro. Houve até iniciativa de um deputado mineiro para anexar a margem esquerda do Sapucaí (incluindo parte de Itajubá) a São Paulo em 1858, mas a Câmara de Itajubá se opôs.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rio Sapucaí não é apenas uma característica geográfica central para Itajubá, mas também parte de sua identidade e história, desde os primeiros povoamentos até a modernização da cidade. O nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot; está ligado indiretamente ao rio, através da cachoeira &amp;quot;Itagybá&amp;quot; em Delfim Moreira, que deu nome à primitiva povoação. Um dos mais ilustres titulares do Império, [[Cândido José de Araújo Vianna]], recebeu a honraria de &#039;&#039;&#039;Marquês de Sapucaí&#039;&#039;&#039;, tendo uma rua no Rio de Janeiro com seu nome associada ao carnaval. Itajubá também fez parte da &#039;&#039;&#039;Comarca do Sapucaí&#039;&#039;&#039; em diferentes períodos históricos.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=O_Itajub%C3%A1_(jornal)&amp;diff=252</id>
		<title>O Itajubá (jornal)</title>
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		<updated>2025-05-29T12:12:53Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O &#039;&#039;&#039;&amp;quot;O Itajubá&amp;quot;&#039;&#039;&#039; foi um jornal de Itajubá, Minas Gerais. Destaca-se por ser o &#039;&#039;&#039;primeiro jornal da cidade&#039;&#039;&#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Fundação e Primeira Fase ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornalismo em Itajubá teve início com o &amp;quot;O Itajubá&amp;quot; em &#039;&#039;&#039;12 de maio de 1872&#039;&#039;&#039;. Foi fundado e dirigido por [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]], um advogado considerado iniciador do trabalho de imprensa em Itajubá. Para fundar o jornal, ele adquiriu uma tipografia antiga em Baependi, que pertencia a Jesuíno Pereira Baião. A tipografia foi transportada para Itajubá em carro de bois e montada em uma sala da residência de Manuel Félix de Alvarenga, na Rua Duque de Caxias (atualmente Rua Cel. Francisco Braz). Esta tipografia não apenas imprimiu o primeiro jornal, mas também ensinou o ofício aos tipógrafos pioneiros da cidade. O jornal teve uma duração considerada &amp;quot;brilhante&amp;quot; de cerca de &#039;&#039;&#039;18 anos&#039;&#039;&#039;, com o evento de sua fundação sendo registrado por Xavier da Veiga em suas Efemérides Mineiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Períodos Posteriores e Reaparecimentos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora fundado em 1872 com uma duração inicial de cerca de 18 anos, o &amp;quot;O Itajubá&amp;quot; parece ter tido diferentes fases ou reaparecimentos ao longo do tempo. O jornal reapareceu na cidade em 1921. Houve um reaparecimento em 19 de maio de 1929, sob a direção de [[José Maria Afflalo]] e [[Jayme Wood]]. O jornal voltou a circular em 1945. Coleções existentes abrangem edições de 1872 a 1946, o que sugere uma continuidade, ainda que com possíveis interrupções ou mudanças de direção e propriedade ao longo deste período. [[Francisco Brás Neto]] também é mencionado como um dos seus proprietários e redatores em suas várias fases.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Orientação Política e Editorial ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O Itajubá&amp;quot; era reconhecido por ter uma orientação &#039;&#039;&#039;francamente liberal&#039;&#039;&#039;, em contraste com o segundo jornal da cidade, a &amp;quot;[[Gazeta Comercial]]&amp;quot;, que era conservadora. O jornal demonstrava-se, sem temores, favorável à libertação abolicionista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Eventos Notáveis Cobertos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornal desempenhou um papel importante no registro de eventos locais e nacionais. Em 20 de maio de 1888, dedicou sua primeira página inteira à Lei Áurea. Nesta edição, destacou a abolição com o brasão do Império, nomes de abolicionistas e instituições importantes na luta pela libertação, a declaração &amp;quot;ITAJUBÁ 1ª cidade de Minas Gerais, livre 11 de março de 1888&amp;quot;, e reproduziu na íntegra o texto da Lei de 13 de maio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras notícias e eventos cobertos pelo &amp;quot;O Itajubá&amp;quot; incluem:&lt;br /&gt;
*   O necrológio de D. Cândida Silveira Schumann em 17 de dezembro de 1882, mencionando a comissão maçônica que acompanhou o funeral, incluindo o primeiro Juiz de Direito da Comarca de Itajubá, Dr. Adolfo Augusto Olinto.&lt;br /&gt;
*   O falecimento do Barão e Visconde de Itajubá em 23 de fevereiro de 1884.&lt;br /&gt;
*   Informações sobre a Companhia Industrial Sul Mineira e suas atividades.&lt;br /&gt;
*   A inauguração das obras de reformas e da galeria de retratos no edifício do Fórum em 26 de dezembro de 1943.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Pessoas Associadas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversas pessoas estiveram ligadas ao jornal em diferentes períodos:&lt;br /&gt;
*   [[Dr. Aureliano Moreira Magalhães]]: Fundador, Diretor, Editor&lt;br /&gt;
*   [[Jesuíno Pereira Baião]]: Vendedor da tipografia original&lt;br /&gt;
*   [[Manuel Félix de Alvarenga]]: Proprietário da residência que abrigou a tipografia inicial&lt;br /&gt;
*   [[João Pinto de Sousa]]: Diretor em uma de suas fases, em 1927&lt;br /&gt;
*   [[José Maria Afflalo]]: Diretor em um reaparecimento, em 1929&lt;br /&gt;
*   [[Jayme Wood]]: Diretor em um reaparecimento, em 1929&lt;br /&gt;
*   [[Francisco Brás Neto]]: Mencionado como um dos proprietários e redatores em suas várias fases&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Acervo e Preservação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma coleção completa do &amp;quot;O Itajubá&amp;quot; faz parte do material doado por [[João Aldano]]. Este material está acessível no Acervo &amp;quot;João Aldano&amp;quot;, pertencente à Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI). As edições disponíveis no acervo datam de 1872 a 1946. O material doado por João Aldano (incluindo a hemeroteca) e o apartamento que sediava o arquivo (na Rua Dr. Pereira Cabral) foram doados a duas instituições que se comprometeram a organizar e zelar pelo acervo. Em 8 de novembro de 1927, a Câmara Municipal de Itajubá cogitou organizar uma hemeroteca pública, deliberando providenciar a encadernação do periódico &amp;quot;O Itajubá&amp;quot; em sua nova fase, então dirigido por João Pinto de Sousa. As coleções de &amp;quot;O Itajubá&amp;quot; são citadas como fontes para estudos históricos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas de suas edições estão disponíveis em http://memoria.bn.br/DOCREADER/DOCREADER.ASPX?BIB=828386&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Jornais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Gazeta_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=251</id>
		<title>Gazeta de Itajubá</title>
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		<updated>2025-05-29T12:11:51Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Gazeta de Itajubá&#039;&#039;&#039; foi um &#039;&#039;&#039;jornal itajubense&#039;&#039;&#039; que circulou no início do século XX. Segundo registros arquivísticos, suas edições abrangem o período de &#039;&#039;&#039;1903 a 1905&#039;&#039;&#039;. No entanto, algumas fontes citam publicações da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; em datas posteriores, como em 1911.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu primeiro número circulou em &#039;&#039;&#039;1º de fevereiro de 1903&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico e Circulação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O editor inicial da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; foi Francisco de Araújo, conhecido como Chichico. Entre seus redatores estavam [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Pedro Bernardo Guimarães]]. Pedro Bernardo Guimarães foi redator da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; de 1909 a 1916, sendo engenheiro geógrafo, deputado estadual, professor e o autor da obra &amp;quot;[[Município de Itajubá (livro de 1915)|Município de Itajubá]]&amp;quot; (1915), considerado o primeiro historiador de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornal &amp;quot;[[O Operário]]&amp;quot;, órgão da Liga Operária, era impresso na oficina da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coleções da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; de 1903 a 1905 estão disponíveis no Arquivo da História e da Imprensa de Itajubá, que faz parte do Acervo “João Aldano” da UNIFEI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conteúdo e Cobertura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; cobriu amplamente diversos aspectos da vida itajubense no início do século XX, um período de transição e modernização para a cidade. Suas publicações são citadas em diversas fontes históricas como registro dos acontecimentos locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os temas abordados, destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Cultura e Entretenimento:&#039;&#039;&#039; Anunciou a primeira exibição cinematográfica em Itajubá no [[Salão Japonês]] em 22 de maio de 1903. Reportou as sessões de biógrafo no [[Teatro Santa Cecília]]. Anunciou a inauguração do primeiro cinema dedicado, o [[Bijou-Salon]], em 1911. Cobriu eventos musicais, como a organização de bandas e conferências com apresentações musicais. Mencionou a filmagem da cidade por [[Aristides Junqueira]] para uma exposição em Turim.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Infraestrutura e Urbanismo:&#039;&#039;&#039; Noticiou a iniciativa para a construção de uma usina hidrelétrica e a inauguração festiva da [[iluminação elétrica]] em Itajubá em 12 de janeiro de 1907, destacando Itajubá como pioneira no Sul de Minas nesse melhoramento. Abordou projetos de saneamento e higiene pública, defendendo a demolição de moradias insalubres, propondo locais para descarte de lixo, como o [[rio Sapucaí]], em vez do &amp;quot;Brejo&amp;quot;, e sugerindo o uso de águas da &amp;quot;Fonte da Biquinha&amp;quot; para secar áreas alagadiças. Reportou reclamações sobre a falta de água em chafarizes e o andamento de projetos de instalação de água e esgoto. Mencionou a construção do [[matadouro municipal]]. Reportou sobre empreendimentos telefônicos e a aquisição da rede local pela Empresa Bragantina.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Economia e Indústria:&#039;&#039;&#039; Apresentou anúncios de serviços, como os de encadernação e de pedreiros/estucadores. Noticiou atividades agrícolas e industriais, como a criação de aves, cultivo de bicho-da-seda, e a instalação de serraria e fábrica de gelo. Defendeu a iniciativa privada como forma de obter recursos para melhoramentos municipais.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Social e Cívico:&#039;&#039;&#039; Publicou reportagens sobre a [[Santa Casa de Misericórdia]], detalhando sua fundação, benfeitores e inauguração. Noticiou a instalação do [[Centro Operário D. João Nery]], publicou seu estatuto e editais de convocação de associados, revelando a composição social da entidade. Relatou a criação e atividades da [[Liga Operária]] e seu jornal &amp;quot;[[O Operário]]&amp;quot;, incluindo a cobertura de funerais de membros. Reportou sobre eventos religiosos, como festas em capelas e a nomeação de comissões para obras na [[Igreja Matriz]]. Mencionou a presença de missionários coletando donativos. Cobriu encontros cívicos, como a reunião do Tiro de Guerra. Noticiou a demolição do antigo cemitério. Publicou informações sobre a participação de Itajubá em eventos externos, como o Congresso de Agricultores e Industriais.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Opinião:&#039;&#039;&#039; O jornal expressava as opiniões de seus redatores, defendendo hábitos &amp;quot;civilizados&amp;quot; e refletindo a divisão sociocultural da época. Elogiou o desenvolvimento urbano e o povo de Itajubá, descrevendo a cidade como confortável e de bom aspecto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; é uma fonte primária importante para o estudo da história de Itajubá no início do século XX, documentando a modernização da cidade, a vida social, cultural e econômica do período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora [[Pedro Bernardo Guimarães]], um de seus redatores, tenha inicialmente defendido a etimologia &amp;quot;pedra amarela&amp;quot; para Itajubá em sua obra posterior de 1915, a &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; em si é citada por historiadores, como [[Geraldino Campista]], para comprovar a etimologia correta &amp;quot;cascata&amp;quot; ou &amp;quot;água que cai sobre a pedra&amp;quot;, baseada na forma primitiva &amp;quot;Itagybá&amp;quot;, presente em documentos do século XVIII relacionados à povoação original (atual Delfim Moreira).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A circulação do jornal, mesmo que por um período relativamente curto (pelo menos de 1903 a 1905), contribuiu para o registro dos acontecimentos locais e a documentação da transição de Itajubá para um centro urbano mais moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Jornais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Gazeta_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=250</id>
		<title>Gazeta de Itajubá</title>
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		<updated>2025-05-29T12:11:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Gazeta de Itajubá&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi um &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;jornal itajubense&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; que circulou no início do século XX. Segundo registros arquivísticos, suas edições abrangem o período de &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;1903 a 1905&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. No entanto, algumas fontes citam publicações da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; em datas posteriores, como em 1911.  Seu primeiro número circulou em &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;1º de fevereiro de 1903&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;  == Histórico e Circulação ==  O editor inicial da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; foi Francisco de Araújo, conhecido como...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A &#039;&#039;&#039;Gazeta de Itajubá&#039;&#039;&#039; foi um &#039;&#039;&#039;jornal itajubense&#039;&#039;&#039; que circulou no início do século XX. Segundo registros arquivísticos, suas edições abrangem o período de &#039;&#039;&#039;1903 a 1905&#039;&#039;&#039;. No entanto, algumas fontes citam publicações da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; em datas posteriores, como em 1911.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu primeiro número circulou em &#039;&#039;&#039;1º de fevereiro de 1903&#039;&#039;&#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Histórico e Circulação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O editor inicial da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; foi Francisco de Araújo, conhecido como Chichico. Entre seus redatores estavam [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Pedro Bernardo Guimarães]]. Pedro Bernardo Guimarães foi redator da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; de 1909 a 1916, sendo engenheiro geógrafo, deputado estadual, professor e o autor da obra &amp;quot;[[Município de Itajubá]]&amp;quot; (1915), considerado o primeiro historiador de Itajubá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jornal &amp;quot;[[O Operário]]&amp;quot;, órgão da Liga Operária, era impresso na oficina da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coleções da &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; de 1903 a 1905 estão disponíveis no Arquivo da História e da Imprensa de Itajubá, que faz parte do Acervo “João Aldano” da UNIFEI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conteúdo e Cobertura ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; cobriu amplamente diversos aspectos da vida itajubense no início do século XX, um período de transição e modernização para a cidade. Suas publicações são citadas em diversas fontes históricas como registro dos acontecimentos locais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os temas abordados, destacam-se:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Cultura e Entretenimento:&#039;&#039;&#039; Anunciou a primeira exibição cinematográfica em Itajubá no [[Salão Japonês]] em 22 de maio de 1903. Reportou as sessões de biógrafo no [[Teatro Santa Cecília]]. Anunciou a inauguração do primeiro cinema dedicado, o [[Bijou-Salon]], em 1911. Cobriu eventos musicais, como a organização de bandas e conferências com apresentações musicais. Mencionou a filmagem da cidade por [[Aristides Junqueira]] para uma exposição em Turim.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Infraestrutura e Urbanismo:&#039;&#039;&#039; Noticiou a iniciativa para a construção de uma usina hidrelétrica e a inauguração festiva da [[iluminação elétrica]] em Itajubá em 12 de janeiro de 1907, destacando Itajubá como pioneira no Sul de Minas nesse melhoramento. Abordou projetos de saneamento e higiene pública, defendendo a demolição de moradias insalubres, propondo locais para descarte de lixo, como o [[rio Sapucaí]], em vez do &amp;quot;Brejo&amp;quot;, e sugerindo o uso de águas da &amp;quot;Fonte da Biquinha&amp;quot; para secar áreas alagadiças. Reportou reclamações sobre a falta de água em chafarizes e o andamento de projetos de instalação de água e esgoto. Mencionou a construção do [[matadouro municipal]]. Reportou sobre empreendimentos telefônicos e a aquisição da rede local pela Empresa Bragantina.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Economia e Indústria:&#039;&#039;&#039; Apresentou anúncios de serviços, como os de encadernação e de pedreiros/estucadores. Noticiou atividades agrícolas e industriais, como a criação de aves, cultivo de bicho-da-seda, e a instalação de serraria e fábrica de gelo. Defendeu a iniciativa privada como forma de obter recursos para melhoramentos municipais.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Social e Cívico:&#039;&#039;&#039; Publicou reportagens sobre a [[Santa Casa de Misericórdia]], detalhando sua fundação, benfeitores e inauguração. Noticiou a instalação do [[Centro Operário D. João Nery]], publicou seu estatuto e editais de convocação de associados, revelando a composição social da entidade. Relatou a criação e atividades da [[Liga Operária]] e seu jornal &amp;quot;[[O Operário]]&amp;quot;, incluindo a cobertura de funerais de membros. Reportou sobre eventos religiosos, como festas em capelas e a nomeação de comissões para obras na [[Igreja Matriz]]. Mencionou a presença de missionários coletando donativos. Cobriu encontros cívicos, como a reunião do Tiro de Guerra. Noticiou a demolição do antigo cemitério. Publicou informações sobre a participação de Itajubá em eventos externos, como o Congresso de Agricultores e Industriais.&lt;br /&gt;
*   &#039;&#039;&#039;Opinião:&#039;&#039;&#039; O jornal expressava as opiniões de seus redatores, defendendo hábitos &amp;quot;civilizados&amp;quot; e refletindo a divisão sociocultural da época. Elogiou o desenvolvimento urbano e o povo de Itajubá, descrevendo a cidade como confortável e de bom aspecto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; é uma fonte primária importante para o estudo da história de Itajubá no início do século XX, documentando a modernização da cidade, a vida social, cultural e econômica do período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora [[Pedro Bernardo Guimarães]], um de seus redatores, tenha inicialmente defendido a etimologia &amp;quot;pedra amarela&amp;quot; para Itajubá em sua obra posterior de 1915, a &amp;quot;Gazeta de Itajubá&amp;quot; em si é citada por historiadores, como [[Geraldino Campista]], para comprovar a etimologia correta &amp;quot;cascata&amp;quot; ou &amp;quot;água que cai sobre a pedra&amp;quot;, baseada na forma primitiva &amp;quot;Itagybá&amp;quot;, presente em documentos do século XVIII relacionados à povoação original (atual Delfim Moreira).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A circulação do jornal, mesmo que por um período relativamente curto (pelo menos de 1903 a 1905), contribuiu para o registro dos acontecimentos locais e a documentação da transição de Itajubá para um centro urbano mais moderno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Jornais]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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		<title>Miguel Garcia Velho</title>
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		<updated>2025-05-29T00:48:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Criou página com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Miguel Garcia Velho&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi um &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;bandeirante paulista&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; de Taubaté. Ele é uma figura histórica fundamental para a região do Sul de Minas Gerais, sendo reconhecido como o fundador da primitiva povoação de Itajubá, que hoje corresponde à cidade e município de Delfim Moreira.  Embora a atual cidade de Itajubá tenha sido fundada posteriormente pelo Padre Lourenço da Costa Moreira, sua história tem início na povoação original es...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&#039;&#039;&#039;Miguel Garcia Velho&#039;&#039;&#039; foi um &#039;&#039;&#039;bandeirante paulista&#039;&#039;&#039; de Taubaté. Ele é uma figura histórica fundamental para a região do Sul de Minas Gerais, sendo reconhecido como o fundador da primitiva povoação de Itajubá, que hoje corresponde à cidade e município de [[A Itajubá Primitiva|Delfim Moreira]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a atual cidade de Itajubá tenha sido fundada posteriormente pelo [[Padre Lourenço da Costa Moreira]], sua história tem início na povoação original estabelecida por Miguel Garcia Velho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Origens e Família ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Miguel Garcia Velho era filho de Jorge Dias Velho e D. Sebastiana Unhatte. Era sobrinho de Capitão Manuel Garcia Velho e irmão de Antônio da Cunha Gago, Jorge Dias Velho, Padre Manuel Rodrigues Velho, Maria Velho (casada com Antônio Cabral da Silva) e Marta de Miranda (casada com João Barbosa). Casou-se com D. Leonor Portes del-Rei, filha de Antônio de Godói Pires e D. Francisca Vieira de Almeida. Ele pertencia a famílias proeminentes de Taubaté, como os Garcia Velhos e os Portes d&#039;El-Rei. Segundo o historiador Geraldino Campista, Miguel Garcia Velho era descendente de Pedro Álvares Cabral, o descobridor do Brasil. O nome da família Velho está ligado a figuras históricas como Frei Gonçalo Velho, descobridor dos Açores, e Domingos Jorge Velho, associado ao quilombo dos Palmares. Um dos rios da região de Itajubá, o Rio Lourenço Velho, recebeu o nome de um dos membros da família Garcia Velho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Desbravamento e Descoberta do Ouro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final do século XVII e início do século XVIII, movido pelo &amp;quot;apetite de ouro e de pedrarias&amp;quot;, Miguel Garcia Velho participou do movimento bandeirante que explorava a região do Sul de Minas. Ele é mencionado em bandeiras que partiram de Taubaté, um importante ponto de partida para as minas das Gerais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a corrida por pedras preciosas no início do século XVIII, Miguel Garcia Velho descobriu ouro na região. Ele seguiu rotas conhecidas a partir de Taubaté, transpondo a Serra da Mantiqueira, mas desviou-se do caminho tradicional na altura de Passa Quatro, entrando nos vales da Bocaina, Serra dos Marins e Planalto do Capivari, onde encontrou pequenas quantidades de ouro. Encontrou maiores indícios de ouro no Córrego Alegre e nas águas do Rio Tabuão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mina que mais o seduziu foi a do Itajibá, onde permaneceu por mais tempo. Ele também descobriu as minas do Caxambu no Sítio da Tabatinga, entre Córrego Alegre e a do Itagybá, nomeando-as &amp;quot;Caxambu&amp;quot; devido à semelhança de um morro local com um tambor africano. Miguel Garcia Velho descobriu outras minas de ouro junto com seu tio Capitão Manuel Garcia Velho, uma no Ribeirão do Carmo e outra em um afluente deste. O nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot; (ou &amp;quot;Itagybá&amp;quot;, sua forma primitiva) foi utilizado em documentos relacionados a minas já em 1723.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fundação da Primitiva Itajubá (Soledade de Itagybá) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi na Mina do Itagybá, no alto da Serra da Mantiqueira, que Miguel Garcia Velho deu início a um povoado. Em 1703, ele fundou o povoado serrano de [[Nossa Senhora da Soledade de Itagybá]], que era a primitiva Itajubá, hoje a cidade de Delfim Moreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os indígenas que acompanhavam a bandeira de Garcia Velho deram o nome &#039;&#039;&#039;Itagybá&#039;&#039;&#039; à cascata existente junto a esse povoado. O termo vem da língua Tupi, e, segundo o tupinólogo Dr. [[Geraldino Campista]], significa &amp;quot;água que, do alto, cai sobre a pedra&amp;quot;, ou seja, cascata, cachoeira. A forma &amp;quot;Itajubá&amp;quot; (com JU e tônica no A) surgiu por alteração popular (corruptela) da forma original &amp;quot;Itagybá&amp;quot; (com GY e tônica no A). A confusão histórica com &amp;quot;Itajuba&amp;quot; (tônica no U, significando &amp;quot;pedra amarela&amp;quot;) é rechaçada pelas fontes, sendo atribuída a autores como Bernardo Saturnino da Veiga. A etimologia correta relaciona o nome dado por Miguel Garcia Velho à cachoeira local em Delfim Moreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Declínio da Povoação Original ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O garimpo nas minas de Itagybá, descobertas por Miguel Garcia Velho, foi efêmero, pois as minas eram pobres. O trabalho não compensava a busca por riquezas. Os bandeirantes, incluindo Miguel Garcia Velho, retiraram-se. Aqueles que ficaram se dedicaram à agricultura e pecuária. No entanto, a primitiva povoação, localizada em um lugar desfavorável, com más condições topográficas e difícil acesso, não prosperou. Documentos de 1723 já indicavam uma percepção de decadência das minas de Itagybá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerca de 116 anos após sua fundação por Miguel Garcia Velho, em 1819, a antiga sede paroquial de Soledade de Itajubá era descrita pelo Padre Lourenço da Costa Moreira como um lugar sem progresso, com poucas ruas tortuosas, ruínas antigas e falta de comércio, chegando a classificá-la como uma &amp;quot;sepultura dos vivos&amp;quot;. Essa situação levou à decisão de Padre Lourenço de transferir a sede da freguesia para um novo local às margens do Rio Sapucaí, dando origem à atual cidade de Itajubá. A primitiva povoação, o Itajubá Velho, continuou a existir e mais tarde se tornou o município de Delfim Moreira. A devoção a Nossa Senhora da Soledade, patrona da freguesia original estabelecida por Garcia Velho, foi mantida na nova cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contestações Históricas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora Miguel Garcia Velho seja amplamente reconhecido como o fundador da primitiva Itajubá, o historiador [[Waldemar de Almeida Barbosa]] menciona uma informação alternativa, segundo a qual [[Antônio Caetano Pinto Coelho]] teria descoberto as minas de Itajubá em 1717. No entanto, o próprio Waldemar Barbosa ressalta que o pesquisador Geraldino Campista apresentou provas que demonstram a presença de Miguel Garcia Velho nas minas de Itagybá muitos anos antes, o que reforça a data de fundação em 1703.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O legado de Miguel Garcia Velho reside na fundação do primeiro núcleo de povoamento na região, a primitiva Itajubá (atual Delfim Moreira), e na origem do nome &amp;quot;Itajubá&amp;quot;, derivado de &amp;quot;Itagybá&amp;quot;, relacionado à cachoeira local. Sua história está ligada ao ciclo inicial de busca por ouro em Minas Gerais e ao início da ocupação da Serra da Mantiqueira na área fronteiriça com São Paulo. O fato de o povoado original ter estagnado levou, posteriormente, à fundação da nova Itajubá, mas o nome e a história da primeira povoação, estabelecida por Garcia Velho, permanecem intrinsecamente ligados às origens da cidade atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Personalidades]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=A_Itajub%C3%A1_Primitiva_(Delfim_Moreira)&amp;diff=248</id>
		<title>A Itajubá Primitiva (Delfim Moreira)</title>
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		<updated>2025-05-29T00:40:23Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Redirecionando para A Itajubá Primitiva&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECIONAMENTO [[A Itajubá Primitiva]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
	</entry>
	<entry>
		<id>https://wiki.historiadeitajuba.com.br/index.php?title=Nossa_Senhora_da_Soledade_de_Itajub%C3%A1&amp;diff=247</id>
		<title>Nossa Senhora da Soledade de Itajubá</title>
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		<updated>2025-05-29T00:38:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;O nome &#039;&#039;&#039;&amp;quot;Nossa Senhora da Soledade de Itajubá&amp;quot;&#039;&#039;&#039; refere-se a dois locais distintos com uma história compartilhada na região do Sul de Minas Gerais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#  A &#039;&#039;&#039;primitiva povoação&#039;&#039;&#039; fundada no início do século XVIII, localizada no alto da Serra da Mantiqueira, que hoje é a cidade e município de &#039;&#039;&#039;Delfim Moreira&#039;&#039;&#039;. Esta foi a sede original da freguesia.&lt;br /&gt;
#  A &#039;&#039;&#039;Padroeira&#039;&#039;&#039; da atual cidade de Itajubá, cujo nome foi trazido para o novo povoado fundado às margens do Rio Sapucaí e deu nome à sua igreja matriz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dualidade do nome tem origem na transferência da sede da freguesia, ocorrida no início do século XIX.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Primitiva Povoação e a Origem do Nome ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história de &amp;quot;Nossa Senhora da Soledade de Itajubá&amp;quot; (a primitiva) remonta ao início do século XVIII, com a descoberta de ouro na região por [[Miguel Garcia Velho]], um bandeirante paulista de Taubaté. Ele descobriu as &#039;&#039;&#039;Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá&#039;&#039;&#039;, dando início a um povoado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O garimpo na primitiva povoação foi efêmero, com minas pobres que logo se esgotaram. O arraial, em localização desfavorável, não prosperou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Transferência da Sede Paroquial e a Nova Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em fins de 1818, o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]] foi nomeado pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (o antigo povoado). Padre Lourenço não gostou da localização da sede paroquial, considerando o lugar muito frio, de más condições topográficas, difícil acesso, e desfavorável ao progresso e à saúde. Ele o descreveu como um &amp;quot;andurrial&amp;quot; e uma &amp;quot;sepultura dos vivos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após cerca de dois meses, Padre Lourenço decidiu transferir a sede da freguesia para um local mais aprazível e promissor. Na noite de 17 de março de 1819, ele reuniu os fiéis e, na manhã seguinte, após a missa, a caravana partiu em direção ao Rio Sapucaí. No dia 19 de março de 1819, dia de São José, no alto do Morro Ibitira, Padre Lourenço celebrou a primeira missa em um altar e cruzeiro improvisados. Este local é onde se encontra a atual Matriz de Nossa Senhora da Soledade em Itajubá. Estava fundada a nova Itajubá, inicialmente denominada Povoado de Boa Vista ou Boa Vista do Sapucaí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve uma intensa disputa (&amp;quot;Encontro&amp;quot;) entre os moradores da velha e da nova povoação, que resistiam à mudança da sede paroquial. Os antigos paroquianos do Itajubá Velho opuseram-se tenazmente à transferência e chegaram a recorrer às autoridades civis e eclesiásticas. Houve confrontos físicos quando os de Boa Vista tentaram levar a imagem de Nossa Senhora da Soledade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inicialmente, Padre Lourenço pretendia que a nova Matriz fosse dedicada a São José, enquanto a velha capela em Soledade permaneceria com Nossa Senhora da Soledade. Contudo, devido à hostilidade recebida, ele mudou de ideia. Decidiu que a capela em Boa Vista seria a única sede paroquial e a dedicou a Nossa Senhora da Soledade, mandando esculpir uma imagem semelhante à da capela velha. A imagem original de São José foi levada para sua residência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Paróquia em Boa Vista foi oficialmente reconhecida e a sede transferida em 1832. O povoado em Boa Vista passou a ser chamado de &amp;quot;Capela Nova&amp;quot;, enquanto o antigo em Soledade era a &amp;quot;Capela Velha&amp;quot;. Mais tarde, o novo povoado foi denominado Itajubá Novo e o antigo, Itajubá Velho. O nome Itajubá foi oficialmente transferido para a nova vila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primitiva povoação, o Itajubá Velho, continuou a existir e prosperou, tornando-se a cidade de Delfim Moreira em 1938. A devoção a Nossa Senhora da Soledade permaneceu forte em ambas as cidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Matriz de Nossa Senhora da Soledade na Atual Itajubá ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja principal da atual Itajubá é a &#039;&#039;&#039;Matriz de Nossa Senhora da Soledade&#039;&#039;&#039;. Ela foi construída e reconstruída várias vezes no mesmo local do altar original da primeira missa. A primeira capelinha, de pau-a-pique e sapé, foi construída logo após a fundação em 1819.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do tempo, diferentes edifícios serviram como Matriz:&lt;br /&gt;
*   A primeira, de taipa, edificada por Padre Lourenço em 1832.&lt;br /&gt;
*   Uma que substituiu a primeira em 1862. Suas paredes estavam rachadas e o teto ameaçava desabar em 1863.&lt;br /&gt;
*   Uma cuja construção foi iniciada em 1873, paralisada por 10 anos por falta de verba, e consagrada em 1884. Durante sua construção, o culto era realizado na Capela de Nossa Senhora dos Remédios.&lt;br /&gt;
*   Uma no paroquiato do Cônego José Salomom em 1912, demolida em 1926.&lt;br /&gt;
*   A atual, cuja pedra fundamental foi lançada em 15 de agosto de 1926. Mesmo inacabada, foi benta e aberta ao culto em 26 de maio de 1927.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Matriz de Nossa Senhora da Soledade possui uma torre, e um sino grande fundido em Campanha em 1857.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Paróquia de Nossa Senhora da Soledade é a mais antiga de Itajubá, iniciada em 1819 com o Padre fundador. A devoção a Nossa Senhora da Soledade é uma tradição na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Legado ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história de &amp;quot;Nossa Senhora da Soledade de Itajubá&amp;quot; é fundamental para a compreensão das origens da atual cidade de Itajubá e de Delfim Moreira. O nome preserva a memória do primeiro povoamento na região e do papel central que a fé católica e a figura do Padre Lourenço desempenharam na fundação e desenvolvimento da nova localidade. A Matriz de Nossa Senhora da Soledade continua sendo um marco histórico e religioso na cidade de Itajubá. A cachoeira original (&amp;quot;Itagybá&amp;quot;) que deu nome à região é inclusive representada no brasão da cidade.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>
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