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Em 10 de junho de 1904, acompanhada por outras cinco irmãs, Madre Maria Raphael embarcou de Bordéus rumo ao Rio de Janeiro, onde desembarcou em 29 de junho. Em 15 de agosto de 1904, fundou o Colégio Sagrados Corações de Jesus e Maria em Carmo do Rio Claro.
Em junho de 1907, transferiu-se para Itajubá, onde expandiu a atuação da Congregação.<ref>{{Citar livro|Armelim Guimarães|Construtores de Itajubá|1975|29}}</ref><ref group="nota">A cronologia detalhada baseia-se nas obras de Armelim Guimarães, em atas da Câmara Municipal e em periódicos locais; datas específicas a conferir com as fontes primárias.</ref> Na cidade, foi a responsável por fundar:
* '''[[Escola Normal Sagrado Coração de Jesus]]''': Instituição que se tornou referência na formação de professoras no sul de Minas.
* '''[[Instituto para Surdas e Mudas]]''': Único no Brasil à época a utilizar o método oral (aprovado no Congresso de Milão), em contraste com o método de mímica utilizado no Rio de Janeiro.
Madre Maria Raphael faleceu em 12 de agosto de 1925. Curiosamente, sua morte ocorreu no mesmo dia em que faleceu sua grande protetora, [[D. Amélia Braga]].
Seu legado educacional em Itajubá perdura através do [[Colégio Sagrado Coração de Jesus]], e sua dedicação às causas sociais é lembrada como um pilar no desenvolvimento da assistência humanitária do município. Seu nome foi homenageado em vias públicas da cidade, como a Rua Madre Raphael.
== Notas ==
<references group="nota"/>
== Referências ==
<references/>
[[Categoria:Personalidades]]
[[Categoria:Cultura de Itajubá]]
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