Agricultura e Pecuária: mudanças entre as edições
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Edição atual tal como às 08h06min de 5 de junho de 2026
A agricultura e a pecuária formaram a base da economia de Itajubá desde os seus primórdios e continuam presentes no entorno rural do município. Esta página detalha a vocação agrícola tratada de forma panorâmica em Economia e Indústria.
A economia agrícola dos primórdios[editar]
Nos primeiros anos após a fundação, em 1819, a economia era predominantemente agrícola. As terras férteis às margens do Rio Sapucaí permitiam o cultivo de milho, feijão, arroz, algodão e cana-de-açúcar, voltado sobretudo à subsistência. A criação de gado ganhou importância tanto para o abastecimento interno quanto para o comércio com outras regiões.[1]
Essa base agrícola sólida foi fundamental para o crescimento inicial do arraial e para a sua consolidação como vila, em 1848.
A cana-de-açúcar[editar]
A cana-de-açúcar teve destaque histórico na região, com engenhos que abasteciam o mercado local, tema retomado nos projetos de Indústria Canavieira do município.
A vocação rural hoje[editar]
Mesmo com a industrialização, Itajubá preservou a vocação agropecuária em seu entorno, com a cultura do café, hortifrutigranjeiros e a criação de gado.[1]