D. Amélia Braga

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Amélia Cândida Vianna Braga foi uma figura notável e influente na história de Itajubá, Minas Gerais, reconhecida como grande benemérita e empreendedora, capitalista e propulsora do progresso da cidade.

Amélia Braga, foto de 1904

Biografia e Vida PessoalEditar

D. Amélia Cândida Vianna Braga era casada com Miguel Carlos da Silva Braga. Após enviuvar em 1903, herdou uma grande fortuna, que empregou em realizações industriais e em diversos empreendimentos em benefício de Itajubá. Sua residência, um "palacete" na antiga Praça Theodomiro Santiago (hoje Praça Cesário Alvim), era notável. Faleceu em 12 de agosto de 1925 — data próxima à da Madre Maria Raphael, a quem havia dado acolhida e proteção na cidade.[nota 1]

Filantropia e BenemerênciasEditar

Envolvimento Cívico e SocialEditar

D. Amélia Braga participava ativamente da vida social e cívica da cidade. Em 1889, presidiu a comissão que acolheu o Bispo D. Lino Deodato de Carvalho durante sua visita a Itajubá; pouco antes de falecer, em 1925, idealizou a instalação de bondes elétricos na cidade, melhoramento que não se concretizou. Fez parte da Comissão de Senhoras.

LegadoEditar

Em reconhecimento à sua importância, a Praça Dona Amélia Braga foi nomeada em sua homenagem. D. Amélia Braga é lembrada como figura fundamental no desenvolvimento social e cultural de Itajubá: protetora de instituições religiosas e educacionais, apoiadora de projetos de saúde e facilitadora do surgimento do primeiro cinema dedicado da cidade.

NotasEditar

  1. Datas e detalhes biográficos de D. Amélia Braga conforme as obras de referência sobre Itajubá; conferir páginas específicas na revisão.

ReferênciasEditar

  1. Armelim Guimarães. Construtores de Itajubá. 1975, p. 15.