Gazeta de Itajubá: mudanças entre as edições

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== Histórico e Circulação ==
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O editor inicial da "Gazeta de Itajubá" foi Francisco de Araújo, conhecido como "Chichico". Entre seus redatores estavam [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Pedro Bernardo Guimarães]] este último redator da Gazeta de 1909 a 1916, engenheiro geógrafo, deputado estadual, professor e autor de "[[Município de Itajubá (livro de 1915)|O Município de Itajubá]]" (1915), considerado o primeiro historiador de Itajubá.
O editor inicial da "Gazeta de Itajubá" foi Francisco de Araújo, conhecido como "Chichico". Entre seus redatores estavam [[José Manso Pereira Cabral]] e [[Pedro Bernardo Guimarães]], este último redator da Gazeta de 1909 a 1916, engenheiro geógrafo, deputado estadual, professor e autor de "[[Município de Itajubá (livro de 1915)|O Município de Itajubá]]" (1915), considerado o primeiro historiador de Itajubá.


O jornal "[[O Operário]]", órgão da Liga Operária, era impresso na oficina da "Gazeta de Itajubá". Coleções de 1903 a 1905 estão disponíveis no Acervo "João Aldano" da UNIFEI.
O jornal "[[O Operário]]", órgão da Liga Operária, era impresso na oficina da "Gazeta de Itajubá". Coleções de 1903 a 1905 estão disponíveis no Acervo "João Aldano" da UNIFEI.

Edição atual tal como às 08h06min de 5 de junho de 2026

A Gazeta de Itajubá foi um jornal itajubense que circulou no início do século XX. Segundo registros arquivísticos, suas edições abrangem o período de 1903 a 1905, embora algumas fontes citem publicações em datas posteriores, como em 1911. Seu primeiro número circulou em 1º de fevereiro de 1903.[nota 1]

Histórico e Circulação[editar]

O editor inicial da "Gazeta de Itajubá" foi Francisco de Araújo, conhecido como "Chichico". Entre seus redatores estavam José Manso Pereira Cabral e Pedro Bernardo Guimarães, este último redator da Gazeta de 1909 a 1916, engenheiro geógrafo, deputado estadual, professor e autor de "O Município de Itajubá" (1915), considerado o primeiro historiador de Itajubá.

O jornal "O Operário", órgão da Liga Operária, era impresso na oficina da "Gazeta de Itajubá". Coleções de 1903 a 1905 estão disponíveis no Acervo "João Aldano" da UNIFEI.

Conteúdo e Cobertura[editar]

A "Gazeta de Itajubá" cobriu amplamente a vida itajubense em um período de transição e modernização da cidade:

  • Cultura e Entretenimento: anunciou a primeira exibição cinematográfica em Itajubá, no Salão Japonês, em 22 de maio de 1903, e a inauguração do primeiro cinema dedicado, o Bijou-Salon, em 1911.
  • Infraestrutura e Urbanismo: noticiou a iniciativa para a construção de uma usina hidrelétrica e a inauguração da iluminação elétrica em Itajubá em 12 de janeiro de 1907, destacando a cidade como pioneira no Sul de Minas nesse melhoramento.[nota 2]
  • Social e Cívico: publicou reportagens sobre a Santa Casa de Misericórdia, o Centro Operário D. João Nery e a Liga Operária.

Legado[editar]

A "Gazeta de Itajubá" é fonte primária importante para o estudo da história de Itajubá no início do século XX, documentando a modernização da cidade e sua vida social, cultural e econômica. Embora Pedro Bernardo Guimarães, um de seus redatores, tenha defendido a etimologia "pedra amarela" em sua obra de 1915, a própria Gazeta é citada por historiadores como Geraldino Campista para comprovar a etimologia correta de Itajubá ("cascata").

Notas[editar]

  1. As datas de circulação e a sucessão de redatores da Gazeta de Itajubá baseiam-se nas coleções do Acervo "João Aldano" (UNIFEI); conferir e referenciar na revisão.
  2. A datação dos marcos noticiados (cinematógrafo de 1903, iluminação elétrica de 1907) consta também das Efemérides Itajubenses; conferir páginas na revisão.