José de Almeida Cunha Júnior: mudanças entre as edições

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== O Pioneirismo do Cinema em Itajubá ==
== O Pioneirismo do Cinema em Itajubá ==
Após uma viagem ao Rio de Janeiro, ele trouxe de lá um animatógrafo. O animatógrafo foi o primeiro nome dado ao cinema, sendo também denominado biógrafo pela imprensa itajubense.
Após uma viagem ao Rio de Janeiro, ele trouxe de lá um animatógrafo. O animatógrafo foi o primeiro nome dado ao cinema, sendo também denominado biógrafo pela imprensa itajubense.
A primeira exibição de imagens em movimento para os itajubenses com o animatógrafo de Cunha ocorreu em 1903, em 22 de maio. Essa sessão marcou o início da história do cinema na cidade. Posteriormente, o animatógrafo também foi levado e utilizado para exibições no Teatro Santa Cecília.
A primeira exibição de imagens em movimento para os itajubenses com o animatógrafo de Cunha ocorreu em 1903, em 22 de maio.<ref>{{Citar livro|Armelim Guimarães|História de Itajubá|1987|426}} Documentário ''Rastros da Película'' (direção de Thomaz Alves), depoimentos sobre a história dos cinemas de Itajubá ([https://historiadeitajuba.com.br/rastros-da-pelicula/ site oficial]).</ref><ref group="nota">As datas e os dados detalhados desta página provêm de pesquisa documental do projeto História de Itajubá (periódicos e arquivos) e do documentário Rastros da Película; fontes específicas a serem detalhadas.</ref> Essa sessão marcou o início da história do cinema na cidade. Posteriormente, o animatógrafo também foi levado e utilizado para exibições no Teatro Santa Cecília.


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== Referências ==
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Edição atual tal como às 09h54min de 3 de junho de 2026

José de Almeida Cunha Júnior foi uma figura pioneira na história do entretenimento em Itajubá, de nacionalidade portuguesa, é creditado por trazer as primeiras exibições cinematográficas para a cidade. Posteriormente Cunha retornou a Portugal, onde faleceu em 1931, tendo montado uma loja comercial chamada "A Casa do Gramofone" em sua terra natal.

O Salão Japonês[editar]

Salão Japonês

Ele foi o proprietário do Salão Japonês, um estabelecimento localizado na Praça Adolfo Olinto em Itajubá. O Salão Japonês era uma casa de diversões que oferecia diversas atrações ao público, incluindo bonecos movidos por molas, vistas de cidades europeias, um gramofone e uma lanterna mágica. Para ver essas curiosidades, era necessário fazer uma pequena contribuição monetária.

O Pioneirismo do Cinema em Itajubá[editar]

Após uma viagem ao Rio de Janeiro, ele trouxe de lá um animatógrafo. O animatógrafo foi o primeiro nome dado ao cinema, sendo também denominado biógrafo pela imprensa itajubense. A primeira exibição de imagens em movimento para os itajubenses com o animatógrafo de Cunha ocorreu em 1903, em 22 de maio.[1][nota 1] Essa sessão marcou o início da história do cinema na cidade. Posteriormente, o animatógrafo também foi levado e utilizado para exibições no Teatro Santa Cecília.


Notas[editar]

  1. As datas e os dados detalhados desta página provêm de pesquisa documental do projeto História de Itajubá (periódicos e arquivos) e do documentário Rastros da Película; fontes específicas a serem detalhadas.

Referências[editar]

  1. Armelim Guimarães. História de Itajubá. 1987, p. 426. Documentário Rastros da Película (direção de Thomaz Alves), depoimentos sobre a história dos cinemas de Itajubá (site oficial).