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(Adiciona referências às obras do acervo) |
(Corrige e referencia dados de Maria do Carmo Jerônimo (1871–2000)) |
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Apesar da abolição, a questão da indenização aos antigos proprietários persistiu. Em 1890, o Ministro da Fazenda Rui Barbosa ordenou a queima de documentos relacionados à escravidão. O "Livro da Liberdade", criado pela Câmara, permanece como documento histórico desse período.
Uma figura que representa a longevidade do impacto da escravidão foi [[Maria do Carmo Jerônimo]] (Carmo de Minas, 5 de março de 1871 — Itajubá, 14 de junho de 2000), ex-escravizada apontada por diversas fontes como a "última escravizada do Brasil" e uma das pessoas mais longevas já registradas. Libertada com a abolição, trabalhou por cerca de 60 anos para a família do historiador [[Armelim Guimarães]]. Sua idade (estimada entre 126 e 129 anos) não pôde ser comprovada por falta de registro civil de nascimento, o que a impediu de figurar no ''Guinness Book''.<ref>"[https://en.wikipedia.org/wiki/Maria_do_Carmo_Ger%C3%B4nimo Maria do Carmo Gerônimo]" (Wikipédia, com base em registros de batismo); "Ex-escrava mineira já havia pleiteado o título de mais velha do país", ''[https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/05/19/interna_gerais,228519/ex-escrava-mineira-ja-havia-pleiteado-o-titulo-de-mais-velha-do-pais.shtml Estado de Minas]'', 19 mai. 2011.</ref>
== Notas ==
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