Joaquim Rodrigues Pinto: mudanças entre as edições
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* '''Cinema:''' Foi o fundador do [[Edison Cinema]], descrito como o 2º cinema fundado em Itajubá.<ref name="rastros">Documentário ''Rastros da Película'' (direção de Thomaz Alves), depoimentos sobre a história dos cinemas de Itajubá ([https://historiadeitajuba.com.br/rastros-da-pelicula/ site oficial]).</ref><ref group="nota">As datas e os dados detalhados desta página provêm de pesquisa documental do projeto História de Itajubá (periódicos e arquivos) e do documentário Rastros da Película; fontes específicas a serem detalhadas.</ref> Ele também recebeu o [[Cine Paratodos]] de José Piazzaroli. O Edison e o Paratodos são listados entre as "velhas casas do cinema mudo de Itajubá". |
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* '''Indústria Gráfica:''' Em 1915, foi um dos fundadores da [[Sociedade Anônima Impressora]], uma empresa que visava a instalação de uma completa oficina gráfica na cidade. Outros fundadores incluíam [[José Hilário de Sousa Pinto]], [[José Carlos da Costa e Silva]], [[José Rennó Pereira]], [[João Feichas]] e [[Geraldino Medeiros]]. |
* '''Indústria Gráfica:''' Em 1915, foi um dos fundadores da [[Sociedade Anônima Impressora]], uma empresa que visava a instalação de uma completa oficina gráfica na cidade. Outros fundadores incluíam [[José Hilário de Sousa Pinto]], [[José Carlos da Costa e Silva]], [[José Rennó Pereira]], [[João Feichas]] e [[Geraldino Medeiros]]. |
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* '''Indústria de Alimentos:''' Possuía uma Padaria e Fábrica de Bolachas que funcionou nas primeiras décadas do século XX. |
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Edição atual tal como às 09h54min de 3 de junho de 2026
Joaquim Rodrigues Pinto foi uma figura empreendedora em Itajubá, com participação em diversas atividades industriais, de comunicação e no setor de entretenimento, especialmente no cinema. Também teve atuação política na cidade.
Ele era o pai de Eulálio da Gama Pinto, conhecido como Lalinho, que foi o construtor do Cine Apolo. Joaquim Rodrigues Pinto também era o avô paterno de Ailton Rennó Pinto, fundador do Cine Presidente.
Atividades Empreendedoras[editar]
Joaquim Rodrigues Pinto esteve envolvido em vários empreendimentos em Itajubá:
- Cinema: Foi o fundador do Edison Cinema, descrito como o 2º cinema fundado em Itajubá.[1][nota 1] Ele também recebeu o Cine Paratodos de José Piazzaroli. O Edison e o Paratodos são listados entre as "velhas casas do cinema mudo de Itajubá".
- Indústria Gráfica: Em 1915, foi um dos fundadores da Sociedade Anônima Impressora, uma empresa que visava a instalação de uma completa oficina gráfica na cidade. Outros fundadores incluíam José Hilário de Sousa Pinto, José Carlos da Costa e Silva, José Rennó Pereira, João Feichas e Geraldino Medeiros.
- Indústria de Alimentos: Possuía uma Padaria e Fábrica de Bolachas que funcionou nas primeiras décadas do século XX.
- Indústria da Construção: Foi um dos fundadores da Fábrica de Ladrilhos, Mosaicos e Telhas de Cimento, sob a razão social Pinto, Braga & Comp., juntamente com Cel. Jorge de Oliveira Braga e Major João Antônio Pereira. Esta fábrica foi inaugurada em agosto de 1911 na Rua Santos Pereira e produzia, além dos materiais básicos, manilhas e balaústres artísticos utilizando máquinas alemãs.
Atuação Política[editar]
Joaquim Rodrigues Pinto serviu como Vereador Especial no Triênio de 1901-1903.
Falecimento[editar]
Joaquim Rodrigues Pinto faleceu em 31 de dezembro de 1934.
Notas[editar]
- ↑ As datas e os dados detalhados desta página provêm de pesquisa documental do projeto História de Itajubá (periódicos e arquivos) e do documentário Rastros da Película; fontes específicas a serem detalhadas.
Referências[editar]
- ↑ Documentário Rastros da Película (direção de Thomaz Alves), depoimentos sobre a história dos cinemas de Itajubá (site oficial).