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Edição atual tal como às 08h06min de 5 de junho de 2026
A educação tem papel de destaque na história de Itajubá, cidade que se consolidou como polo educacional do Sul de Minas Gerais, do ensino primário do século XIX ao ensino superior de engenharia, que lhe deu projeção nacional.
Primeiras escolas[editar]
A preocupação com o ensino apareceu cedo. Em meados do século XIX surgiram as primeiras escolas primárias, públicas e particulares, muitas ligadas à Igreja Católica. No campo da formação de professores e da educação feminina, destacou-se a Escola Normal Sagrado Coração de Jesus; o ensino secundário teve no Ginásio de Itajubá uma de suas instituições tradicionais.[1]
A cidade foi ainda pioneira no ensino especial, com o Instituto para Surdas e Mudas, fundado pela educadora francesa Madre Maria Raphael.
O ensino superior[editar]
O marco que projetou Itajubá nacionalmente foi a fundação da Escola de Engenharia de Itajubá (EFEI), em 1913, por Theodomiro Santiago. A escola formou engenheiros para todo o Brasil e deu origem à atual Universidade Federal de Itajubá.[1] A cidade abrigou também a hoje extinta Faculdade de Farmácia e Odontologia e, mais tarde, cursos na área da saúde (ver Faculdade de Medicina).
Outras instituições[editar]
Durante o século XX, escolas tradicionais (como o Colégio Nossa Senhora de Lourdes e a Escola Estadual Coronel Carneiro Júnior) consolidaram a reputação de Itajubá como polo educacional regional.[1]
Ver também[editar]
- UNIFEI
- Escola Normal Sagrado Coração de Jesus
- Ginásio de Itajubá
- Instituto para Surdas e Mudas
- Academias e Institutos