Filantropia e Obras Sociais: mudanças entre as edições

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== Asilos e casas de caridade ==
== Asilos e casas de caridade ==
Entre as obras sociais figura o '''Asilo Santa Isabel''', destinado ao recolhimento de meninas desvalidas realização filantrópica de D. Maria Carneiro Pereira Gomes, esposa do estadista [[Wenceslau Braz Pereira Gomes]].<ref name="efem">Armelim Guimarães, ''Efemérides Itajubenses'' (1988), verbetes sobre as instituições de assistência de Itajubá.</ref>
Entre as obras sociais figura o '''Asilo Santa Isabel''', destinado ao recolhimento de meninas desvalidas, realização filantrópica de D. Maria Carneiro Pereira Gomes, esposa do estadista [[Wenceslau Braz Pereira Gomes]].<ref name="efem">Armelim Guimarães, ''Efemérides Itajubenses'' (1988), verbetes sobre as instituições de assistência de Itajubá.</ref>


== As senhoras beneméritas e as associações ==
== As senhoras beneméritas e as associações ==

Edição atual tal como às 08h06min de 5 de junho de 2026

A filantropia e as obras sociais marcaram a história de Itajubá, com a fundação de instituições de caridade e assistência que, em boa parte, perduram até hoje. Muitas dessas iniciativas partiram de senhoras da sociedade local e de irmandades religiosas.

A Santa Casa de Misericórdia[editar]

A principal instituição filantrópica da cidade é a Santa Casa de Misericórdia, hospital de caridade que se tornou referência na assistência à saúde da população, sobretudo dos mais pobres. Sua fundação e manutenção estiveram ligadas ao empenho de beneméritos e de comissões de senhoras.[1]

Asilos e casas de caridade[editar]

Entre as obras sociais figura o Asilo Santa Isabel, destinado ao recolhimento de meninas desvalidas, realização filantrópica de D. Maria Carneiro Pereira Gomes, esposa do estadista Wenceslau Braz Pereira Gomes.[2]

As senhoras beneméritas e as associações[editar]

A filantropia itajubense teve nas mulheres da sociedade local uma de suas principais forças. A Comissão de Senhoras e beneméritas como D. Amélia Braga e D. Ana Maria de Jesus Lima estiveram à frente de campanhas, obras de caridade e do amparo a instituições religiosas e assistenciais. Soma-se a elas a atuação de entidades como a Sociedade Beneficente Itajubense.

Ver também[editar]

Referências[editar]

  1. Armelim Guimarães, História de Itajubá (1987), capítulos sobre filantropia e instituições de caridade.
  2. Armelim Guimarães, Efemérides Itajubenses (1988), verbetes sobre as instituições de assistência de Itajubá.