Comércio: mudanças entre as edições
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Ainda no [[A Vida no Arraial Nascente|arraial nascente]], o comércio começou a se desenvolver com casas comerciais e armazéns que abasteciam a população e serviam de entreposto para a produção rural escoada pelo [[Rio Sapucaí]]. Muitos dos primeiros comerciantes eram imigrantes (portugueses, italianos e, mais tarde, levantinos) que se [[Famílias Tradicionais e Imigrantes|estabeleceram na cidade]] e prosperaram.<ref name="hi">Armelim Guimarães, ''História de Itajubá'' (1987), capítulos sobre o comércio local.</ref> |
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Edição atual tal como às 08h06min de 5 de junho de 2026
O comércio acompanhou Itajubá desde os primeiros anos do arraial e tornou-se um dos pilares da sua economia, ao lado da atividade agropecuária e, mais tarde, da indústria.
As primeiras casas comerciais[editar]
Ainda no arraial nascente, o comércio começou a se desenvolver com casas comerciais e armazéns que abasteciam a população e serviam de entreposto para a produção rural escoada pelo Rio Sapucaí. Muitos dos primeiros comerciantes eram imigrantes (portugueses, italianos e, mais tarde, levantinos) que se estabeleceram na cidade e prosperaram.[1]
Expansão[editar]
Com a chegada da estrada de ferro, em 1880, e da energia elétrica, em 1907, o comércio itajubense se expandiu, passando a atender não apenas a cidade, mas também os municípios vizinhos, consolidando Itajubá como polo regional. A organização da classe deu origem a entidades representativas, como a Associação Comercial.
Ver também[editar]
Referências[editar]
- ↑ Armelim Guimarães, História de Itajubá (1987), capítulos sobre o comércio local.