Educação
A educação tem papel de destaque na história de Itajubá, cidade que se consolidou como polo educacional do Sul de Minas Gerais — do ensino primário do século XIX ao ensino superior de engenharia, que lhe deu projeção nacional.
Primeiras escolas
A preocupação com o ensino apareceu cedo. Em meados do século XIX surgiram as primeiras escolas primárias, públicas e particulares, muitas ligadas à Igreja Católica. No campo da formação de professores e da educação feminina, destacou-se a Escola Normal Sagrado Coração de Jesus; o ensino secundário teve no Ginásio de Itajubá uma de suas instituições tradicionais.[1]
A cidade foi ainda pioneira no ensino especial, com o Instituto para Surdas e Mudas, fundado pela educadora francesa Madre Maria Raphael.
O ensino superior
O marco que projetou Itajubá nacionalmente foi a fundação da Escola de Engenharia de Itajubá (EFEI), em 1913, por Theodomiro Santiago. A escola formou engenheiros para todo o Brasil e deu origem à atual Universidade Federal de Itajubá.[1] A cidade abrigou também a hoje extinta Faculdade de Farmácia e Odontologia e, mais tarde, cursos na área da saúde (ver Faculdade de Medicina).
Outras instituições
Durante o século XX, escolas tradicionais — como o Colégio Nossa Senhora de Lourdes e a Escola Estadual Coronel Carneiro Júnior — consolidaram a reputação de Itajubá como polo educacional regional.[1]