Indústrias

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As indústrias transformaram Itajubá de um núcleo agrícola em um importante polo industrial e tecnológico do Sul de Minas Gerais. Esta página reúne as principais fábricas e setores, detalhando o panorama tratado em Economia e Indústria.

As primeiras indústriasEditar

A industrialização começou no final do século XIX e início do XX, impulsionada pela chegada de imigrantes europeus, pela ferrovia (1880) e pela energia elétrica (1907). Entre as iniciativas pioneiras destacaram-se:

  • a Fábrica de Tecidos Codorna (1907), uma das primeiras indústrias têxteis da cidade e hoje marco da arquitetura industrial;
  • a Fábrica de Chapéus São José, que fez de Itajubá um centro de produção de chapéus no estado.[1]

A Fábrica de Armas e a indústria de defesaEditar

Artigo principal: IMBEL

Em 1934 foi criada a Fábrica de Itajubá, voltada à produção de armamentos e mais tarde incorporada à IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil). A fábrica atraiu mão de obra qualificada, impulsionou a formação técnica e estimulou o surgimento de novos bairros.[1]

Indústria modernaEditar

A partir da segunda metade do século XX, a presença da Escola de Engenharia favoreceu a instalação de empresas de base tecnológica e de setores como metalurgia, eletrônica e aeronáutica. Entre os destaques está a Helibras (Helicópteros do Brasil S.A.), uma das maiores fabricantes de helicópteros da América Latina. Outras indústrias notáveis instaladas na cidade incluem Cabelte, Cabelauto e Mahle.

Ver tambémEditar

ReferênciasEditar

  1. 1,0 1,1 Armelim Guimarães, História de Itajubá (1987), capítulos sobre a industrialização.