D. Amélia Braga: mudanças entre as edições

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D. Amélia Cândida Vianna Braga era casada com [[Miguel Carlos da Silva Braga]]. Após enviuvar em 1903, ela herdou uma grande riqueza deixada por seu marido. Com suas largas posses, ela empregou seu dinheiro em realizações industriais e diversos outros empreendimentos em benefício da grandeza de Itajubá. Sua residência, um "palacete" na antiga Praça Theodomiro Santiago (hoje Praça Cesário Alvim), era notável, destacando-se "num tom aristocrático e fidalgo".
 
Ela faleceu em 12 de agosto de 1925. Sua morte coincidiu com a da [[Madre Maria Raphael]], fundadora e introdutora das [['''Irmãs da Providência de Gap]]''' no Brasil e em Itajubá, a quem D. Amélia deu acolhida e proteção na cidade.
 
= Filantropia e Benemerências =
* Pouco antes de falecer em 1925, D. Amélia havia idealizado a instalação de bondes elétricos em Itajubá, um melhoramento progressista que não se concretizou.
* A [[Sociedade Beneficente Itajubense]], que deu origem aos serviços iniciais da [[Santa Casa de Misericórdia]], funcionou em um prédio na Praça D. Amélia Braga.
* Fez parte da [[Comissão de Senhoras]].
 
= Legado =