Nossa Senhora da Soledade de Itajubá: mudanças entre as edições
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O nome '''"Nossa Senhora da Soledade de Itajubá"''' refere-se a dois locais distintos com uma história compartilhada na região do Sul de Minas Gerais: |
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# A '''primitiva povoação''' fundada no início do século XVIII, localizada no alto da Serra da Mantiqueira, que hoje é a cidade e município de '''Delfim Moreira'''. Esta foi a sede original da freguesia. |
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# A '''Padroeira''' da atual cidade de Itajubá, cujo nome foi trazido para o novo povoado fundado às margens do Rio Sapucaí e deu nome à sua igreja matriz. |
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A dualidade do nome tem origem na transferência da sede da freguesia, ocorrida no início do século XIX. |
A dualidade do nome tem origem na transferência da sede da freguesia, ocorrida no início do século XIX. |
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== A Primitiva Povoação e a Origem do Nome == |
== A Primitiva Povoação e a Origem do Nome == |
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A história de "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" (a primitiva) remonta ao início do século XVIII, com a descoberta de ouro na região por [[Miguel Garcia Velho]], um bandeirante paulista de Taubaté. Ele descobriu as '''Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá''', dando início a um povoado. |
A história de "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" (a primitiva) remonta ao início do século XVIII, com a descoberta de ouro na região por [[Miguel Garcia Velho]], um bandeirante paulista de Taubaté. Ele descobriu as '''Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá''', dando início a um povoado.<ref name="hi38">{{Citar livro|Armelim Guimarães|História de Itajubá|1987|38}} Dermeval José Pimenta. ''História de Itajubá (1819–1969)''. 1969.</ref> |
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O garimpo na primitiva povoação foi efêmero, com minas pobres que logo se esgotaram. O arraial, em localização desfavorável, não prosperou. |
O garimpo na primitiva povoação foi efêmero, com minas pobres que logo se esgotaram. O arraial, em localização desfavorável, não prosperou. |
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== Transferência da Sede Paroquial e a Nova Itajubá == |
== Transferência da Sede Paroquial e a Nova Itajubá == |
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Em fins de 1818, o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]] foi nomeado pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (o antigo povoado). Padre Lourenço não gostou da localização da sede paroquial, considerando o lugar muito frio, de más condições topográficas, difícil acesso, e desfavorável ao progresso e à saúde. Ele o descreveu como um "andurrial" e uma "sepultura dos vivos". |
Em fins de 1818, o [[Padre Lourenço da Costa Moreira]] foi nomeado pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (o antigo povoado). Padre Lourenço não gostou da localização da sede paroquial, considerando o lugar muito frio, de más condições topográficas, difícil acesso, e desfavorável ao progresso e à saúde. Ele o descreveu como um "andurrial" e uma "sepultura dos vivos".<ref name="hi75">{{Citar livro|Armelim Guimarães|História de Itajubá|1987|75}}</ref> |
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Após cerca de dois meses, Padre Lourenço decidiu transferir a sede da freguesia para um local mais aprazível e promissor. Na noite de 17 de março de 1819, ele reuniu os fiéis e, na manhã seguinte, após a missa, a caravana partiu em direção ao Rio Sapucaí. No dia 19 de março de 1819, dia de São José, no alto do Morro Ibitira, Padre Lourenço celebrou a primeira missa em um altar e cruzeiro improvisados. Este local é onde se encontra a atual Matriz de Nossa Senhora da Soledade em Itajubá. Estava fundada a nova Itajubá, inicialmente denominada Povoado de Boa Vista ou Boa Vista do Sapucaí. |
Após cerca de dois meses, Padre Lourenço decidiu transferir a sede da freguesia para um local mais aprazível e promissor. Na noite de 17 de março de 1819, ele reuniu os fiéis e, na manhã seguinte, após a missa, a caravana partiu em direção ao Rio Sapucaí. No dia 19 de março de 1819, dia de São José, no alto do Morro Ibitira, Padre Lourenço celebrou a primeira missa em um altar e cruzeiro improvisados. Este local é onde se encontra a atual Matriz de Nossa Senhora da Soledade em Itajubá. Estava fundada a nova Itajubá, inicialmente denominada Povoado de Boa Vista ou Boa Vista do Sapucaí.<ref>{{Citar livro|Armelim Guimarães|Construtores de Itajubá|1975|4}}</ref> |
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Houve uma intensa disputa ("Encontro") entre os moradores da velha e da nova povoação, que resistiam à mudança da sede paroquial. Os antigos paroquianos do Itajubá Velho opuseram-se tenazmente à transferência e chegaram a recorrer às autoridades civis e eclesiásticas. Houve confrontos físicos quando os de Boa Vista tentaram levar a imagem de Nossa Senhora da Soledade. |
Houve uma intensa disputa ("Encontro") entre os moradores da velha e da nova povoação, que resistiam à mudança da sede paroquial. Os antigos paroquianos do Itajubá Velho opuseram-se tenazmente à transferência e chegaram a recorrer às autoridades civis e eclesiásticas. Houve confrontos físicos quando os de Boa Vista tentaram levar a imagem de Nossa Senhora da Soledade.<ref name="hi81">{{Citar livro|Armelim Guimarães|História de Itajubá|1987|81}}</ref> |
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Inicialmente, Padre Lourenço pretendia que a nova Matriz fosse dedicada a São José, enquanto a velha capela em Soledade permaneceria com Nossa Senhora da Soledade. Contudo, devido à hostilidade recebida, ele mudou de ideia. Decidiu que a capela em Boa Vista seria a única sede paroquial e a dedicou a Nossa Senhora da Soledade, mandando esculpir uma imagem semelhante à da capela velha. A imagem original de São José foi levada para sua residência. |
Inicialmente, Padre Lourenço pretendia que a nova Matriz fosse dedicada a São José, enquanto a velha capela em Soledade permaneceria com Nossa Senhora da Soledade. Contudo, devido à hostilidade recebida, ele mudou de ideia. Decidiu que a capela em Boa Vista seria a única sede paroquial e a dedicou a Nossa Senhora da Soledade, mandando esculpir uma imagem semelhante à da capela velha. A imagem original de São José foi levada para sua residência.<ref name="hi81"/> |
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A Paróquia em Boa Vista foi oficialmente reconhecida e a sede transferida em 1832. O povoado em Boa Vista passou a ser chamado de "Capela Nova", enquanto o antigo em Soledade era a "Capela Velha". Mais tarde, o novo povoado foi denominado Itajubá Novo e o antigo, Itajubá Velho. O nome Itajubá foi oficialmente transferido para a nova vila. |
A Paróquia em Boa Vista foi oficialmente reconhecida e a sede transferida em 1832. O povoado em Boa Vista passou a ser chamado de "Capela Nova", enquanto o antigo em Soledade era a "Capela Velha". Mais tarde, o novo povoado foi denominado Itajubá Novo e o antigo, Itajubá Velho. O nome Itajubá foi oficialmente transferido para a nova vila. A primitiva povoação, o Itajubá Velho, prosperou e tornou-se a cidade de Delfim Moreira em 1938. |
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A primitiva povoação, o Itajubá Velho, continuou a existir e prosperou, tornando-se a cidade de Delfim Moreira em 1938. A devoção a Nossa Senhora da Soledade permaneceu forte em ambas as cidades. |
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== A Matriz de Nossa Senhora da Soledade na Atual Itajubá == |
== A Matriz de Nossa Senhora da Soledade na Atual Itajubá == |
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A igreja principal da atual Itajubá é a '''Matriz de Nossa Senhora da Soledade'''. Ela foi construída e reconstruída várias vezes no mesmo local do altar original da primeira missa. A primeira capelinha, de pau-a-pique e sapé, foi construída logo após a fundação em 1819. |
A igreja principal da atual Itajubá é a '''Matriz de Nossa Senhora da Soledade'''. Ela foi construída e reconstruída várias vezes no mesmo local do altar original da primeira missa. A primeira capelinha, de pau-a-pique e sapé, foi construída logo após a fundação em 1819. |
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Ao longo do tempo, diferentes edifícios serviram como Matriz: |
Ao longo do tempo, diferentes edifícios serviram como Matriz:<ref group="nota">A sequência de construções e reconstruções da Matriz baseia-se nos relatos de Armelim Guimarães; as datas específicas devem ser conferidas com as fontes primárias paroquiais.</ref> |
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* A primeira, de taipa, edificada por Padre Lourenço em 1832. |
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* Uma que a substituiu em 1862, com paredes rachadas e teto ameaçando desabar em 1863. |
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* Uma cuja construção foi iniciada em 1873, paralisada por dez anos por falta de verba, e consagrada em 1884. Durante sua construção, o culto era realizado na Capela de Nossa Senhora dos Remédios. |
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* Uma no paroquiato do Cônego José Salomom em 1912, demolida em 1926. |
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* A atual, cuja pedra fundamental foi lançada em 15 de agosto de 1926. Mesmo inacabada, foi benta e aberta ao culto em 26 de maio de 1927. |
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A Matriz de Nossa Senhora da Soledade possui uma torre, e um sino grande fundido em Campanha em 1857. |
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A Paróquia de Nossa Senhora da Soledade é a mais antiga de Itajubá, iniciada em 1819 com o Padre fundador. A devoção a Nossa Senhora da Soledade é uma tradição na cidade. |
A Paróquia de Nossa Senhora da Soledade é a mais antiga de Itajubá, iniciada em 1819 com o Padre fundador. A devoção a Nossa Senhora da Soledade é uma tradição na cidade. |
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== Legado == |
== Legado == |
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A história de "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" é fundamental para a compreensão das origens da atual cidade de Itajubá e de Delfim Moreira. O nome preserva a memória do primeiro povoamento na região e do papel central que a fé católica e a figura do Padre Lourenço desempenharam na fundação e desenvolvimento da nova localidade |
A história de "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" é fundamental para a compreensão das origens da atual cidade de Itajubá e de Delfim Moreira. O nome preserva a memória do primeiro povoamento na região e do papel central que a fé católica e a figura do Padre Lourenço desempenharam na fundação e desenvolvimento da nova localidade. A cachoeira original ("Itagybá") que deu nome à região é inclusive representada no brasão da cidade. |
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== Notas == |
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== Referências == |
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[[Categoria:Origens e Povoamento]] |
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[[Categoria:Cultura de Itajubá]] |
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Edição atual tal como às 09h28min de 3 de junho de 2026
O nome "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" refere-se a dois locais distintos com uma história compartilhada na região do Sul de Minas Gerais:
- A primitiva povoação fundada no início do século XVIII, localizada no alto da Serra da Mantiqueira, que hoje é a cidade e município de Delfim Moreira. Esta foi a sede original da freguesia.
- A Padroeira da atual cidade de Itajubá, cujo nome foi trazido para o novo povoado fundado às margens do Rio Sapucaí e deu nome à sua igreja matriz.
A dualidade do nome tem origem na transferência da sede da freguesia, ocorrida no início do século XIX.
A Primitiva Povoação e a Origem do Nome[editar]
A história de "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" (a primitiva) remonta ao início do século XVIII, com a descoberta de ouro na região por Miguel Garcia Velho, um bandeirante paulista de Taubaté. Ele descobriu as Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá, dando início a um povoado.[1]
O garimpo na primitiva povoação foi efêmero, com minas pobres que logo se esgotaram. O arraial, em localização desfavorável, não prosperou.
Transferência da Sede Paroquial e a Nova Itajubá[editar]
Em fins de 1818, o Padre Lourenço da Costa Moreira foi nomeado pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (o antigo povoado). Padre Lourenço não gostou da localização da sede paroquial, considerando o lugar muito frio, de más condições topográficas, difícil acesso, e desfavorável ao progresso e à saúde. Ele o descreveu como um "andurrial" e uma "sepultura dos vivos".[2]
Após cerca de dois meses, Padre Lourenço decidiu transferir a sede da freguesia para um local mais aprazível e promissor. Na noite de 17 de março de 1819, ele reuniu os fiéis e, na manhã seguinte, após a missa, a caravana partiu em direção ao Rio Sapucaí. No dia 19 de março de 1819, dia de São José, no alto do Morro Ibitira, Padre Lourenço celebrou a primeira missa em um altar e cruzeiro improvisados. Este local é onde se encontra a atual Matriz de Nossa Senhora da Soledade em Itajubá. Estava fundada a nova Itajubá, inicialmente denominada Povoado de Boa Vista ou Boa Vista do Sapucaí.[3]
Houve uma intensa disputa ("Encontro") entre os moradores da velha e da nova povoação, que resistiam à mudança da sede paroquial. Os antigos paroquianos do Itajubá Velho opuseram-se tenazmente à transferência e chegaram a recorrer às autoridades civis e eclesiásticas. Houve confrontos físicos quando os de Boa Vista tentaram levar a imagem de Nossa Senhora da Soledade.[4]
Inicialmente, Padre Lourenço pretendia que a nova Matriz fosse dedicada a São José, enquanto a velha capela em Soledade permaneceria com Nossa Senhora da Soledade. Contudo, devido à hostilidade recebida, ele mudou de ideia. Decidiu que a capela em Boa Vista seria a única sede paroquial e a dedicou a Nossa Senhora da Soledade, mandando esculpir uma imagem semelhante à da capela velha. A imagem original de São José foi levada para sua residência.[4]
A Paróquia em Boa Vista foi oficialmente reconhecida e a sede transferida em 1832. O povoado em Boa Vista passou a ser chamado de "Capela Nova", enquanto o antigo em Soledade era a "Capela Velha". Mais tarde, o novo povoado foi denominado Itajubá Novo e o antigo, Itajubá Velho. O nome Itajubá foi oficialmente transferido para a nova vila. A primitiva povoação, o Itajubá Velho, prosperou e tornou-se a cidade de Delfim Moreira em 1938.
A Matriz de Nossa Senhora da Soledade na Atual Itajubá[editar]
A igreja principal da atual Itajubá é a Matriz de Nossa Senhora da Soledade. Ela foi construída e reconstruída várias vezes no mesmo local do altar original da primeira missa. A primeira capelinha, de pau-a-pique e sapé, foi construída logo após a fundação em 1819.
Ao longo do tempo, diferentes edifícios serviram como Matriz:[nota 1]
- A primeira, de taipa, edificada por Padre Lourenço em 1832.
- Uma que a substituiu em 1862, com paredes rachadas e teto ameaçando desabar em 1863.
- Uma cuja construção foi iniciada em 1873, paralisada por dez anos por falta de verba, e consagrada em 1884. Durante sua construção, o culto era realizado na Capela de Nossa Senhora dos Remédios.
- Uma no paroquiato do Cônego José Salomom em 1912, demolida em 1926.
- A atual, cuja pedra fundamental foi lançada em 15 de agosto de 1926. Mesmo inacabada, foi benta e aberta ao culto em 26 de maio de 1927.
A Paróquia de Nossa Senhora da Soledade é a mais antiga de Itajubá, iniciada em 1819 com o Padre fundador. A devoção a Nossa Senhora da Soledade é uma tradição na cidade.
Legado[editar]
A história de "Nossa Senhora da Soledade de Itajubá" é fundamental para a compreensão das origens da atual cidade de Itajubá e de Delfim Moreira. O nome preserva a memória do primeiro povoamento na região e do papel central que a fé católica e a figura do Padre Lourenço desempenharam na fundação e desenvolvimento da nova localidade. A cachoeira original ("Itagybá") que deu nome à região é inclusive representada no brasão da cidade.
Notas[editar]
- ↑ A sequência de construções e reconstruções da Matriz baseia-se nos relatos de Armelim Guimarães; as datas específicas devem ser conferidas com as fontes primárias paroquiais.