Indústria Canavieira: mudanças entre as edições
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A '''indústria canavieira''' teve importância histórica em Itajubá desde os primeiros tempos, quando a cana-de-açúcar figurava entre os principais cultivos da [[Agricultura e Pecuária|economia agrícola]] local. O episódio mais marcante dessa vocação foi o projeto |
A '''indústria canavieira''' teve importância histórica em Itajubá desde os primeiros tempos, quando a cana-de-açúcar figurava entre os principais cultivos da [[Agricultura e Pecuária|economia agrícola]] local. O episódio mais marcante dessa vocação foi o projeto (não concretizado) de um grande Engenho Central na cidade. |
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== O projeto do Engenho Central (1890) == |
== O projeto do Engenho Central (1890) == |
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Edição atual tal como às 08h06min de 5 de junho de 2026
A indústria canavieira teve importância histórica em Itajubá desde os primeiros tempos, quando a cana-de-açúcar figurava entre os principais cultivos da economia agrícola local. O episódio mais marcante dessa vocação foi o projeto (não concretizado) de um grande Engenho Central na cidade.
O projeto do Engenho Central (1890)[editar]
Em 1890, fazendeiros e industriais reuniram-se para examinar o projeto de um grande Engenho Central de Itajubá, apresentado por João Carlos de Mendonça Furtado e Ananias Barbosa. No mesmo ano, o Decreto nº 927, do Presidente da República Deodoro da Fonseca, autorizou a fundação do empreendimento em Itajubá.[1]
Apesar da autorização e do entusiasmo inicial, o grande Engenho Central não chegou a se realizar, e a industrialização da cidade tomaria outros rumos nas décadas seguintes.[1]