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== O Tratamento dos Escravos ==
Embora a cidade tenha se destacado por seu ato de libertação antecipada, práticas desumanas também ocorreram em Itajubá. Jornais do século XIX, anteriores a 1888, noticiaram atrocidades
== O Processo Emancipacionista Local ==
Há indícios, porém, de que a motivação de parte dos fazendeiros estava ligada à defesa de sua propriedade e à antecipação de possíveis reações dos escravos, visando garantir a mão de obra e evitar abalos na ordem pública.
== O Marco Histórico: 11 de Março de 1888
O acontecimento mais célebre da história abolicionista de Itajubá ocorreu em '''11 de março de 1888'''. Dois meses antes da assinatura da Lei Áurea, os fazendeiros e senhores de escravos do município se reuniram e decidiram conceder '''gratuitamente''' cartas de alforria a todos os seus cativos.
Apesar da abolição, a questão da indenização aos antigos proprietários persistiu. Em 1890, o Ministro da Fazenda Rui Barbosa ordenou a queima de documentos relacionados à escravidão. O "Livro da Liberdade", criado pela Câmara, permanece como documento histórico desse período.
Uma figura que representa a longevidade do impacto da escravidão foi [[Maria do Carmo Jerônimo]] (nascida em Carmo de Minas
== Notas ==
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