Academia Itajubense de Letras

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A Academia Itajubense de Letras é uma instituição cultural localizada em Itajubá, Minas Gerais, com papel relevante na vida literária e cultural da cidade.

História e FundaçãoEditar

A Academia Itajubense de Letras foi fundada em 15 de agosto de 1964. A iniciativa partiu do Professor Gabriel Ferreira Leite e do trovador Waldemar Rocha Vianna, e a solenidade de fundação foi realizada no Colégio de Itajubá.[1]

De acordo com seus Estatutos, a Academia tem como finalidade unir escritores, cultivar e difundir as letras, promover o intercâmbio cultural com entidades congêneres e realizar concursos literários.

A instituição foi declarada de utilidade pública pela Lei Estadual nº 5.120, sancionada em 10 de dezembro de 1968, de autoria do Deputado Dr. Euclides Pereira Cintra.[nota 1]

AtividadesEditar

A Academia Itajubense de Letras busca congregar escritores e promove eventos culturais. Em março de 1969, por exemplo, sediou a sessão solene em que o Dr. Dermeval José Pimenta, Presidente do Conselho Estadual de Cultura e do Instituto Histórico de Minas, proferiu o discurso oficial nas comemorações do sesquicentenário (150 anos) da fundação da cidade.

Membros NotáveisEditar

Diversas personalidades itajubenses estiveram associadas à Academia ao longo do tempo, entre elas Professor Júlio dos Santos e Waldemar Rocha Vianna (fundadores em 1964), Wilson Ribeiro de Sá, Profª D. Ambrosina Freitas Paiva e Pedro Bernardo Guimarães.[nota 2]

Distinção em relação à Academia de HistóriaEditar

A Academia Itajubense de Letras é uma entidade distinta da Academia Itajubense de História, embora ambas coexistam em Itajubá e algumas personalidades tenham sido membros das duas. A Academia Itajubense de História foi fundada posteriormente, em 1981, pelo Coronel Cláudio Moreira Bento.

ReferênciasEditar

  1. Armelim Guimarães. Efemérides Itajubenses. 1972, p. 56.

NotasEditar

  1. Dados sobre a utilidade pública (1968) e a vida recente da Academia provêm de documentos da própria instituição; conferir e referenciar na revisão.
  2. A relação de membros e presidentes ao longo das décadas baseia-se em registros da própria Academia.