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D. Ana Maria de Jesus Lima
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D. Ana Maria de Jesus Lima (1842–1922) foi uma influente matrona e benemérita da sociedade itajubense entre o final do século XIX e o início do século XX. Casada com o jornalista e político [[Frutuoso Ramos de Lima]], teve papel de destaque em movimentos religiosos e filantrópicos que moldaram as instituições de caridade e cultura de Itajubá. = Biografia e Família = Dona Ana Maria nasceu em 1842. Em 1862, casou-se com o imigrante português [[Frutuoso Ramos de Lima]], uma figura central na história da cidade, fundador do jornal [[A Verdade]] e Agente Executivo Municipal (Prefeito). D. Ana Maria pertencia a uma família de fortes inclinações artísticas e intelectuais: * Era irmã do renomado artista [[Feliciano José Pinto da Silva]], considerado o "Leonardo da Vinci itajubense" por sua atuação como poeta, músico, pintor e escultor. * Foi mãe do consagrado maestro e compositor [[Luiz Ramos de Lima]]. * Foi avó do engenheiro e historiador [[Dr. José Ernani de Lima]]. = Atuação Social e Religiosa = Sua trajetória é marcada por um profundo envolvimento com a Igreja Católica e com a assistência aos desvalidos em Itajubá. == Sociedade Beneficente e Santa Casa == D. Ana Maria foi uma das principais apoiadoras da [[Sociedade Beneficente Itajubense]], instituição fundada em 1897 que deu origem à [[Santa Casa de Misericórdia|Santa Casa de Misericórdia de Itajubá]]. Ela foi a responsável pela doação da imagem de São José, o padroeiro da instituição; a peça foi trazida do Rio de Janeiro por sua iniciativa e entronizada em um altar da capela da Sociedade. Por seus "abnegados esforços" e dedicação em promover subscrições para a causa hospitalar, era publicamente reconhecida como uma das grandes protetoras da instituição. Mesmo após a consolidação da Santa Casa, continuou a realizar doações, como a de uma cômoda ofertada em memória de D. Marieta Bressane de Lima. == Atuação na Paróquia == Em 1884, D. Ana Maria integrou a [[Comissão de Senhoras]] (ao lado de nomes como [[D. Amélia Braga|Amélia Cândida Vianna Braga]]) responsável pelas solenidades de inauguração da nova [[Igreja Matriz de Nossa Senhora da Soledade]]. Sua participação foi essencial para o brilho das festividades e para a transladação processional das imagens e ornamentos sacros. = Morte e Legado = Faleceu em 1922, aos 80 anos. Seu legado permanece vinculado à história das artes e da caridade em Itajubá, sendo lembrada como uma das construtoras morais da cidade através de sua descendência e de sua influência nas raízes das instituições de saúde locais.
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